Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43824
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAlmeida, Elisa Carneiro-
dc.date.accessioned2026-01-19T16:52:24Z-
dc.date.available2026-01-13-
dc.date.available2026-01-19T16:52:24Z-
dc.date.issued2025-03-27-
dc.identifier.citationALMEIDA, Elisa Carneiro Santos de. Ser-professora-brincante: o entrelaçar do brincar no desenvolvimento profissional docente na Educação Infantil. 2025. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43824-
dc.description.abstractThis thesis is built on the (inter)links between Play, Early Childhood Education and Professional Teacher Development (DPD). The choice of this research path is linked to three intertwining aspects: my personal roots, childhood memories and professional trajectory. To reach the (un)limits of concerns, I start from the following question: How does play reveal itself, in Professional Teacher Development, and reflect ways of being a teacher in Early Childhood Education, at different stages of the career? I seek, therefore, to analyze how play reveals itself in Professional Teacher Development and reflects ways of Being a Teacher in Early Childhood Education. In the weaving of this path, the investigation was developed based on two specific objectives: to understand the ways in which teachers perceive and experience play in their pedagogical practice; to analyze how the reflections of play contribute to the construction of ways of Being a Teacher in Early Childhood Education. Between routes and scripts, this is a phenomenological research, since it seeks to understand the phenomenon with the purpose of socializing knowledge. The approach is qualitative and exploratory in terms of its objective. The chosen locus was a public daycare center located in Rio Real, Bahia. The participants were three Early Childhood Education teachers, responsible for classes of children aged 0 to 5 years, whose experiences and pedagogical practices were central to the construction of this study. The approaches were woven through the following devices: Questionnaire; Notebook of Playful Memories and Narrative Interview. The comprehensive interpretative analysis anchored the treatment of the corpus of this investigation. The narratives allowed the emergence of meanings and characteristics that evidenced the ways of seeing and experiencing play in their pedagogical practices, associating themselves with the repertoire of games transmitted throughout life, with playing in childhood and with the challenges of adult perception of play. Furthermore, we could summarize that reviving the playfulness of each teacher is a challenge to be faced, when we understand that this is a specificity of this profession and must be present from the beginning to the end of their career. The narratives provide us with answers to the objective set, by revealing that one of the main factors that reflect their ways of playing in teaching is found in the experiences in their personal lives, mainly in childhood. However, they also reveal that other factors influence their playful practices, such as being a mother, or having participated in a course or training, and also reveal the need for dialogue, exchange and support from the educational system, from the institution where they work to training actions that address the specificities of teaching at this level of education. The research also mobilized reflections on (re)learning to play in adulthood, re-equipping the way of Being a Teacher in Early Childhood Education, in search of Being-A-Playful-Teacher. Public policies are therefore required to guarantee training that takes into account the specificities of this profession. The argument of this thesis maintains that, in order to be a teacher in early childhood education, one must be a playful teacher. To this end, it is essential that training courses (initial and continuing) integrate play as a professional knowledge. In the interweaving of voices, theories and practices, it is concluded that being a playful teacher is a journey and not a point of arrival. This condition requires the courage of the researcher and the teachers to unsettle certainties, drawing threads between past and present, theory and practice, play and teaching.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEducação Infantilpt_BR
dc.subjectBrincarpt_BR
dc.subjectSer-Professora-Brincantept_BR
