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Title: Fatores ocupacionais associados à dor músculo-esquelética em professores
Authors: Ribeiro, Isadora de Queiroz Batista
???metadata.dc.contributor.advisor???: Araújo, Tânia Maria de
Keywords: Professores;Saúde do trabalhador;Educação primária e secundária;Dor
Issue Date: 8-Apr-2020
Abstract: Introdução: A dor músculo-esquelética é uma das três principais queixas de agravos à saúde dos professores. Características do trabalho docente associam-se à ocorrência de dor músculo-esquelética. Objetivo: Identificar os fatores ocupacionais associados à dor músculo-esquelética em professores da rede municipal de ensino de Salvador, Bahia, Brasil. Material e Métodos: Foi realizado um estudo epidemiológico de corte transversal, em 2006, incluindo todos os professores da rede municipal de ensino de Salvador, Bahia, Brasil. Utilizou-se um questionário estruturado, auto-respondido, incluindo questões sociodemográficas e ocupacionais. A dor músculo-esquelética (DME) foi avaliada em três locais do corpo: membros inferiores, membros superiores e costas/coluna, através de uma escala tipo Likert (0=nunca; 1=raramente; 2=pouco freqüente; 3=freqüente e 4=muito freqüente). Defini-se dor músculo-esquelética para as referências de dor freqüente e muito freqüente. Após as análises estatísticas descritivas e bivariadas, foi conduzida análise de regressão logística múltipla, para avaliar associação entre DME e características do trabalho docente analisadas. Resultados: A prevalência global de dor músculo-esquelética freqüente ou muito freqüente em alguma região do corpo foi de 55%. A prevalência de queixas músculo-esqueléticas dentre os 4.237 professores estudados foi de 41,1% para membros inferiores, 41,1% para costas/coluna e 23,7% para membros superiores. Na análise multivariada, a dor nos membros inferiores mostrou-se associada a ensinar em turma única, trabalhar em mais de uma escola, possuir outra atividade remunerada além da docente e a presença de muito esforço físico no trabalho; dor nos membros superiores associou-se ao número de alunos maior ou igual a 30, não ter liberdade para tomar decisões no trabalho e a muito esforço físico no trabalho; dor nas costas/coluna associou-se ao número de turnos trabalhados maior ou igual a 2, ensinar em turma única, carga horária de trabalho maior ou igual a 40 horas e a muito esforço físico no trabalho. Conclusões: A prevalência de dor músculo-esquelética foi elevada entre professores de Salvador e estava associada às características do trabalho docente. Medidas preventivas são necessárias para reduzir este quadro de adoecimento entre professores.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31781
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