| dc.relation.references | ALMEIDA, Lourdes Maria Werle de; SILVA, Karina Alessandra Pessoa da. Abordagens Semióticas em Educação Matemática. Bolema, Rio Claro (SP), v. 32, n. 61, p. 696-726, ago. 2018. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/bolema/v32n61/ 0103-636X-bolema-32-61-0696.pdf. Acesso em: 10 jan. 2020.
ANASTÁCIO, Maria Queiroga Amoroso. Números e sua origem: uma abordagem fenomenológica. In: ANASTÁCIO, Maria Queiroga Amoroso; KLUTH, Verilda Speridião. Filosofia da educação Matemática: debates e confluências. São Paulo: Centauro, 2009.
BARBIER, René. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro Editora, 2007.
BARBOSA, Gustavo. Platão e Aristóteles na Filosofia da Matemática. (f. 134). 2009. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual Paulista. Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática – Área de Concentração em Ensino e Aprendizagem da Matemática e seus Fundamentos Filosófico-Científicos. Rio Claro, 2009.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BERCHMANS, Tony. A música do filme: tudo o que você gostaria de saber sobre a música de cinema. São Paulo: Escrituras Editora, 2012.
BICUDO, Irineu. Platão e a Matemática. Letras Clássicas, n. 2, p. 301-315, 1998.
BICUDO, Irineu; MENEGHETTI, Renata C. Geromel. Uma discussão sobre a Constituição do Saber Matemático e seus reflexos na Educação Matemática. Bolema, Rio Claro – SP, v. 16, n. 19, maio 2003.
BICUDO, Maria Aparecida Viggiani; BORBA, Marcelo de Carvalho (Org.). Educação Matemática: pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, 2012.
BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. Debatendo “um estudo introdutório sobre a abstração como idealização”. In: ANASTÁCIO, Maria Queiroga Amoroso; KLUTH, Verilda Speridião. Filosofia da educação Matemática: debates e confluências. São Paulo: Centauro, 2009.
BRANDT, Celia Finck; MORETTI, Méricles Thadeu. O cenário da pesquisa no campo da Educação Matemática à luz da Teoria dos Registros de Representação Semiótica. Perspectiva da Educação Matemática. Campo Grande, v. 7, n. 13, p. 22-37. 2014.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/a-area-de-matematica. Acesso em: 17 ago. 2022.
BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova diretrizes e normas de pesquisas envolvendo seres humanos. Disponível em:<http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/reso466.pdf>. Acesso em: 20 jun. 2022.
BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 510, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Disponível em: <http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2016/reso510.pdf>. Acesso em: 20 jun. 2022.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. (Terceiro e quarto ciclos).
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997. (1ª à 4ª série).
BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Lei nº 8.069, 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União. Ano 1990, Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 18 dez. 2022.
BUGALHO, Sérgio. O poema como letra de canção. In: MATOS, Cláudia Neiva de; TRAVASSOS, Elizabeth; MEDEIROS, Fernanda Teixeira de (Org.). Ao encontro da palavra cantada: poesia, música e voz. Rio de Janeiro: 7Letras, 2001. p. 299-308.
CALDAS, Sidcley Dalmo Teixeira. Poemas matemáticos: do ponto ao 3d. Vol. 2. São Paulo: Livraria da Física, 2022.
CALDAS, Sidcley Dalmo Teixeira Caldas; SOARES, Ana Paula Nascimento. Maria Flor. Canção (no prelo), 2022.
CALDAS, Sidcley Dalmo Teixeira. Canções mais Educação Matemática: o que os futuros professores pensam disso? Curitiba: CRV, 2019.
CALDAS, Sidcley Dalmo Teixeira. A presença de canções na Educação Matemática: compreensões de futuros professores dos anos iniciais do ensino fundamental. 2016. (140 f.). Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Faculdade de Educação. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2016.
CAMPELLO, Bernadete Santos; SILVA, Eduardo Valadares da. Subsídios para esclarecimento do conceito de livro paradidático. Bibl. Esc. em R., Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 64-80, 2018. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/berev/article/view/143430/147738. Acesso em: 27 nov. 2022.
CANDAU, Vera Maria (Org.). A didática em questão. Petrópolis: Vozes, 2010.
COLOMBO, Janecler Aparecida Amorin; FLORES, Cláudia Regina; MORETTI, Méricles Thadeu. Reflexões em torno da representação semiótica na produção do conhecimento: compreendendo o papel da referência na aprendizagem da Matemática. Educação Matemática e Pesquisa. São Paulo, v. 9, n. 2, pp. 181-203, 2007.