dc.subjectDsenvolvimento Profissional Docentept_BR
dc.subject.otherEarly Childhood Educationpt_BR
dc.subject.otherPlayingpt_BR
dc.subject.otherBeing a Playful Teacherpt_BR
dc.subject.otherProfessional Teacher Development.pt_BR
dc.titleSer-Professora-Brincante: O entrelaçar do brincar no desenvolvimento profissional docente na educação infantilpt_BR
dc.title.alternativeBeing a Teacher-Playful Enthusiast: The Intertwining of Play in Teacher Professional Development in Early Childhood Educationpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação (PPGE) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.contributor.advisor1Trindade, Lcia Gracia Ferreira-
dc.contributor.referee1Carvalho, Rodrigo Saballa de-
dc.contributor.referee2Santos, Marlene Oliveira dos-
dc.contributor.referee3Souza, Ana Paula Gestoso de-
dc.contributor.referee4Ferraz, Roselane Duarte-
dc.contributor.referee5Trindade, Lúcia Gracia Ferreira-
dc.creator.ID0000-0003-0436-5755pt_BR
dc.creator.Latteshttps://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=CAEAA3C6F4F39ED5A1501FEECECE61C8#pt_BR
dc.description.resumoEsta tese se constrói nos (entre)laçamentos entre o Brincar, a Educação Infantil e o Desenvolvimento Profissional Docente (DPD). A escolha por este caminho de pesquisa vincula-se por três vertentes que se entrecruzam, minhas raízes pessoais, memórias da infância e trajetória profissional. Para alçar voos nos (des)limites das inquietações, parto do seguinte questionamento: Como o brincar se revela, no Desenvolvimento Profissional Docente, e reflete modos de ser professor na Educação Infantil, em diferentes períodos da carreira? Busco, assim, analisar como o brincar se revela no Desenvolvimento Profissional Docente e reflete modos de Ser Professora na Educação Infantil, em diferentes períodos da carreira. Na tessitura desse percurso, a investigação se desenvolveu a partir de dois objetivos específicos: compreender os modos como as professoras percebem e vivenciam o brincar em sua prática pedagógica; analisar de que maneira os reflexos do brincar contribuem para a construção dos modos de Ser Professora na Educação Infantil, em diferentes períodos da carreira. Por entre rotas e roteiros, foi realizada uma pesquisa fenomenológica, uma vez que busca compreender o fenômeno com fins de socializar o conhecimento. Em relação a abordagem ela é qualitativa e quanto aos objetivos, caracteriza-se como exploratória. O lócus escolhido foi uma creche pública localizada em Rio Real, Bahia. As participantes foram três professoras da Educação Infantil, responsáveis por turmas de crianças de 0 a 5 anos, cujas experiências e práticas pedagógicas foram centrais para a construção deste estudo. As aproximações foram tecidas através dos seguintes dispositivos: Questionário; Caderno de Memórias Brincantes e Entrevista Narrativa, com utilização das notas de campo realizadas a partir do olhar atento da pesquisadora, com observações do contexto. A análise compreensiva interpretativa ancorou o tratamento do corpus desta investigação. As narrativas possibilitaram emergir significados e características que evidenciaram os modos de ver e vivenciar o brincar em suas práticas pedagógicas, associando-se ao repertório de brincadeiras transmitido ao longo da vida, ao brincar na infância e aos desafios da percepção adulta sobre o brincar. Ademais, poderíamos sintetizar que reavivar o brincar de cada professora é um desafio a ser enfrentado, quando se entende que esta é uma especificidade desta profissão e deve estar presente do início ao fim da sua carreira. As narrativas nos trazem respostas ao objetivo traçado, ao revelarem que um dos principais fatores que refletem seus modos de brincar na docência se encontra nas vivências pessoais, principalmente, da infância. Porém, também vivenciam que outros fatores influenciam em suas práticas brincantes, como o fato de ser mãe, ou de ter participado de cursos de formação. Revelam a necessidade de diálogo, de troca e de apoio do sistema educacional, desde a instituição em que atuam a ações formativas que abordem as especificidades da docência nesse nível de ensino. A pesquisa também mobilizou reflexões sobre (re)aprender a brincar na vida adulta, reaparelhar o modo de Ser Professora na Educação Infantil, em busca de Ser-Professora-Brincante. Os dados mostram a necessidade de reivindicar políticas públicas que garantam uma formação que contemple as especificidades dessa profissão. O argumento desta tese sustenta que, para Ser Professora na Educação Infantil, é preciso Ser-Professora-Brincante. Para tanto, é imprescindível que os cursos de formação (inicial e continuada) integrem o brincar como um saber profissional. No entrelaçar de vozes, teorias e práticas, conclui-se que Ser-Professora-Brincante é uma travessia e não um ponto de chegada. Essa condição exige, da pesquisadora e das professoras, coragem para desacomodar certezas, lançando fios entre passado e presente, teoria e prática, brincar e docência.