| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Santos Júnior, Cláudio de Lira | - |
| dc.contributor.author | Oliveira, Murilo Morais de | - |
| dc.creator | Oliveira, Murilo Morais de | - |
| dc.date.accessioned | 2013-08-20T12:37:10Z | - |
| dc.date.available | 2013-08-20T12:37:10Z | - |
| dc.date.issued | 2013-03-15 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12641 | - |
| dc.description | 165 f. : il. | pt_BR |
| dc.description.abstract | The present work is inserted and located in the axis of Public Policies on the research matrix
from the LEPEL/FACED/UFBA. Our research came from the liberal reforms that occurred in
response to the crisis of the welfare state and which became known as neoliberalism. Under these
reforms, private apparatus of hegemony as NGO and other entities in a fictional "third sector"
gained much attention for its performance in "partnership" with the state. When studying the
state reform undertaken in Brazil mostly from the 1990s, we discussed the peculiarities of the
debate on the role of civil society in our country and the participation of NGO in public policy
from sport. For the discussion of the concept of sport and how it manifests itself in the actions
of the Ministry of Sports to sports programs serviced to the population we selected for our study
the Segundo Tempo Program, where we found that in the period 2005/2010 more then threequarters of the resources in the four states that most received funding were intended to
"partnerships" with NGO. In this debate, we pointed out the importance of the struggle to build
a national sport system that really, and not just nominally, reference to the demands of the
working class to establish lines of action, something that is incompatible with the prevailing sport
public policy guided by the interests of speculative capital and the ruling class, which resulted in
the last period with the arrival of mega events. We defend that this building should be designed
with a view to overcoming the landmarks of an idealized civil society, which requires breaking
with the bases guided by class conciliation and naturalization of social inequalities, as if these
inequities were like something normal and necessary even today for our organization
development and survival as humanity. | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.subject | Esporte e estado - Brasil | pt_BR |
| dc.subject | Organizações não-governamentais | pt_BR |
| dc.subject | Associações sem fins lucrativos | pt_BR |
| dc.subject | Programa Segundo Tempo (Brasil) | pt_BR |
| dc.title | Políticas públicas de esporte no Brasil e ONG: par eles ganham, ímpar nós perdemos | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.localpub | Salvador | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente trabalho insere-se na pesquisa matricial do Grupo LEPEL/FACED/UFBA como
Dissertação integrada ao eixo Políticas Públicas. Nossa investigação partiu das reformas liberais
ocorridas como resposta a crise do welfare state e que ficaram conhecidas como neoliberalismo. No
âmbito destas reformas, aparelhos privados de hegemonia como as ONG e outras entidades de
um fictício “terceiro setor” ganharam muito destaque pela sua atuação em “parceria” com o
Estado. Ao estudarmos a reforma do Estado empreendida no Brasil principalmente a partir da
década de 1990, discutimos as peculiaridades do debate sobre a atuação da sociedade civil em
nosso país e da participação das ONG nas políticas públicas de esporte. Pela discussão do
próprio conceito de esporte e de como este se manifesta por dentro das ações do Ministério do
Esporte chegamos aos programas esportivos de atendimento a população e selecionamos para
nosso estudo o Programa Segundo Tempo, onde constatamos que, no período de 2005/2010
mais de três quartos dos recursos nos quatro estados que mais receberam verba foram destinados
a “parcerias” com ONG. Deste debate, apontamos a necessidade da luta pela construção de um
sistema nacional de esporte que realmente, e não apenas nominalmente, referencie-se nas
demandas da classe trabalhadora para o estabelecimento de suas linhas de ação, o que é
incompatível com o modelo atual de politica publica de esporte, altamente guiado pelos interesses
do capital especulativo e da classe dominante e que se traduz no ultimo período na chegada dos
megaeventos. Defendemos que esta construção pode ser pensada tendo em vista à superação dos
marcos de uma sociedade civil idealizada, o que requereria romper com as bases pautadas pelo
dialogo da conciliação de classes e da naturalização das desigualdades sociais, como se estas
fossem algo normal e necessário, ainda hoje, para nossa organização, desenvolvimento e
sobrevivência enquanto humanidade. | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PGEDU)
|