| dc.relation.references | Ação Educativa/ MEC. Breve histórico da educação de jovens e adultos no Brasil.
In: Educação de jovens e adultos: proposta curricular para o 1° segmento do
ensino fundamental. São Paulo: Ação Educativa/MEC/UNESCO, 1996.
AFONSO, Celso Scocuglia, NETO, José Francisco de Melo (Orgs.). Educação
Popular outros caminhos. João Pessoa: Editora universitária/UFPE, 1999.
AMORIM, Antônio; DANTAS, Tânia Regino; FARIA, Edite Maria da Silva de.
Identidade, cultura, formação, gestão e tecnologia na Educação de Jovens e
Adultos. Salvador: EDUFBA,2016.
ARROYO, Miguel; FERNANDES, B. M. A educação básica e o movimento social
do campo. São Paulo: Articulação Nacional por uma Educação Básica do Campo,
1999.
ARROYO, Miguel. Educação de Jovens e Adultos: um campo de direitos e de
responsabilidade pública. In: SOARES, Leôncio; GIOVANETTI, Maria A.; GOMES,
Nilma L. Diálogos na educação de jovens e adultos. Belo Horizonte/MG,
Autêntica, 2005, p. 19- 50.
BARRETO, Vera; COSTA, Elisabete. Trabalhando com a educação de jovens e
adultos: a sala de aula como espaço de vivência e aprendizagem. Brasília – 2006.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja_caderno2.pdf.
Acesso em: 30 set. 2022.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A escola popular na escola cidadã. Petrópolis
(RJ) Vozes, 2002.
BRASIL, Ministério da Educação. Coleção trabalhando com a educação de
jovens e adultos, Caderno 4: Alunos e alunas da EJA. Brasília, 2006.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. Brasília, DF.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Acesso em: 28. Set. 2022.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 28. Set. 2022.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Parecer
nº 11, de 10 de maio de 2000. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília, 2000. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pceb011_00.pdf. Acesso em: 28. Set.
2022.CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. Ed. São
Paulo: Prentice Hall, 2002.
DAHER, Andréa. “Escrita e conversão: a gramática tupi e os catecismos bilíngues
no Brasil do século XVI”. Revista Brasileira de Educação, n.8, mai.-ago./1998,
p.31-43. São Paulo.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, Autores
associados, 1988.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1967. Disponível em:
http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/otp/livros/educacao_pratic
a_liberdade.pdf. Acesso em: 04. Out. 2022.
FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da
palavra. São Paulo: Paz e Terra, 1990.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 64. Ed. Rio de Janeiro/São Paulo, Paz e
Terra, 2017.
FUNDEB. Manual de Orientação – FUNDEB. Coordenado por Everaldo Sebastião
de Sousa e Marlene Nunes Freitas Bueno. Goiânia: MP, 2009. Disponível em:
http://www.mpgo.mp.br/portal/system/resources/W1siZiIsIjIwMTMvMDQvMjIvMDlfN
TFfMDlfMjI1X01hbnVhbF9mdW5kZWIucGRmIl1d/Manual_fundeb.pdf. Acesso em:
10. Out. 2022
GADOTTI, Moacir. Educação de Jovens e Adultos: Um cenário possível para o
Brasil, disponível em: acesso em 18 de janeiro de 2008.
GALVÃO, Ana Maria; DI PIERRO, Maria Clara. O preconceito contra o
analfabeto. São Paulo: Cortez, 2007, Coleção. Preconceitos, vol. 2.
GALVÃO, Ana Maria de Oliveira; SOARES, Leôncio José Gomes. História da
Alfabetização de adultos no Brasil. In: ALBUQUERQUE, E. B; LEAL, T.F. A
alfabetização de jovens e adultos: em uma perspectiva de letramento. Belo
Horizonte: Autêntica, 2004.
GHEDIN, Evandro. Professor reflexivo: da alienação da técnica à autonomia
crítica. In: GHEDIN, Evandro. (Org.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica
de um conceito. 2. Ed. São Paulo: Cortez. 2002.
HADDAD, Sérgio; DI.PIERRO, Maria Clara. Escolarização de Jovens e Adultos.
