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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/13005
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DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorMiranda, Theresinha Guimarães-
dc.contributor.authorMartinez, Amanda Botelho Corbacho-
dc.creatorMartinez, Amanda Botelho Corbacho-
dc.date.accessioned2013-09-19T18:01:49Z-
dc.date.available2013-09-19T18:01:49Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/13005-
dc.description172 f.pt_BR
dc.description.abstractA ortografia é uma convenção social que permite a estabilidade das escritas, uma vez que neutraliza sotaques e entonações, favorecendo a leitura. Conhecer a ortografia das palavras, portanto, possibilita que as pessoas possam estabelecer a comunicação por meio da escrita. O ensino e aprendizagem desse conteúdo, porém, ainda é pouco debatido no que se refere às crianças cegas. A presente pesquisa discute sobre o ensino de ortografia para crianças cegas que usam o Sistema Braille para a leitura e a escrita. O objetivo geral foi identificar como o professor ensina os conteúdos de ortografia para crianças cegas em classes regulares. Os objetivos específicos foram descrever e analisar as metodologias utilizadas pelo professor para ensinar ortografia em classes com crianças cegas incluídas; descrever a mediação realizada pelo professor nas aulas de ortografia; discutir os aspectos que interferem no processo de aprendizagem da ortografia pelo aluno cego. A pesquisa foi desenvolvida por meio de um estudo de caso, de natureza qualitativa. Para coletar os dados, foram realizadas observações em três classes regulares das séries iniciais do Ensino Fundamental, do município de Salvador, Bahia. Após esse período, as professoras regentes das classes foram entrevistadas. Nas observações, identificamos que as metodologias de ensino predominantes foram treino ortográfico, ditado tradicional, cópia e exposição oral. Os resultados evidenciaram que as professoras se apoiavam, sobremaneira, nas habilidades mnemônicas, isto é, incentivavam apenas que os alunos memorizassem a ortografia das palavras, sem auxiliá-los a compreender as regras ortográficas, não favorecendo, portanto, a aprendizagem de crianças cegas (e videntes). Observamos, ainda, que as professoras não estabeleceram uma mediação adequada com seus alunos cegos, sobretudo porque não sabiam ler o que as crianças escreviam em braille. Destacamos como aspectos que interferiram no processo de aprendizagem da ortografia pelo aluno cego: a não adaptação do material didático, o desconhecimento das professoras sobre o Sistema Braille, a ausência de planejamento das aulas, o pouco diálogo estabelecido entre escola regular e atendimento educacional especializado e a formação das professoras. A partir dos dados obtidos e analisados, apresentamos propostas para que o ensino de ortografia, de fato, favoreça a aprendizagem da ortografia e o domínio da escrita por crianças cegas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCriança cegapt_BR
dc.subjectEnsino e aprendizagempt_BR
dc.subjectOrtografiapt_BR
dc.subjectSistema Braillept_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.subjectSoletraçãopt_BR
dc.subjectBlind childpt_BR
dc.subjectTeaching and learning processpt_BR
dc.subjectOrthographypt_BR
dc.subjectBraille Systempt_BR
dc.titleEnsino de ortografia e Sistema Braille: um estudo de casopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.localpubSalvadorpt_BR
Appears in Collections:Dissertação (PGEDU)

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