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.relation.referencesBROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo: Ed. Cortez, 2000. BRUM, Eliane. O olho da rua: uma repórter em busca da literatura da vida real. São Paulo: Globo, 2008. CAMPOS, Maria M.; ESPOSITO, Yara; GIMENES, Nelson. Acesso e qualidade na educação infantil. In: Todos pela Educação. De olho nas metas 2012. São Paulo: Todos pela Educação, 2013. p. 66-81. CARNEIRO, Maria Ângela Barbato e DODGE, Janine J. A descoberta do brincar. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2007. CARVALHO, Rodrigo Saballa de. Entre as culturas da infância e a rotina escolar: em busca do sentido do tempo na educação infantil. Revista Teias, [S. l.], v. 16, n. 41, p. 124–141, 2015. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/revistateias/article/view/24517. Acesso em: 17 jan. 2023. CARVALHO, Rodrigo Saballa de. O infraordinário na docência com crianças na educação infantil. In: SANTIAGO, Flávio; Taís Aparecida de Moura [Orgs.] Infâncias e docências: descobertas e desafios de tornar-se professora e professor. São Carlos: Pedro & João Editores, 2021. CARVALHO, Rodrigo Saballa de. Problematizando práticas escolares na educação infantil. Olhar de professor, Ponta Grossa, 10(2): 141-158, 2007. Disponível em <http://www.uepg.br/olhardeprofessor>2007. Acesso em: 17 jan. 2023 CARVALHO, Rodrigo Saballa de. O imperativo do afeto na educação infantil: a ordem do discurso de pedagogas em formação, Artigos, Educação Pesquisa, São Paulo, v. 40, n.1, p.231-246, jan./mar. 2014. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/81916/85179. Acesso em: 6 jan. 2025. CERISARA, Ana Beatriz. A produção acadêmica na área da Educação Infantil a partir da análise de pareceres sobre o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil: primeiras aproximações. In: Faria, Ana Lúcia Goulart. Palhares, Marina Silveira. (Org.) Educação Infantil pós – LDB: rumos e desafios. Coleção Polêmicas do nosso tempo. Ed. Autores Associados. Campinas, SP, 1999. CERISARA, Ana Beatriz. Professoras de educação infantil: entre o feminino e o profissional. São Paulo: Cortez, 2008. CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: as artes de fazer. Tradução de Ephraim Ferreira Alves. 22. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. CHAKUR, Cilene Ribeiro de Sá Leite. A desconstrução do construtivismo na educação: crenças e equívocos de professores, autores e críticos [online]. São Paulo: Editora UNESP Digital, 2015. 171 p. ISBN 978-85-6833- 448-5. Available from SciELO Books. Disponível em: <http://books.scielo.org>. Acesso em: 15 jan.2014. CORSARO, William A. Sociologia da infância. Porto Alegre: Artmed, 2011. CRUZ, Lilian Moreira. Desenvolvimento profissional docente e formação continuada: possíveis diálogos I. In: NASCIMENTO, Maria das Graças C. de A.; GARCIA, Alexandra; REIS, Graça Regina F. da S.; RUST, Naiara Miranda; GIRALDO, Victor. Didática(s) entre diálogos, insurgências e políticas: tensões e perspectivas na relação com a formação docente. 1. ed. v. 2. Rio de Janeiro/Petrópolis: Faperj; CNPq; Capes; Endipe. DP et Alii. E-book, 2020, p. 287-296. DAY, Christopher. Desenvolvimento profissional de professores: os desafios da aprendizagem permanente. Porto: Porto, 2001. DELEUZE, Gilles. Os intelectuais e o poder. In: FOUCAULT, Michel. A microfísica do poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1979. DELORY-MOMBERGER, Christine. Abordagens metodológicas na pesquisa biográfica. Revista Brasileira de Educação, v. 17, n. 51, p. 523-536, 2012. Disponível em: https://www.revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/2526 Acesso em: 1 jun. 2023. DELORY-MOMBERGER, Christine. Fundamentos epistemológicos da pesquisa biográfica em educação. Educação em Revista, Belo Horizonte, v.27, n.01, p.333-346, 2011a. