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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43185
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSanches, Maria Jade Pohl-
dc.date.accessioned2025-10-09T20:20:50Z-
dc.date.available2025-10-09T20:20:50Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43185-
dc.description.abstractThis study presents an investigation into ageism, a phenomenon that discriminates based on age and compromises the physical and mental health of older adults. It was inspired by the Ageism Observatory, a study and extension group from UFBA/UFU that explores recurring themes of aging in the pursuit of combating age-related prejudice. The main objective was to promote reflection and challenge stereotypes among elderly women from the Velhicidade group in Mata Escura (Salvador) through conversation circles and collective theatrical practices, grounded in the author's personal and professional journey and previous affective and artistic experiences. A qualitative approach was adopted, in the form of a case study and experiential report involving 23 participants, with 10 workshop sessions based on Augusto Boal’s Theatre of the Oppressed, conducted dialogically through the theoretical principles of Bakhtin’s Circle and Boal's methodology. In the discussion, written accounts from interactions with the participants were analyzed and organized into emerging thematic axes, revealing how initially painful memories were reinvented as creative celebrations, generating new meanings of belonging, self-care, and strengthened community bonds. Finally, it is concluded that the dialogue between Augusto Boal (1975) and Bakhtin (1992) proved to be a powerful theoretical foundation, and that the lived experience reported demonstrates the transformative power of theatrical practices in promoting healthy aging and valuing life stories, challenging stereotypical perceptions and expanding spaces for empowerment.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIdadismopt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectTeatro do oprimidopt_BR
dc.subjectMulheres Idosaspt_BR
dc.subjectDialogismopt_BR
dc.subject.otherAgeismpt_BR
dc.subject.otherAgingpt_BR
dc.subject.otherTheatre of the oppressedpt_BR
dc.subject.otherOlder Womenpt_BR
dc.subject.otherDialogismpt_BR
dc.titleVelhicidade apresenta: dialogismo e práticas teatrais anti idadistaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação (PPGE) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Oliveira, Marcus Vinicius Borges-
dc.contributor.referee1Cruz, Thalita Cristina Souza-
dc.contributor.referee2Abib, Pedro Rodolpho Jungers-
dc.contributor.referee3Oliveira, Marcus Vinicius Borges-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7821075563321804pt_BR
dc.description.resumoEste estudo apresenta investigação sobre o Idadismo, fenômeno que discrimina por idade e compromete a saúde física e mental de pessoas idosas, tendo sido inspirado pelo Observatório do Idadismo, grupo de estudos e extensão da UFBA/UFU que investiga temas recorrentes do envelhecimento na busca por combater o preconceito etário. O objetivo principal consistiu em promover reflexão e combater estereótipos entre mulheres idosas do grupo Velhicidade, em Mata Escura (Salvador), por meio de rodas de conversa e práticas teatrais coletivas, a partir da trajetória pessoal e profissional da autora com base em experiências afetivas e artísticas anteriores. Adotou-se uma abordagem qualitativa, em formato de estudo de caso e relato de experiência com 23 participantes, conduzindo 10 encontros de oficinas de Teatro do Oprimido sustentadas dialogicamente a partir de princípios teóricos do Círculo de Bakhtin e do Teatro do Oprimido de Augusto Boal (1975). Na discussão, integraram-se os relatos escritos a partir da convivência com as participantes, organizados por eixos temáticos emergentes que evidenciam como lembranças inicialmente dolorosas foram reinventadas em celebrações criativas, suscitando novos sentidos de pertencimento, autocuidado e fortalecimento dos vínculos comunitários. Por fim, conclui-se que o diálogo entre Augusto Boal (1975) e Bakhtin (1992) mostrou-se como um pilar teórico potente e que a vivência relatada demonstra a potência das práticas teatrais na promoção do envelhecimento saudável e valorização das histórias de vida, deslocando percepções estereotipadas e ampliando espaços de empoderamento.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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