CSIKSZENTMIHALYI, Mihaly. Flow: a psicologia do alto desempenho e da felicidade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
DALCIN, Andreia. Um olhar sobre o paradidático de Matemática. Zetetiké – Cempem – FE – Unicamp – v. 15, n. 27 – jan./jun. – 2007.
DAMÁSIO, António. A estranha ordem das coisas: as origens biológicas dos sentimentos e da cultura. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
DAMÁSIO, António. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
DAMÁSIO, António. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Prefácio. In: D’AMORE, Bruno; PINILLA, Martha Isabel Fandiño; IORI, Maura. Primeiros elementos de semiótica: sua presença e sua importância no processo de ensino-aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.
DAMM, Regina Flemming. Representação, compreensão e resolução de problemas aditivos. In: MACHADO, Silvia Dias Alcântara (Org.). Aprendizagem em Matemática: registros de representação semiótica. Campinas: Papirus, 2013.
D’AMORE, Bruno; PINILLA, Martha Isabel Fandiño; IORI, Maura. Primeiros elementos de semiótica: sua presença e sua importância no processo de ensino-aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.
D’AMORE, Bruno. Elementos de didática da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2007.
D’AMORE, Bruno. Epistemologia e didática da Matemática. São Paulo: Escrituras Editora, 2005.
DARBY, Derrick; SHELBY, Tommie. Hip hop e a filosofia. Tradução Martha Malvezzi Leal. São Paulo: Madras, 2006.
DARWIN, Charles. A expressão das emoções no homem e nos animais. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
D’ÁVILA, Cristina. Didática sensível: contribuição para a didática na educação superior. São Paulo: Cortez, 2022.
D’ÁVILA, Cristina Maria. Decifra-me ou te devorarei: o que pode o professor frente ao livro didático? Salvador: EDUNEB; EDUFBA, 2013.
D’ÁVILA, Cristina Maria. Didática: a arte de formar professores no contexto universitário. In: D’ÁVILA, Cristina Maria; VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Orgs.). Didática e docência na educação superior: implicações para a formação de professores. Campinas, SP: Papirus, 2012.
DIONNE, Hugues. A pesquisa-ação para o desenvolvimento local. Brasília: Liber Livro Editora, 2007.
DUARTE JR., João-Francisco. Por que arte-educação?. Campinas, SP: Papirus, 2012.
DUVAL, Raymond. Prefácio. In: D’AMORE, Bruno.; PINILLA, Martha Isabel Fandiño; IORI, Maura. Primeiros elementos de semiótica: sua presença e sua importância no processo de ensino-aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.
DUVAL, Raymond. Raymond Duval e a teoria dos registros de representação semiótica. Entrevista concedida a José Luiz Magalhães de Freitas. Revista paranaense de educação Matemática - RPEM. Campo Mourão: Universidade Estadual do Paraná, v. 2, n. 3 (jul. /dez.2013), 2013a.
DUVAL, Raymond. Registros de representação semiótica e funcionamento cognitivo da compreensão em Matemática. In: MACHADO, Silvia Dias Alcântara (Org.). Aprendizagem em Matemática: registros de representação semiótica. Campinas: Papirus, 2013b.
DUVAL, Raymond. Abordagem cognitiva de problemas de geometria em termos de congruência. (Tradução: Méricles Thadeu Moretti). Revemat. Florianópolis, v. 07, n. 1, p.118-138, 2012.
DUVAL, Raymond. Ver e ensinar a Matemática de outra forma: entrar no modo matemático de pensar: os registros de representações semióticas. Organização Tânia M. M. Campos. São Paulo: PROEM, 2011.
DUVAL, Raymond. Semiósis e pensamento humano: registro semiótico e aprendizagens intelectuais. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.
DUVAL, Raymond. Registres de representation sémiotique e fonctionnement cognitif de la pensée. Annales de Didactique et de Sciences Gognitives. Strasbourg, IREMULP, França, v. 5, 1993, p. 37-64.
EKMAN, Paul. A linguagem das emoções: revolucione sua comunicação e seus relacionamentos reconhecendo todas as expressões das pessoas ao redor. São Paulo: Lua de papel, 2011.
FERREIRA, Fernanda Aparecida; SANTOS, Cintia Aparecida Bento dos; CURI, Edda. Um cenário sobre pesquisas brasileiras que apresentam como abordagem teórica os registros de representação semiótica. Revista de Educação Matemática e Tecnológica Iberoamericana. Recife, v. 4, n. 2, p. 1-14. 2013.