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-46982011000100015&lng=pt&nrm=iso Acesso em: 28 mai. 2023. DUARTE, Fabiana. Professoras de bebês: as dimensões educativas que constituem a especificidade da ação docente. 2011. Dissertação (Mestrado em Educação). Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, 2011.Disponível em: repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/95578/298646.pdf?sequence=1.Acesso em: 15 dez.2022. ELLIS, Julia. Researching children’s place and space. Journal of Currículum Theorizing, v. 20, n. 1, p. 83-99, 2004. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/40071632 Acesso em: 15 dez.2022. EVANGELISTA, Olinda. Faces da tragédia docente no Brasil. In: Seminário Internacional De La Red Estrado, 11., 2016, [s.l]. Anais[...]. [S.l.: s.n.], 2016. Disponível em: http://redeestrado.org/xi_seminario/pdfs/eixo3/68.pdf. Acesso em: 21 jan. 2024 FARIA, Aguinaldo. A vastidão dos mapas. In: A vastidão dos mapas: Arte contemporânea em diálogo com mapas da Coleção Santander Brasil. Uberlândia: MUnA, 2018, pp. 14-20 FARIA, Ana Lucia Goulart; PALHARES, Marina. Educação Infantil pós-LDB. São Paulo: Autores Associados, 1999. FARIAS, Marcilene Nascimento de. Liga de Senhoras Luteranas do Brasil (LSLB): relações de gênero e poder no protestantismo brasileiro. 2016. Tese (Doutorado em História), Programa de Pós-Graduação em História da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, 2016. Disponível em:https://www.ppghufgd.com/wp-content/uploads/2017/03/TESE-MARCILENE-NASCIMENTO-DE-FARIAS-2016.pdf> Acesso em: 07 abr. 2022. FERNANDES, Tatiane M. Professora de Educação Infantil: dilemas da constituição de uma especificidade profissional. Um estudo sobre a produção científica brasileira (1996-2009). Dissertação (Mestrado em Educação). Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/93643/292138.pdf?sequence=1&isAllowed=y> Acesso em: 10 abr. 2022. FERREIRA, Lúcia Gracia. Desenvolvimento profissional docente: percursos teóricos, perspectivas e (des)continuidades. Educação em Perspectiva, Viçosa, MG, v. 11, n. 00, p. e020009, 2020. DOI: 10.22294/eduper/ppge/ufv. v11 i.9326. Disponível em: https://periodicos.ufv.br/educacaoemperspectiva/article/view/9326. Acesso em: 8 mai. 2023 FERREIRA, Lúcia Gracia. Desenvolvimento profissional e carreira docente brasileira: interseções e diálogos com professores da Educação Básica.1 ed. Campinas, SP: Pontes Editores, 2023. FERREIRA, Lúcia Gracia. Formação e identidade docente: práticas e políticas de formação. In: FERREIRA, Lúcia Gracia; FERRAZ, Rita de Cássia Souza Nascimento. (Org.). Formação docente: identidade, diversidade e saberes. Curitiba, PR: Editora CRV, 2014c. pp. 167-179. FERREIRA, Manuela. Salvar Corpos, forjar a razão: contributo para uma análise crítica da criança e da infância como construção social em Portugal: 1880-1940. Porto-PT: Instituto de Inovação Nacional, 2000. FRIEDMAN, Adriana. Brincar é reencantar a infância. Aliança pela Infância. Artigos, 19 de abril de 2016. Disponível em: https://aliancapelainfancia.org.br/inspiracoes/artigo-brincar-ereencantar-infancia-por-adriana-friedmann/. Acesso em: 21 jan. 2024. GALEFFI, Dante. O rigor nas pesquisas qualitativas: uma abordagem fenomenológica em chave transdisciplinar. In: MACEDO, Roberto Sidinei; GALEFFI, Dante; PIMENTEL, Álamo Gonçalves (orgs.). Um rigor outro: sobre a questão da qualidade na pesquisa qualitativa. Salvador: EDUFBA, 2009. p. 13-73. GARVEY, Catherine. A brincadeira: a criança em desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 2015. GERMANO, Idilva Maria P. Aplicações e implicações do método biográfico de Fritz Schütze em psicologia social. In: Encontro Nacional da ABRAPSO, 15, 2009, Maceió. Anais [...] Maceió: ABRAPSO, 2009. p. 1-10. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2008. GNOATTO, Patrícia. A brincadeira como princípio orientador na organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil. 2020. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Francisco Beltrão, 2020. GOBBI, Márcia A.; PINAZZA, Mônica A. Infância e suas linguagens: formação de professores, imaginação e fantasia. In: GOBBI, Márcia A.; PINAZZA, Mônica A. (orgs.). Infância e suas linguagens. São Paulo: Cortez, 2014. p. 21-44. GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009. HADDAD, Lenira; CORDEIRO, Maria Helena; MONACO, Gregóry Lo. As tarefas do professor de educação infantil em contextos de creche e pré-escola: buscando compreender tensões e oposições. Educação & Linguagem. v. 15, n. 25, p. 134-154, 2012. