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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42773
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Rafael do Nascimento-
dc.date.accessioned2025-08-22T19:15:08Z-
dc.date.available2025-08-22T19:15:08Z-
dc.date.issued2025-07-24-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42773-
dc.description.abstractThis study sought to investigate how ostensive objects contribute to the teaching of fractions in the context of visually impaired students in the 6th grade of elementary school. Ostensive objects are elements that are perceptible to the human senses. The manipulation of ostensive objects evokes non-ostensive objects, which are concepts, ideas, and/or objects that cannot be perceived on their own. The research is characterized as bibliographic, and the approach adopted is qualitative. In this sense, a mapping of dissertations and theses published between 2015 and 2024 was carried out in the catalog of theses and dissertations of the Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES) that addressed the topic of teaching fractions to students with visual impairments. The period 2015-2024 was chosen due to the approval of the Brazilian Inclusion Law (LBI) No. 13,146/2015. We found a small number of studies on this topic, revealing a modest level of attention to inclusive education, especially regarding the inclusion of people with visual impairments. Based on the criteria established a priori – title, abstract, and keywords – we found only one study, which dealt with the use of PET bottle caps as teaching strategies for least common multiple (LCM) and fractions. The next step was to read the study in order to identify the objects used. Subsequently, we classified them considering what is proposed about teaching devices. The results obtained through data collection/production, considering the elements of didactic praxeology (task, technique, technology, and theory), showed that ostensive objects allow students with visual impairments to represent fractions as part of a whole, distinguish proper and improper fractions, and perform addition operations involving this mathematical object. We coined the term “manipulable ostensive objects” to refer to objects that contribute to the teaching of fractions to students with or without visual impairments. We consider that manipulable ostensive objects, mediated by intentional and didactically accessible teaching practices, enable the construction of mathematical knowledge even in the absence of visual perception. Thus, based on this study, we infer that the adoption of manipulable ostensive objects by teachers, integrated with a planned didactic organization based on equity and attitudinal accessibility, contributes to the process of teaching fractions to students with visual impairments. The study also reveals the scarcity of academic productions that articulate the Anthropological Theory of Didactics (TAD) with visual impairment, pointing out gaps and opportunities for future research in the area of Inclusive Mathematics Education.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEducação Inclusivapt_BR
dc.subjectEnsino de Fraçõespt_BR
dc.subjectPessoas com Deficiência Visualpt_BR
dc.subjectTeoria Antropológica do Didáticopt_BR
dc.subjectObjetos ostensivos manipuláveispt_BR
dc.subject.otherInclusive Educationpt_BR
dc.subject.otherTeaching Fractionspt_BR
dc.subject.otherPeople with Visual Impairmentspt_BR
dc.subject.otherAnthropological Theory of Didacticspt_BR
dc.subject.otherOstensible Manipulable Objectspt_BR
dc.titleUm estudo acerca de materiais didáticos com potencial inclusivo no contexto conceitual de frações para estudantes com deficiência visualpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (PPGEFHC) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.contributor.advisor1Goulart, Jany Santos Souza-
dc.contributor.referee1Conceição, Jefferson Correia da-
dc.contributor.referee2Cruz, Anete Otília Cardoso de Santana-
dc.contributor.referee3Barreto, Maria Renilda Nery-
dc.contributor.referee4Goulart, Jany Santos Souza-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-7947-4871pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4639315489811714pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo buscou investigar como os objetos ostensivos contribuem para o ensino de frações no contexto com estudantes com Deficiência Visual, do 6º ano do ensino fundamental. Os objetos ostensivos são os elementos perceptíveis aos sentidos humanos. A manipulação dos objetos ostensivos evoca os objetos não-ostensivos, que são os conceitos, as ideias e/ou objetos que não podem ser percebidos por conta própria. A pesquisa é caracterizada como bibliográfica, e a abordagem adotada é a qualitativa. Neste sentido, realizou-se um mapeamento de dissertações e teses publicadas entre 2015 e 2024 no catálogo de teses e dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) que abordasse o tema de ensino de frações para estudantes com Deficiência Visual. A escolha do período 2015-2024 deu-se devido à aprovação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) n.º 13.146/2015. Deparamo-nos com um número reduzido de pesquisas nesse sentido, foi possível perceber uma tímida atenção no que tange à educação inclusiva, principalmente no que versa sobre a inclusão de pessoas com Deficiência Visual. A partir dos critérios estabelecidos a priori – sendo estes: título, resumo e palavras-chave –, encontramos apenas um trabalho, o qual versou sobre utilização das tampas de garrafas PET como estratégias de ensino de mínimo múltiplo comum (MMC) e frações. O passo seguinte foi a leitura do trabalho a fim de identificar os objetos utilizados. Posteriormente, fez-se a classificação deste considerando o que é proposto acerca de dispositivo didático. Os resultados obtidos por meio da coleta/produção de dados, considerando os elementos da praxeologia didática (tarefa, técnica, tecnologia e teoria), evidenciou que os objetos ostensivos permitem aos estudantes com Deficiência Visual representar frações como parte de um todo, distinguir frações próprias e impróprias e realizar operações de adição envolvendo esse objeto matemático. Cunhamos os “objetos ostensivos manipuláveis” referindo aos objetos que contribuem no ensino de frações para estudantes com Deficiência Visual ou sem. Ponderamos que os objetos ostensivos manipuláveis, mediados por uma prática docente intencional e didaticamente acessível, possibilitam a construção de saberes matemáticos mesmo na ausência da percepção visual. Destarte, a partir do presente estudo, inferimos que a adoção de objetos ostensivos manipuláveis pelos/as professores/as, integrada a uma organização didática planejada e sedimentada na equidade e acessibilidade atitudinal, contribui no processo de ensino de frações para estudantes com Deficiência Visual. O estudo também revela a escassez de produções acadêmicas que articulem a Teoria Antropológica do Didático (TAD) com a Deficiência Visual, apontando lacunas e oportunidades para futuras investigações na área da Educação Matemática Inclusiva.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGEFHC)

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