FINNEGAN, Ruth. O que vem primeiro: o texto, a música ou a performance? In: MATOS, Cláudia Neiva (Org.). Palavra cantada: ensaios sobre poesia, música e voz. Rio de Janeiro: 7Letras, 2008. p. 15-43.
FIORENTINI, Dario; LORENZATO, Sergio (Orgs.). Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas, SP: Autores Associados, 2009. (Coleção Formação de Professores)
FIORENTINI, Dario. Alguns modos de ver e conceber o ensino da Matemática no Brasil. Revista Zetetiké, ano 3, n.4, p.1-37. 1995.
FINCK, Celia Brandt; NUNES, Ana Luiza Ruschel; PONTES, Helaine Maria de Souza. O estado da arte da teoria dos registros de representação semiótica na Educação Matemática. Educação Matemática Pesquisa (impresso). São Paulo, v. 19, n. 1, p. 297-325. 2017
FRANCO, Maria Amélia Santoro. Pedagogia como ciência da educação. São Paulo: Cortez, 2008.
FRANCO, Maria Laura P.B. Análise de conteúdo. Brasília: Liber Livro, 2012.
GALEFFI, Dante. O rigor nas pesquisas qualitativas: uma abordagem fenomenológica em chave transdisciplinar. In: MACEDO, Roberto Sidnei; GALEFFI, Dante; PIMENTEL, Álamo. Um rigor outro: sobre a questão da qualidade na pesquisa qualitativa. Salvador: EDUFBA, 2009.
GARCÍA, Maria Josefa Mosteiro; CASTRO, Ana Maria Porto. La investigación em educación. In: MORORÓ, L. P.; COUTO, M. E. S.; ASSIS, R. A. M. (Orgs.). Notas teórico-metodológicas de pesquisas em educação: concepções e trajetórias. Ilhéus, BA: EDITUS, 2017, p. 13-40.
GARDNER, H. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
GARNICA, Antonio Vicente Marafioti. Matemática, Educação Matemática, cidades e casacos vermelhos: um prefácio. In: OLIVEIRA, Cristiane Coppe de; MARIM, Vlademir. Educação Matemática: contextos e práticas docentes. Campinas, SP: Editora Alínea, 2014.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
GIL, Antonio Carlos. Estudo de caso. São Paulo: Atlas, 2009.
GODINO, Juan D; BATANERO, Carmen. Relaciones dialécticas entre teoría, desarrollo y práctica en educación Matemática: un meta-análisis de tres investigaciones. In: Investigaciones sobre Fundamentos Teóricos y Metodológicos de la Educación Matemática. Granada: Universidad de Granada, 2003.
HADDAD, Alice Bitencourt. A visão sensível como imagem da visão dos inteligíveis. Revista Formação, Marília, v.35, n. 3, p. 3-20, jul./set., 2012. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/2616/2049Acesso em: 09 dez. 2022.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mito e Desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre, 2000.
HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2003.
ILARI, Beatriz. Cognição musical: origens, abordagens tradicionais, direções futuras. In: ILARI, Beatriz. ARAÚJO, Rosane Cardoso de (Org.). Mentes em música. Paraná: UFPR, 2010.
JAMES, William. O que é uma emoção? Traduzido por Raphael Silva Nascimento, 2013.
JANOTTI JR., Jeder Silveira. Autenticidade e gêneros musicais: valor e distinção como formas de compreensão das culturas auditivas dos universos juvenis. Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/pontoevirgula/issue/view/966/showToc. Acesso em: 15 out. 2022.
JESUS, Wilson Pereira de. Teoria do Conhecimento e Educação Matemática: reflexões. Caderno de Física da UEFS, 03 (02): 61-80, 2005. Disponível em http://dfisweb.uefs.br/caderno/vol3n2/WJesus.pdf. Acesso em: 16 abr. 2022.
JOURDAIN, Robert. Música, cérebro e êxtase: como a música captura nossa imaginação. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Tradução de Manuela Pinto Dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Introdução e notas de Alexandre Fradique Morujão. 5 ed. Coimbra: Fundação Calouste, 2001. Disponível em: https://joaocamillopenna.files.wordpress.com/2013/09/kant-critica-da-razao-pura.pdf. Acesso em: 13 jun. 2021.
LAJOLO, M. Livro didático: um (quase) manual de usuário. Revista Em Aberto, Brasília, n. 69, p. 3-9, jan./mar, 1996. Livro didático e qualidade do ensino. Edição revisada em 1998. Disponível em: http://www.emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/2368. Acesso em: 16 abr. 2021.