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/258379252_As_Tarefas_do_Professor_de_Educacao_I nfantil_em_Contextos_de_Creche_e_PreEscola_Buscando_Compreender_Tensoes_e_Oposicoes. Acesso em: 12 nov. 2023. HAN, Byung-Chul. Sociedade do Cansaço. Tradução de Enio Paulo Giachini. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.HENRICKS, Thomas S. Teorias clássicas do jogo. In: JOHNSON, James E. et al. (org.). O manual do estudo do jogo, v. 1. São Paulo: Editora, 2019. p. 163-179. HORN, Maria da Graça Souza. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004. HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. O Jogo como elemento da cultura. Trad. João Paulo Monteiro São Paulo: Perspectiva, 2000. HUSSERL, Edmund. Investigações Lógicas: investigações para a fenomenologia e a Teoria do conhecimento. v. II, parte I. Rio de Janeiro: Forense, 2015. JARVIS, Pam; BROCK, Avrill; BROWN, Fraser (orgs.). Três perspectivas sobre a brincadeira. In: JARVIS, Pam; BROCK, Avrill; BROWN, Fraser. Brincar: aprendizagem para a vida. Porto Alegre: Penso, 2011. p. 22-61. Disponível em: https://www.larpsi.com.br/media/mconnect_uploadfiles/c/a/cap_01_43_.pdf. Acesso em: 25 jan. 2022. JOHNSON, James E.; CHRISTIE, James F.; YAWKEY, Thomas D. Brincadeira e desenvolvimento na primeira infância. USA - Nova York: Longman 2. ed., 1999.KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Encontros e desencontros na formação profissional de educação infantil. In: MACHADO, Maria Lúcia de A. (org.) Encontros e desencontros em educação infantil. São Paulo: Editora Cortez, 2002. p.107-115. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinquedo e brincadeira: usos e significações dentro de contextos culturais. In: SANTOS, Santa Marli Pires dos (org.). Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 89-97. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O Brincar e suas Teorias. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010 KRAMER, Sônia. A infância e sua singularidade. In: BEAUCHAMP, Jeanete; PAGEL, Silke Dorotea; NASCIMENTO, Adriana Regina do (orgs.). Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. p. 13-25. KRAMER, Sônia. As crianças de 0 a 6 anos nas políticas educacionais no Brasil: educação infantil e/é fundamental. Educação & Sociedade, Campinas, v. 27, n. 96, Especial, p. 797-818, out., 2006. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0101-73302006000300009. Acesso em: 07 set. 2022. KRAMER, Sônia. Formação de profissionais da educação infantil: questões e tensões. In: MACHADO, Maria Lúcia de A. (org.). Encontros e desencontros em educação infantil. São Paulo: Editora Cortez, 2002. p. 117-132.LESLIE, Alan. M. Pretense and representation in infancy: the origins of “Theory of Mind”. Psychological Review, 94,1994. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? 9.ed. São Paulo: Cortez, 2007. LIRA, Aliandra Cristina M.; DREWINSKI, Jane Maria de A. A obrigatoriedade de matrícula para a Educação Infantil: possíveis retrocessos. Roteiro, Joaçaba, v. 45, e 20487, jan. 2020. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2177- 60592020000100502&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 06 jan. 2025. LIRA, Rejane Maria de Araujo. Formação e profissionalização de professores da educação infantil na rede municipal de João Pessoa-PB. 2017. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2017. LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. MANSON, Michael. História dos Brinquedos e dos Jogos: brincar através dos tempos. Lisboa, Portugal: Teorema, 2002. MARCELO GARCIA Carlos; VAILLANT, Denise. Desarrollo profesional docente: ¿Cómo se aprende a enseñar? Madrid: Narcea, S.A. de Ediciones, 2009. MARCELO GARCIA, Carlos. Formação de Professores: para uma mudança educativa. Lisboa: Porto Editora, 1999. MARCO, Marilete Terezinha de. Docência na educação infantil: proposta de formação continuada de professores desenvolvida em uma escola pública do município de medianeira (PR), 2019. