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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36259
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRechmann, Itanaina Lemos-
dc.date.accessioned2022-11-04T15:05:28Z-
dc.date.available2022-11-04T15:05:28Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/36259-
dc.description.abstractThis dissertation aims to analyze the relevance of community participation as a guideline of the Unified Health System, given the inequities of access to highly complex procedures. Addressing the theme contextualized in public health finds social and practical justification, as there are several dilemmas present in the sector, which exceed economic aspects and lead to non-observance of fundamental rights, notably the right to life and health. The persistent problem of the allocation of scarce resources is the background of the reflection made according to the theoretical framework of Bioethics of Protection, and requires the adoption of criteria that allow fair and equitable allocation decisions, given the existence of vulnerable users. The state of vulnerability of public health users will be commented from the bioethical meanings attributed to vulnerability, analyzing the functioning of the reference and counter-reference system, popularly known as regulation. Sometimes the patients or their families, in search of health care, assume the role of intercommunicating the levels of care or the sectors with each other, despite the information deficit, because they do not know their own terms and procedures, and end up being harmed by the operational failures of the public health system. Other challenges are faced for access to high complexity, such as the high cost, both from the point of view of technological investment, and the need for professional training to handle the new technologies incorporated. Countering these challenges with a view to improving the quality of life and overcoming or mitigating existing vulnerabilities requires that the people be led to actively participate in the formulation and control of public health policies, including those aimed at high complexity. Finally, alterity will be verified as a tool for the construction of an effective social participation, protecting the vulnerable individual whose empowerment is crucial not only for the proper development of the participatory management model, but, above all, for the humanization of care, mitigating the negative effects of the system's bureaucracy.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.subjectParticipação da comunidadept_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectVulnerabilidade em saúdept_BR
dc.subjectEmpoderamentopt_BR
dc.subjectHumanização da assistênciapt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúde (Brasil)pt_BR
dc.subjectDireito à saúdept_BR
dc.subjectHumanização dos serviços de saúdept_BR
dc.subjectVulnerabilidade social - Saúdept_BR
dc.subject.otherCommunity participationpt_BR
dc.subject.otherPublic healthpt_BR
dc.subject.otherHealth vulnerabilitypt_BR
dc.subject.otherEmpowermentpt_BR
dc.subject.otherHumanization of assistancept_BR
dc.titleO fomento à participação social no SUS e a observância da alteridade para o acesso humanizado aos procedimentos de alta complexidadept_BR
dc.title.alternativeThe promotion of social participation in the SUS and the observation of otherness for humanized access to highly complex procedurespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programColeções por área do conhecimentopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Mônica Neves Aguiar da-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4555-423Xpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7536438369531146pt_BR
dc.contributor.referee1Bahia, Saulo José Casali-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3768-3664pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7398414546353246pt_BR
dc.contributor.referee2Araújo, Ana Thereza Meirelles-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9623-6103pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4392298934964451pt_BR
dc.contributor.referee3Silva, Mônica Neves Aguiar da-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-4555-423Xpt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7536438369531146pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0003-2799-5477pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3376232181785501pt_BR
dc.description.resumoA presente dissertação tem por objetivo analisar a relevância da participação da comunidade enquanto diretriz do Sistema Único de Saúde, diante das iniquidades do acesso a procedimentos de alta complexidade. Abordar a temática contextualizada na saúde pública encontra justificativa social e prática, na medida em que são vários os dilemas presentes no setor, que exorbitam aspectos econômicos e desaguam na inobservância de direitos fundamentais, notadamente o direito à vida e à saúde. A problemática persistente da alocação de recursos escassos é o pano de fundo da reflexão feita segundo o referencial teórico da Bioética da Proteção, e requer a adoção de critérios que possibilitem decisões alocativas justas e equitativas, dada a existência de usuários vulnerados. O estado de vulneração dos usuários da saúde pública será comentado a partir dos sentidos bioéticos atribuídos à vulnerabilidade, analisando-se o funcionamento do sistema de referência e contrarreferência, popularmente conhecido como regulação. Por vezes o paciente ou seus familiares, em busca da prestação da saúde, assumem o papel de intercomunicar os níveis de assistência ou os setores entre si, não obstante o déficit informacional, por desconhecerem termos e procedimentos próprios, e acabam sendo prejudicados com as falhas de operacionalização do sistema público de saúde. Outros desafios são enfrentados para o acesso à alta complexidade, tais como o elevado custo tanto do ponto de vista do investimento tecnológico, quanto da necessidade de capacitação profissional para manejo das novas tecnologias incorporadas. Contrapor esses desafios com vistas à melhoria da qualidade de vida e à superação ou mitigação das vulnerabilidades existentes requer sejam os populares levados a participar, de forma ativa, na formulação e no controle das políticas públicas de saúde, inclusive aquelas que têm por objeto procedimento de alta complexidade. Por fim, verificar-se-á a alteridade como ferramenta para a construção de uma participação social efetiva, protetora ao indivíduo vulnerado cujo empoderamento é crucial não apenas para o adequado desenvolvimento do modelo de gestão participativa, mas, sobretudo, para a humanização da assistência, amenizando os efeitos negativos da burocracia do sistema.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Direitopt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGD)

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