LAPASSADE, Georges. As microssociologias. Brasília: Liber Livro Editora, 2005.
LACERDA, Osvaldo. Compêndio de teoria elementar da música. 15 ed. São Paulo: Ricordi, 1966.
LE BRETON, David. Antropologia das emoções. Petrópolis: Vozes, 2019.
LE BRETON, David. Antropologia dos sentidos. Pertrópolis, RJ: Vozes, 2016.
LEAL, Sérgio José de Machado. Acorda hip-hop!: despertando um movimento em transformação. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007.
LEDOUX, Joseph. O cérebro emocional: os misteriosos alicerces da vida emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.
LEFRANÇOIS, Guy R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2019.
LEVITIN, Daniel. A música no seu cérebro: a ciência de uma obsessão humana. Rio de Janeiro: Objetiva, 2021.
LEVITIN, Daniel, J. El cérebro musical: seis canciones que explican la evolución humana. Barcelona: RBA Bolsillo, 2019.
LIBÂNEO, José Carlos. Que destino os educadores darão à pedagogia? In: PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Pedagogia, ciência da educação? São Paulo: Cortez, 2011.
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 2010.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1990.
LIMA, Jorge dos Santos. Resenha de Erickson, Glenn W.; e Fossa, John A. A linha dividida: uma abordagem matemática à filosofia platônica. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006. 186 páginas. [Coleção Metafísica, n. 4]. Princípios, Natal, v. 14, n. 21, jan./jun. 2007, p. 307-312.
LIMA JR., Arnaud S. de. Tecnologias inteligentes e educação: currículo hipertextual. Rio de Janeiro: Quartet, 2005.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Ludicidade e atividades lúdicas na prática educativa. São Paulo: Cortez, 2022.
LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. Rio de Janeiro: E.P.U., 2014.
KLUTH, Verilda Speridião. A abstração como idealização: um prelúdio em filosofia da educação Matemática. In: ANASTÁCIO, Maria Queiroga Amoroso; KLUTH, Verilda Speridião. Filosofia da educação Matemática: debates e confluências. São Paulo: Centauro, 2009.
MACEDO, Roberto Sidnei. Pesquisa Contrastiva e estudos multicasos: da crítica à razão comparativa ao método contrastivo em ciências sociais e educação. Salvador: EDUFBA, 2018.
MACEDO, Roberto Sidnei. Compreender / mediar a formação: o fundante da educação. Brasília: Liber Livro Editora, 2010.
MACEDO, Roberto Sidnei. A etnopesquisa crítica e multirreferencial nas ciências humanas e na educação. Salvador: EDUFBA, 2004.
MACHADO, Nilson José. Matemática e língua materna. São Paulo: Cortez, 2011.
MATOS, Gregório de. Poemas escolhidos de Gregório de Matos; seleção e organização José Miguel Wisnik. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
MATURANA, Humberto R.; VERDEN-ZOLLER, Gerda. Amar e brincar: fundamentos esquecidos do humano. São Paulo: Palas Athena, 2004.
MED, Bohumil. Teoria da música. Brasília: Musimed, 1996.
MENEGHETTI, Renata Cristina Geromel; TREVISANI, Fernando de Mello. Futuros matemáticos e suas concepções sobre o conhecimento matemático e seu ensino e aprendizagem. Educ. Matem. Pesq., São Paulo, v.15, n.1, pp.147-178, 2013.
MIGUEL, Antonio; GARNICA, Antonio Vicente Marafioti; IGLIORI, Sonia Barbosa Camargo.; D’AMBRÓSIO, Ubiratan. GIANCATERINO, Roberto. A educação Matemática: breve histórico, ações implementadas e questões sobre sua disciplinarização. Revista Brasileira de Educação. ANPED. N. 27, Campinas, Autores Associados, pp. 71-93, set./dez. 2004.
MINEIRO, Márcia. O essencial é invisível aos olhos: a concepção dos estudantes sobre a mediação didática lúdica na educação superior. 2021. (445 f.). Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Faculdade de Educação. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2021.
MINEIRO, M.; D’ÁVILA, C. Construindo pontes: a mediação didática lúdica no ensino superior. Práxis Educacional, Vitória da Conquista, v. 16, n. 37, p. 146-172, jan. 2020. ISSN 2178-2679. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/view/6026/4517. Acesso em: 05 jan. 2023.