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Marília, 2019. MARCOLINO, Suzana; BARROS, Flávia Cristina O. M. de; MELLO, Suelly Amaral. A teoria do jogo de Elkonin e a educação infantil. Revista Quadrimestral da Associação244 brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, v. 18, n. 1, p. 97–104, jan./abr., 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-85572014000100010. Acesso em: 02 out. 2023. MARQUES, Barbara Alves Ribeiro. Desenvolvimento Profissional Docente de Professoras Iniciantes e Experientes da Educação Infantil acerca da Documentação Pedagógica. 2022. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade da Região de Joinville, Joinville, 2022. MARQUEZ, Christine Garrido. Aprender Brincando. In: IV Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino (EEDIPE), 4., 2011, Goiânia, GO. Anais [...]. Goiânia, GO: CEPED/UEG, 2011. p. 1-14. MARTINS FILHO, Altino José (org.) Criança pede respeito: ação educativa na creche e na pré-escola. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2015. MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 2006.OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia. Desenvolvimento profissional dos professores. In: FORMOSINHO, João (coord.). Formação de professores: aprendizagem profissional e acção docente. Portugal: Porto Editora, 2009. p. 221-284. OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia Oliveira. O desenvolvimento profissional das educadoras de infância: entre os saberes e os afetos, entre sala e o mundo. In: MACHADO, Maria Lúcia de A. (org.) Encontros e desencontros em educação infantil. São Paulo: Editora Cortez, 2002. p. 41- 88. OLIVEIRA-FORMOSINHO, Julia. FORMOSINHO, João. Associação Criança: um contexto de formação em contexto. Livraria do Minho, Braga, 2001. OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia; FORMOSINHO, João. A perspectiva pedagógica da associação criança: a pedagogia-em-participação. In: OLIVEIRA-FORMOSINHO, João; FORMOSINHO, Julia (orgs). O trabalho de projeto na pedagogia-em-participação. Porto: Porto Editora, 2013. p. 11-45. PACHÁ, Patrícia; MOREIRA, Lúcia V. de C. Entrevista narrativa como técnica de pesquisa. Synesis, v. 14, n. 1, p. 157-168. 2022. Disponível em: https://seer.ucp.br/seer/index.php/synesis/article/view/2127. Acesso em: 02 nov. 2023. PANIAGUA, Gema; PALACIOS, Jesus. Educação Infantil: resposta educativa à diversidade. Porto Alegre: Artmed, 2007. PASQUALINI, Juliana Campregher; MARTINS, Lígia Márcia. A Educação Infantil em busca de identidade: análise crítica do binômio “cuidar-educar” e da perspectiva anti-escolar em Educação Infantil. Psicologia da educação, São Paulo, n. 27, p. 71-100, dez., 2008. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141469752008000200005&lng=pt &nrm=iso. Acesso em: 10 abr. 2024. PASSEGGI, Maria da Conceição. Memoriais auto-bio-gráficos: a arte profissional de tecer uma figura pública de si. In: PASSEGGI, Maria da Conceição; BARBOSA, Tatyana Mabel Nobre (orgs.). Memórias, memoriais: pesquisa e formação docente. Natal, RN: EDUFRN; São Paulo: Paulus, 2008. p. 27-42. PASSEGGI, Maria da Conceição; NASCIMENTO, Gilcilene; OLIVEIRA, Roberta Antunes. As narrativas autobiográficas como fonte e método de pesquisa qualitativa em educação. Revista Lusófona de Educação, Lisboa, n. 33, p. 111-125, 2016. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=34949131009. Acesso em: 10 nov. 2023. PASSEGGI, Maria da Conceição; SOUZA, Elizeu Clementino de; VICENTINI, Paula Perin. Entre a vida e a formação: pesquisa (auto)biográfica, docência e profissionalização. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 27, n. 1, p. 369-386, abr., 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-46982011000100017. Acesso em: 10 nov. 2024. PEREIRA, Rachel Freitas. As políticas de atendimento à pequena infância no Brasil a partir da década de 1930: entre avanços e retrocessos. In: LOCKMANN, Kamila (org.). Infância(s), educação e governamento. Rio Grande: Editora da FURG, 2013. p. 59-75.24.PERROT, Michelle. As mulheres, o poder a história. In: PERROT, Michelle. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. Tradução: Denise Bottmann. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. p.167-184. PIAGET, Jean. A teoria de Piaget. In: MUSSEN, Paul Henry (org). Psicologia da criança: desenvolvimento cognitivo. v. 4, São Paulo: E.P.U. 1975. p. 71-117. PINAZZA, Mônica Appezzato; FOCHI, Paulo Sergio. Documentação Pedagógica: observar, registrar e (re)criar significados. Revista Linhas, Florianópolis, v. 19, n. 40, p. 184-199, 2018. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/linhas/article/view/1984723819402018184. Acesso em: 25 set. 2024. PRATA, Welton de Araujo. O Brincar na educação infantil em uma escola do campo no município de Humaitá-AM. 2021. