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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43602
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRibeiro, Thaismary Neri dos Santos-
dc.date.accessioned2025-12-01T19:16:55Z-
dc.date.available2025-12-01T19:16:55Z-
dc.date.issued2025-03-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43602-
dc.description.abstractBelly dance festivals in Brazil began in the 1990s and have grown in popularity in recent years. However, as a Black woman, dancer, teacher, and researcher of belly dance, I noticed that when observing the arts promoted in the media and the teachers featured in national festival programs, the dominant body standard did not represent bodies like mine. The profile of the people I saw in prominent positions in this environment consisted predominantly of white, cisgender, and slender women, who represented a notion of femininity aligned with the capitalist colonial system. This research is driven by the following question: Are Black women in leading roles in the programs of major belly dance festivals in Brazil? This question reflects the study’s objective, which is to examine how Black bodies are present in this space. From there, we will analyze whether representation, protagonism, and equity in these events are limited to the festivals themselves or whether they reflect broader social structures that reproduce structural racism. This research is justified by the need to challenge the hegemonic and orientalist frameworks imposed on the belly dance community, which also shape the collective imagination of belly dancers. This study is an exploratory, mixed-methods (quantitative and qualitative) investigation that combines a bibliographical review, field research using semi-structured interviews, and an analysis of selected examples within the research corpus. For this purpose, two major belly dance festivals with national relevance were selected: the Baladi Congress in Salvador-BA and the Dahab Festival in São Paulo-SP. The theoretical framework prioritizes the biopolitical relationships between body, belly dance, race, gender, Orientalism, and coloniality, highlighting the contributions of authors such as Carneiro (2023), Berth (2019), Katz & Greiner (2005), Mignac (2008, 2023), Santos (2023), Said (2007), Ribeiro (2017), Bento (2022), Gonzaléz (2020), Ratts (2006), and Oliveira (2023). The potential findings of this research will be crucial for understanding how racist biopolitical inscriptions shape and permeate both society and belly dance festivals. While conducting this critical analysis, I am to demonstrate that there are ways to resist and persist through quilombola practices, such as those embraced by the Belly Black movement.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDança do ventrept_BR
dc.subjectFestivaispt_BR
dc.subjectOrientalismopt_BR
dc.subjectMulheres negraspt_BR
dc.subjectProtagonismopt_BR
dc.subjectDança do ventre - Aspectos sociaispt_BR
dc.subjectDança do ventre - Aspectos simbólicospt_BR
dc.subjectNegras na artept_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectOrientalismo na artept_BR
dc.subjectFestivais de dançapt_BR
dc.subjectBaladi Congress (Festival de dança do ventre , Salvador - BA)pt_BR
dc.subjectDahab - (Festival de dança do ventre , São Paulo - SP)pt_BR
dc.subject.otherbelly dancept_BR
dc.subject.otherfestivalspt_BR
dc.subject.otherorientalismpt_BR
dc.subject.otherblack womenpt_BR
dc.subject.otherprotagonismpt_BR
dc.titleQuem disse que a dança do ventre não é para mim? A presença da mulher negra nos festivais de dança do ventre no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeWho said belly dancing isn't for me? The presence of Black women at belly dancing festivals in Brazilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDANÇApt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Márcia Virgínia Mignac da-
dc.contributor.referee1Silva, Márcia Virgínia Mignac da-
dc.contributor.referee2Moura, Gilsamara-
dc.contributor.referee3Oliveira, Ana Clara Santos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2016025108096705pt_BR
dc.description.resumoOs festivais no contexto belly dance no Brasil inicia-se na década de 1990 e ganha amplitude nos tempos que correm. Contudo, como uma mulher negra, dançarina, professora e pesquisadora de danças do ventre, ao observar as artes de divulgação no ambiente midiático e as pessoas docentes presentes na programação dos festivais nacionais, me deparei com um estatuto de corpo que não me representava. O perfil de pessoas que via em lugar de destaque nesse ambiente era predominantemente de mulheres brancas, cisgênero e longilíneas, que atendiam uma representação do feminino em conformismo com o sistema colonial capitalista. Dito isto, o problema que impulsiona a pesquisa é: há mulheres negras em lugar de protagonismo na programação dos grandes festivais de dança do ventre do Brasil? Questão que já apresenta o objetivo do estudo, uma vez que intenciona investigar o modo como se dá a presença dos corpos de mulheres negras. E, a partir daí, problematizar se a presença em seu aspecto de representação, protagonismo e equiparação é um fenômeno circunscrito ao evento, ou ele decorre também de uma sociabilidade que reproduz o racismo estrutural. Justifico a realização da pesquisa, pela necessidade de denunciar os contornos hegemônicos e orientalistas atribuídos ao meio belly dance e que se estende também para imaginário das bailarinas de dança do ventre. Esta pesquisa se configura num estudo de natureza exploratória e quanti-qualitativa, cuja abordagem metodológica combina revisão bibliográfica, pesquisa de campo via aplicação de entrevistas semi-estruturadas e a análise dos exemplos que compõem o corpus da pesquisa. Para tanto, foram escolhidos dois grandes festivais de dança do ventre com repercussão nacional: o Baladi Congress em Salvador-BA e o Dahab em São Paulo-SP. O referencial teórico prioriza as relações biopolíticas entre corpo, dança do ventre, raça, gênero, orientalismo, colonialidade e com destaque para contribuição das pessoas autoras: Carneiro (2023), Berth(2019) Katz & Greiner (2005), Mignac (2008, 2023, 2024), Santos (2023), Said(2007), Ribeiro (2017), Bento (2022), Gonzaléz (2020), Ratts (2006), Oliveira (2023). Os possíveis resultados dessa pesquisa serão de suma importância para entender como as inscrições biopolíticas racistas organizam e contaminam a sociedade, assim como os festivais de dança do ventre. Ao tempo que realizarei a análise-denúncia, intento mostrar que há formas de (re)existir e continuar com práticas de aquilombamento como as adotadas pelo movimento Belly Black.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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