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Title: AI AI AI... SERÁ QUE MEU BOI MORREU? O pensamento abissal presente na dança brasileira e suas implicações a partir de um pedaço de terra denominado Teresina/Piauí.
Authors: Lira, Andréia Barreto
???metadata.dc.contributor.advisor???: Moura, Gilsamara
Keywords: Linhas abissais;Dança contemporânea;Produção de conhecimento;Produção de discurso
Issue Date: 3-Apr-2018
Abstract: Esta pesquisa emerge de inquietações no campo da produção da dança contemporânea brasileira que implicam reexaminar a epistemologia dominante, diante de novos olhares ancorados nas experiências emergentes do Sul. Apresentase, como problema, a visibilidade de algumas produções e discursos que se configuram hegemonicamente na dança contemporânea produzida no Brasil, promovendo a invisibilidade de outros saberes e fazeres em dança. Serão analisadas, como questão crucial, algumas produções de conhecimento e discursos de dança, a partir das experiências de alguns artistas piauienses que se encontram inseridos neste contexto, permeado por saberes hegemônicos e que terminam causando o surgimento de linhas abissais. Vale destacar a importância em identificar dispositivos que se mantêm como sustentáculos de pensamentos hegemônicos e que promovem a invisibilidade de conhecimentos que se encontram forjados pela visibilidade. Também será discutida a importância de conhecer e dar visibilidade à diversidade de conhecimento de alguns discursos e conhecimentos danças populares que, sistematicamente, são associados a um contexto exótico e que não são contemplados, nem nos circuitos da dança contemporânea, nem com programas específicos. Tal conceito se fundamenta nas ideias de Santos (2007), que analisa as linhas abissais e que sugere pensar em epistemologias do Sul em contraponto aos saberes eurocêntricos, com vistas a refletirmos sobre a importância de investigar as experiências desperdiçadas, construindo novas posturas e modos de refletir a produção de conhecimento em dança contemporânea. E será diante da ecologia de saberes e de seus discursos de possibilidades, que transitaremos pelas epistemologias do Sul na construção argumentativa dessa dissertação. Estarão conosco também, Agamben (2009), com o conceito de contemporâneo, Bittencourt (2012), que aborda o acontecimento, auxiliando o nosso diálogo em trânsito e Moura (2000) que, nesta pesquisa, contribuiu com a construção e a discussão sobre os modos de pensar dança e sua atuação política e artística no mundo.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/25673
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