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Title: (Des)contextos de la cultura libre como política educativa en una universidad de Venezuela
Authors: Castellanos Aguirre, Uriel José
???metadata.dc.contributor.advisor???: Pretto, Nelson De Luca
Keywords: Universidades e faculdades - Venezuela;Software livre - Política governamental - Venezuela.;Política e educação - Venezuela;Cultura digital
Issue Date: 9-Jun-2020
Abstract: O objetivo da tese foi compreender a recontextualização das políticas educacionais que levaram em consideração os princípios e valores da cultura livre em uma Instituição Educacional Universitária (IEU) da Venezuela. O objetivo foi alcançado com o apoio da abordagem do “Ciclo das Políticas”, consolidada por Stephen Ball e colaboradores. Essa abordagem teórico-metodológica buscou ampliar a visão linear em que a “implementação” das políticas é analisada, questionando que não se trata de uma produção acabada do Estado em que instituições públicas, neste caso, as IEU da Venezuela, implemente ou não. Portanto, o “Ciclo das Políticas” abordou os contextos de “influência” e “produção de textos” a partir das redes políticas construídas para a implementação do Software Livre com padrões abertos, fato que limitou os princípios e valores da Cultura Livre a uma questão técnica de abertura de dados e uso de outro Sistema Operacional (SO). No contexto da “prática”, surgiu o embate do Estado pela autonomia da Universidade, fato que obtém inserindo-se nas suas estruturas a partir da avaliação e formação de professores, o que gerou resistência na implantação da instituição; enquanto os atores da universidade (professores, coordenadores e equipe administrativa), mas gerou novos sentidos em relação ao uso das Tecnologias de Informação Livres (TIL); outras práticas que (re)estruturaram a produção de artefatos culturais. Assim, os “resultados/efeitos” e as “estratégias políticas” refletiam as fronteiras difusas entre o Estado e a Universidade, uma vez que ambos como espaços políticos chave em um país, tendem a diversificar-se ou dissociar-se devido a seus interesses particulares. Finalmente, conseguimos gerar uma crítica (desconstrução) sobre a produção e o consumo de políticas educacionais com certas peculiaridades de tempo, espaço e condições sociais realizadas na Venezuela com base em termos concretos. Concluímos que a Venezuela desenvolveu políticas públicas fortes para um governo digital que contém Software Livre com padrões abertos que obrigam todas as entidades públicas a adotá-los. Portanto, os IEU, apesar de suas políticas tradicionais, tiveram que adaptar, em maior ou menor grau, o uso de TIL. Uma educação baseada no desenvolvimento dos princípios e valores da Cultura Livre é fundamental, pois, a partir disso, temos a possibilidade de acessar, utilizar, copiar, modificar ou distribuir conhecimentos para todos. Porém, em nosso contexto, percebemos que as limitações técnicas e estruturais geraram conflitos, uma vez que a ação concreta (práxis) do Estado era radical e tributária para a IEU. O que gerou outras ações locais diferentes daquilo que emanava da agenda do país. Defendemos, então, uma educação com Ações Culturais Livres, onde o trabalho colaborativo multi e interdisciplinar entre todos os envolvidos permite o desenvolvimento transversal da ação e reflexão sobre si mesmo, que também contém os princípios e valores da Cultura Livre para o desenvolvimento de espaços inovadores na formação dos cidadãos e não os limitam, como já foi feito na Venezuela.
RESUMEN: El objetivo de la tesis fue comprender la recontextualización de las políticas educativas que tiene presente los principios y valores de la Cultura Libre en una Institución Educativa Universitaria (IEU) de Venezuela. El objetivo se logró con el apoyo del abordaje denominado “Ciclo de las Políticas” consolidado por Stephen Ball y colaboradores. Este abordaje teórico-metodológico buscó ampliar la visión lineal en la que se analiza la “implementación” de las políticas, al cuestionar que no es una producción acabada del Estado en el que las instituciones públicas, en este caso las IEU de Venezuela, la implementan o no. Por lo tanto, el “Ciclo de las Políticas” abordó los contextos de: “influencia” y “producción de los textos” a partir de las redes políticas construidas para la implantación del Software Libre con estándares abiertos, hecho que limitó los principios y valores de la Cultura Libre a una cuestión técnica de abertura de datos y uso de otro Sistema Operativo (SO). El contexto de la “práctica”, surgió el embate del Estado por la autonomía Universitaria, hecho que logra al entrar en sus estructuras a partir de la evaluación y la formación de profesores, lo que generó resistencia en la implementación de la institución; mientras que los actores universitarios (profesores, coordinadores y personal administrativo) generaron nuevos sentidos al uso de las Tecnologías de Información Libre (TIL), además de otras prácticas que (re)estructuraron la producción de los artefactos culturales. De manera que los “resultados/efectos” y “estrategias políticas” reflejaron las fronteras difusas entre el Estado y la Universidad, ya que ambos como espacios políticos claves para el país, se diversificaron en la implantación de las TIL debido a sus intereses particulares. Finalmente logramos generar una crítica (deconstrucción) acerca de la producción y consumo de las políticas educativas con ciertas peculiaridades en el tiempo, espacio y condiciones sociales que se desempeñan en Venezuela, a partir de términos concretos. Concluimos que, Venezuela desarrolló políticas públicas sólidas para un gobierno digital que contiene Software Libre con estándares abiertos que obligan a todos los entes públicos a adoptarlos. De forma que las IEU, pese a sus políticas tradicionales, se debieron adecuar, en mayor o menor medida al uso de las TIL. Una educación con bases en el desarrollo de los principios y valores de la Cultura Libre son fundamentales, ya que, a partir de ello, tenemos la posibilidad de acceder, usar, copiar, modificar o distribuir el conocimiento para todos. Pero de nuestro contexto, percibimos que las limitaciones técnicas y de estructura generaron conflictos ya que que la acción concreta (praxis) del Estado fue radical e impositiva hacia las IEU. Lo que generó otras acciones locales distinta a lo emanado el la agenda del país. Defendemos entonces, una educación con Acciones Culturales Libres, donde el trabajo colaborativo multi e interdisciplinario entre todos los involucrados, permita el desarrollo transversal de acción y reflexión sobre sí mismo, que además contengan los principios y valor daCultura Libre para el desarrollo de espacios innovadores en la formación ciudadana y no los limite como se ha hecho en Venezuela.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31962
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