Revista Brasileira de Educação, mai-ago, n.14, Associação Nacional de Pós-
Graduação e Pesquisa em Educação, São Paulo, p.108-130, 2000.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2019. Disponível em:
https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18317educacao.html#:~:text=Um%20do%20
importante%20sobre%20educa%C3%A7%C3%A3o,(11%20milh%C3%B5es%20de
%20analfabetos). Acesso em: 03 Out.2022.
INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Diagnóstico da
situação educacional de jovens e adultos. Brasília: INEP, 2000. Disponível em:
https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_e
ducacao_basica/diagnostico_da_situacao_educacional_de_jovens_e_adultos.pdf.
Acesso em: 03 Out.2022.
KLEIMAN, Angela B. Os significados do letramento. Campinas (SP), 1995.
LAFFIN, Maria Hermínia Lage Fernandes. Educação de Jovens e Adultos,
Diversidade e o Mundo do Trabalho. Ijuí: Ed. Unijuí, RS, 2012.
MEC. Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos: alunas e alunos da
EJA. Brasília: SECAD, 2006. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja_caderno1.pdf. Acesso em: 18
out.2022.
PAIVA, Vanilda Pereira. Educação Popular e Educação de Adultos. 5. ed. São
Paulo : Loyola, 1987.
PNAD. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. 2019. PNAD Educação
2019: Mais da metade das pessoas de 25 anos ou mais não completaram o ensino
médio. Estatísticas Sociais, publicado em 16/07/2020 17h21. Disponível em:
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-
noticias/releases/28285-pnad-educacao-2019-mais-da-metade-das-pessoas-de-25-
anos-ou-mais-nao-completaram-o-ensino-medio. Acesso em: 03 Out.2022.
RÊSES, Erlando da Silva; SILVEIRA, Dimitri Assis; PEREIRA, Maria Luiza Pinho.
Educação de jovens e adultos trabalhadores: análise crítica do Programa
Brasil Alfabetizado. – Brasília: Editora Paralelo 15,2017.
RODRIGUES, André Figueiredo; FORTUNATO, Marina Pinheiro. Alfabetização e
letramento: prática reflexiva no processo educativo. São Paulo: Humanitas, 2014.
RIBEIRO, Vera Masagão. Educação de Jovens e adultos: Novos leitores, novas
leituras. Campinas. São Paulo: Ação Educativa, 2001.
RIBEIRO, Vera Masagão. Alfabetismo funcional: Referências conceituais e
metodológicas para a pesquisa. Educação & Sociedade, ano XVIII, nº 60,
dezembro/97. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/5pH848XC5hFCqph7dGWXrCz/?format=pdf&lang=pt.
Acesso em: 19 Out.2022.
RIBEIRO, Célia Pereira de Lima; SILVA, Cristina Rocha da; SILVA, Suzana Maria
de Sena Feitosa. Educação de jovens e Adultos: um olhar para o retorno dos
discentes ao processo de escolarização. Trabalho de Conclusão de Curso de
Pedagogia. João Pessoa: UFPB, 2016. Disponível em:https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/2233/1/CPLR10082016.
Acesso em: 18 out.2022.
SOARES, Leôncio. Aprendendo com as diferenças - estudo e pesquisas em
educação de jovens e adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2011.
SOUSA, Rainer Gonçalves. "Coronelismo". Brasil Escola. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/historiab/coronelismo.htm. Acesso em 16 de agosto
de 2022. http://portal.mec.gov.br/programa-brasil-alfabetizado
SOUZA, Maria Antônia de. Educação de Jovens e Adultos. Curitiba: Ibpex, 2007.
TOKARNIA, Mariana. Analfabetismo cai, mas Brasil ainda tem 11 milhões sem ler e
escrever. Jornal Agência Brasil. Rio de Janeiro, 2020. Publicado em 15/07/2020,
às 10h02min. Disponível em
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-07/taxa-cai-levemente-mas-
brasil-ainda-tem-11-milhoes-de-analfabetos.
UNESCO. Alfabetização de Jovens e Adultos no Brasil: Lições da prática.
Brasília, UNESCO, 2008. | pt_BR |