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Title: Lelê gosta do que vê, e você? as travessias das crianças no percurso da sua construção identitária
Authors: Barretto, Daniela Loureiro
???metadata.dc.contributor.advisor???: Oliveira, Rosemary Lapa de
Keywords: Cabelo;Criança;Contação de história;Identidade;Literatura;Representação simbólica
Issue Date: 21-Jul-2016
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo geral analisar a relação entre as representações simbólicas e as identidades das crianças a partir da história "O cabelo de Lelê". Os objetivos específicos são descrever a relação entre a contação de história e a relação que a criança faz consigo mesma, explicitar a situação identitária das crianças de descendência afro a partir da história "O cabelo de Lelê" e descrever a relação que as crianças fazem entre a história e as suas ideias construídas sobre etnias. Escolhi a história em tela por contemplar os sujeitos da pesquisa que são, em sua maioria de descendência afro. A pesquisa foi desenvolvida em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), localizado em um bairro central de Salvador, e os sujeitos da pesquisa foram quinze crianças, sendo dez meninos e cinco meninas. Realizei uma etnopesquisa de base qualitativa e os sujeitos da pesquisa foram as próprias crianças da minha sala de aula. Para preservar a identidade dos sujeitos, foram utilizados nomes fictícios como Lalá, Lelé, Lili, Loló, Lulu, Leli, Luli e Lalu. Para analisar os dados, tomei de empréstimo os teóricos Stuart Hall (2006) e Lev Vigotsky (1992). O resultado da pesquisa foi que, em sua maioria,as crianças demonstraram uma atitude repulsiva em relação ao cabelo da personagem da história, com a exceção de Lalá e Lulu que aceitaram bem a história, se identificaram completamente com ela, demonstraram reconhecimento com a personagem da história a todo o momento. Ambos são de descendência afro e eles tiveram essa atitude possivelmente porque cresceram em um meio onde a cultura afro é valorizada. A literatura muito contribui para a formação das identidades das crianças. A identidade é construída ao longo da vida e, segundo Hall, ela muda de acordo com a forma como o sujeito é interpelado ou representado.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/19756
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