MORAES, J. Jota. O que é música. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
MORAES, Maria Cândida; TORRE, Saturnino de la. Sentipensar: fundamentos e estratégias para reencantar a educação. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2018.
MOREIRA, Antônio Marco. O que é afinal aprendizagem significativa? Qurriculum, La Laguna, Espanha, 2012. Disponível em: http://moreira.if.ufrgs.br/oqueeafinal.pdf. Acesso em: 03 dez. 2022.
MOREIRA, Antônio Marco. Aprendizagem significativa: a teoria e textos complementares. São Paulo: Livraria da Física, 2011.
MORETTI, Vanessa Dias; PANOSSIANI, Maria Lúcia; RADFORD, Luis. Luis Radford - Questões em torno da Teoria da Objetivação. Revista Obutchénie, 1(4), 251-272, 2018.
MORETTI, Vanessa Dias; PANOSSIANI, Maria Lúcia; MOURA, Manoel Oriosvaldo de. Educação, Educação Matemática e teoria cultural da objetivação: uma conversa com Luis Radford. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 41, n. 1, p. 243-260, jan./mar., 2015.
MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX: espírito do tempo 1: neurose. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.
MUNAKATA, K. Produzindo livros didáticos e paradidáticos. 1997. Tese (Doutorado) - História e Filosofia da Educação. São Paulo: PUC, 1997.
NEGREIROS, Eliete Eça. Ensaiando a canção: Paulinho da Viola e outros. Cotia: Ateliê Editorial, 2011.
NETO, Otavino Candido de Paula. A teoria do conhecimento de Platão em república V. Revista Kinesis, São Paulo, v.8, n. 6, p. 184-195, jul., 2016. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/6424. Acesso em: 09 dez. 2022.
NUNES, Célia Barros. A Educação Matemática na UNEB/Campus X. In: NUNES, Célia Barros; SANT’ANA, Claudinei Camargo; SANTANA, Erivalda Ribeiro dos Santos. Educação Matemática na Bahia: panorama atual e perspectivas. Vitória da Conquista: Edições UESB; Itabuna: Via Litterarum Editora, 2012.
OLIVEIRA, Cristiane Coppe de; MARIM, Vlademir. Educação Matemática: contextos e práticas docentes. Campinas, SP: Editora Alínea, 2014.
PERISSÉ, Gabriel. Estética e Educação. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014. (Coleção Temas & Educação)
PINKER, Steven. Como a mente funciona. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
PLATÃO. A república. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
RADFORD, Luis. Teoria da Objetivação: uma perspectiva Vygotskiana sobre conhecer e vir a ser no ensino e aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2021.
RADFORD, Luis. Algunos desafíos encontrados en la elaboración de la teoría de la objetivación. PNA, 12(2), 61-80, 2018.
RADFORD, Luis. Prefácio. In: D’AMORE, Bruno; PINILLA, Martha Isabel Fandiño; IORI, Maura. Primeiros elementos de semiótica: sua presença e sua importância no processo de ensino-aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.
RADFORD, Luis. Cognição Matemática: história, antropologia e epistemologia. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2011.
RADFORD, Luis. La generalizzazione matematica come processo semiotico. La matematica e la sua didatica, 2005. Disponível em: http://luisradford.ca/pub/ Radford%20L.%20(2005)%20%20La%20generalizzazione%20matematica%20come%20processo%20semiotico.pdf. Acesso em: 04 jan. 2020.
RADFORD, Luis. Semiótica cultural y cognición. Revista Obutchénie. Disponível em: http://www.luisradford.ca/pub/53_Tuxtla3.pdf. Acesso em: 05 jan. 2020.
RADFORD, Luis. Sensible things, essences, mathematical objects, and other ambiguities. La Matematica e la sua didattica, no. 1, 4-23, 2004b.
REIS, Maria Dulce. Por uma nova interpretação das doutrinas escritas: a filosofia de Platão é triádica. Revista Kriterion, Belo Horizonte, n. 116, p. 379-398, dez., 2007. Disponível em: https://www.anpof.org.br/periodicos/kriterion-revista-de-filosofia/leitura/602/23784. Acesso em: 09 dez. 2022.
ROCHA, Natanael Ferreira França. Olha que coisa mais linda: as traduções da canção garota de Ipanema em inglês, alemão, francês e italiano sob a ótica do sistema de transitividade. Florianópolis: UFSC, 2013. (153 p.). Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2013.
ROSENWEIN, Barbara H. História das emoções: problemas e métodos. São Paulo: Letra e Voz, 2011.
