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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44249
Tipo: Dissertação
Título: A recepção de Terra sem mal: profetismo tupi-guarani (1975), de Hélène Clastres, na etnologia indígena brasileira.
Título(s) alternativo(s): The reception of The land-without-evil: tupi-guarani prophetism (1975), by Hélène Clastres, in Brazilian indigenous ethnology.
Autor(es): Medeiros, Brenno Ricardo Ramos de
Primeiro Orientador: Felipe Sotto Maior, Cruz
metadata.dc.contributor.referee1: Danaga, Amanda Cristina
metadata.dc.contributor.referee2: Valentini, Luísa
metadata.dc.contributor.referee3: Souza, Jurema Machado de Andrade
Resumo: Em 2025, Terra sem mal: profetismo tupi-guarani (1975), ensaio sobre um complexo religioso-migratório escrito pela etnóloga francesa Hélène Clastres, completa 50 anos desde sua primeira publicação na França. Quando a obra atravessa o Atlântico, – seja ao ser traduzido em 1978, seja na bagagem de intelectuais e antropólogos brasileiros que se formaram nas universidades francesas – a etnologia indígena nacional passava por significativas transformações. O ensaio de H. Clastres entra rapidamente neste cenário como uma contribuição importante para a retomada dos estudos Tupi-Guarani por um olhar renovado. Através da catalogação dos arquivos disponíveis na Biblioteca Digital Curt Nimuendajú, publicados nos primeiros 15 anos após Terra sem mal (1975-1990), tem-se um vislumbre da recepção do ensaio na etnologia do país. Conclui-se que, apesar das ressalvas, os antropólogos brasileiros souberam aproveitar as hipóteses etnológicas contidas no livro, algo bem diferente do que ocorreu Paraguai, país onde a etnóloga francesa teve uma de suas experiências etnográficas junto aos povos indígenas, mas que recebeu duras críticas de seus antropólogos.
Abstract: In 2025, The land-without-evil: tupi-guarani prophetism (1975), essay on a religious-migratory complex written by the French ethnologist Hélène Clastres, completes 50 years since its first publication in France. When the book crossed the Atlantic, – whether through its translation in 1978 or in the baggage of Brazilian intellectuals and anthropologists who had graduated from French universities – the national indigenous ethnology was undergoing significant transformations. H. Clastres’s essay quickly entered this context as an important contribution, renewing Tupi-Guarani studies through a refreshed analytical perspective. By cataloguing the materials available in the Biblioteca Digital Curt Nimuendajú published in the firth 15 years after The land-without-evil (1975-1990), one can glimpse the essay’s reception within the Brazilian ethnology. It is concluded that, despite the reservations, Brazilian anthropologists were able to take advantage of the ethnological hypotheses contained in the book, something quite different from what occurred in Paraguay, a country where the Frech anthropologist had one of her ethnographic experiences with indigenous peoples, but which received harsh criticism.
Palavras-chave: Antropologia
Clastres, Hélène
Clastres, Pierre
Profetismo
Língua Tupi-Guarani
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA::ETNOLOGIA INDIGENA
Idioma: por
País: Brasil
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Sigla da Instituição: UFBA
metadata.dc.publisher.department: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) 
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44249
Data do documento: 22-Dez-2025
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGA)

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