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Humanidades) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2021. RAMOS, Rosemary Lacerda. Um estudo sobre o brincar infantil na formação de professores de crianças de 0 a 6 anos. In: 23ª Reunião Anual da ANPEd, 23., 2000, Caxambu, MG. Anais [...] [S. l.: s. n.], 2000. p.1- 13. RICHTER, Sandra R. Jogar e brincar, potência do inútil. Pátio Educação Infantil, Porto Alegre, v. 15, n. 50, p. 12-16, jan./mar., 2017. RIVERO, Andréa Simões. Da educação Pré-Escolar à Educação Infantil: um estudo das concepções presentes na formação dos professores no curso de pedagogia. 2001. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001. ROCHA, Eloisa Acires C. A Pesquisa em Educação Infantil no Brasil: trajetória recente e perspectiva de uma consolidação de uma Pedagogia. 1998. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1998. ROSA, Alessandra de Campos e Silva. Brincar na vida e na docência: Trajetória de formadoras(es) brincantes, 2020. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, Sorocaba, 2020. ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim (Corpo de Baile). 11. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. ROSA, Luciane Oliveira da; FERREIRA, Valéria Silva. O papel da brincadeira nas versões da BNCC: discursos constituindo saberes na educação infantil. Eccos - Revista Científica, São Paulo, n. 62, p. 1-20, e18508, jul./set., 2022. Disponível em: https://doi.org/10.5585/eccos.n62.18508. Acesso em: 28 jan. 2025. ROSEMBERG, Fúlvia. Organizações multilaterais, Estado e políticas de educação infantil. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 115, p. 25-63, mar., 2002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/PJ9b3xz5MFWFgh6TFLz7Tzh/abstract/?lang=pt Acesso em: 11 ago. 2023.SOUZA, Genilda Nascimento de. Narrativas da minha constituição docente na educação infantil: o brincar e a escuta das crianças durante a pandemia. 2021. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Mato Grosso, Rondonópolis, 2021. SPODEK, Bernard; SARACHO, Olivia N. Trabalhando com os pais. In: SPODEK, Bernard; SARACHO, Olivia N. Ensinando crianças de três a oito anos. Porto Alegre: Artmed, 1998. p.165-185. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. TRISTÃO, Fernanda Carolina Dias. Ser professora de bebês: um estudo de caso de uma creche conveniada. 2004. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004. VAILLANT, Denise; MARCELO GARCÍA, Carlos. Ensinando a ensinar: as quatro etapas de uma aprendizagem. Curitiba: Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2012. VYGOTSKY, Lev. S. A formação Social da mente. 6 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. WAJSKOP, Gisela, Brincar na pré-escola. São Paulo: Cortez, 1995. WALLON, Henri. A Evolução Psicológica da Criança. Coimbra: Almedina, 1998. WASSERMANN, Selma. Brincadeiras sérias na escola primária. Tradução de Fátima Leal Gaspar e Carlos Gaspar. Lisboa: Instituto Piaget, 1990. WELLER, Wivian. A hemenêutica como método empírico de investigação. Caxambu/MG. In: XXX Reunião Anual da ANPEd. GT Filosofia, 2007, Caxambu, MG. Anais […]. Caxambu: ANPEd, 2007. p. 1-16. WELLER, Wivian. Tradições hermenêuticas e interacionistas na pesquisa qualitativa: a análise de narrativas segundo Fritz Schütze. In: XXXII Reunião Anual da ANPEd, 32., 2009, Caxambu, MG. Anais [...]. Caxambu, MG: ANPEd, 2009. p. 11-16. WELLER, Wivian; OTTE, Janete. Análise de narrativas segundo o método documentário: exemplificação a partir de um estudo com gestoras de instituições públicas. Civitas - Revista de Ciências Sociais, v. 14, n. 2, p. 325-340, maio, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.15448/1984-7289.2014.2.17150. Acesso em: 5 dez. 2024. WINNICOTT, Donald W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro. Imago, 2019. YAMAMOTO, Maria Emília; CARVALHO ALMEIDA, Ana Maria. Brincar para quê? Uma abordagem etológica ao estudo da brincadeira. Apresentação. Estudos de Psicologia, v. 7, n. 10, p. 163-179, 2002. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26170116. Acesso em: 5 dez. 2024pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PGEDU)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
31 10 2025 Tese Elisa Carneiro.pdf8,55 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.