ROSSI, Deise Mirian. O amor na canção: uma leitura semiótico-psicanalítica. São Paulo: EDUC; Casa do Psicólogo; FAPESP, 2003.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Dicionário de música. São Paulo: Editora Unesp, 2021.
SACKS, Oliver. Alucinações musicais. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SANTAELLA, Lucia. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora, visual, verbal. São Paulo: Iluminuras: FAPESP, 2005.
SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Editora Brasiliense, 2003.
SANTOS, José Gabriel Trindade. Platão: a construção do conhecimento. São Paulo: Paulus, 2012.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2012.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 11. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2013.
SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 2011.
SILVA, Adelmo Carvalho da. Reflexão sobre a Matemática e seu processo de ensino-aprendizagem: implicações na (re)elaborações de concepções e práticas de professores. 2009. (246 f.). Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Centro de Educação. Universidade Federal da Paraíba. Salvador, 2009.
SILVA, A. J. N. S. A ludicidade no laboratório: considerações sobre a formação do futuro professor de Matemática. Curitiba: Editora CRV, 2014.
SIMÕES, Iaçanã Costa. Ambiências ludoestéticas: a arte visual na transformação do espaço escolar. 2022. (193 f.). Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Faculdade de Educação. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2022.
SODRÉ, Muniz. Samba, o dono do corpo. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
SUBTIL, Maria José Dozza. Música midiática e gosto musical das crianças. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2006.
TATIT, Luiz. Passos da semiótica tensiva. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2019.
TATIT, Luiz. Estimar canções: estimativas íntimas na formação do sentido. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2016.
TATIT, Luiz. Canção bonita. YouTube, 2015. Disponível em: https://youtu.be/jajIJWWKTf8. Acesso em: 22 jun. 2022.
TATIT, Luiz. Elos de melodia e letra: análise semiótica de seis canções. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2008.
TATIT, Luiz. O século da canção. Cotia: Ateliê Editorial, 2004.
TATIT, Luiz. A canção: eficácia e encanto. São Paulo: Atual, 1986.
TEIXEIRA, Ana Cláudia Machado. “Vamos lá” e “vá lá”: uma análise sob a perspectiva da gramaticalização de construções. Estudos linguísticos, São Paulo, 40 (1): p. 47-59, jan-abr 2011. Disponível em: file:///C:/Users/Usuario/Downloads/1375-Texto%20do%20Artigo-3614-3651-10-20160402.pdf. Acesso em: 23 dez. 2022.
THEES, Andréa. “Aprendi no YouTube!”: um estudo sobre vídeos e videoaulas de Matemática. Curitib: Appris, 2021.
TIBURTINO, Adriana Ferreira; SANTOS, Cintia Aparecida Bento dos. Teoria dos registros de representação semiótica: um olhar sobre as produções acadêmicas brasileiras. Educação 5.0 - Vol. 01, 2022.
TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2008.
URIBE, Carlos Eduardo Vasco. Prefácio. In: D’AMORE, Bruno; PINILLA, Martha Isabel Fandiño; IORI, Maura. Primeiros elementos de semiótica: sua presença e sua importância no processo de ensino-aprendizagem da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2015.
VALVERDE, Monclar. Mistérios e encantos da canção. In: MATOS, Cláudia Neiva (Org.). Palavra cantada: ensaios sobre poesia, música e voz. Rio de Janeiro: 7Letras, 2008. p. 268-77.
VIGOTSKI, L. S. Sobre os sistemas psicológicos. In: VIGOTSKI, L. S. Teoria e Método em Psicologia. Tradução de Claudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 1999. p. 103-136.
VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. Tradução. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
VILLIERS, Michael de. Algumas reflexões sobre a Teoria de Van Hiele. Tradução de Celina A. A. P. Abar Educ. Matem. Pesq., São Paulo, v.12, n.3, pp. 400-431, 2010.
WISNIK, José Miguel. Nossa canção. YouTube, 2015. Disponível em: https://youtu.be/9-OILGY3kpM. Acesso em: 19 dez. 2022.
WISNIK, José Miguel. Sem receita: ensaios e canções. São Paulo: Publifolha, 2004.
XAVIER, Antonete Araújo Silva. Ciberateliê brinc@nte: ambiências lúdicas e formação na cibercultura. 2020. (251 f.). Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Educação. Faculdade de Educação. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2020.
YIN, Robert. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
YIN, Robert. K. Pesquisa qualitativa do início ao fim. Porto Alegre: Penso, 2016.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998. | pt_BR |