| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Benítez, Ana Paula da Silva | - |
| dc.date.accessioned | 2025-12-01T17:34:39Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-01T17:34:39Z | - |
| dc.date.issued | 2025-03-25 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43597 | - |
| dc.description.abstract | This research proposes to investigate women who record their issues in the relationship
between dancer and camera in female self-portraits. Starting from the question, how does the
creation of images of women who self-portray their individualities in the relationship between
dancer and camera happen? I justify that the research is necessary due to the importance of
questioning the female presence in more academic records and highlighting women in the
artistic scene. The desire for this work arises from my interest in combining my two areas of
training, Cinema and Dance, with historiographical, feminist, and autobiographical studies,
guided by artistic practice (Fernandes, 2014) and (Scialom; Fernandes, 2022) with works in
photo performances and video dances. The chapter that begins the text presents the first
dancing images with cave paintings. (Marques, 2013). I then reveal that dance movements are
constructed from a connection between the body and memory (Vianna, 2021). I show the
pioneering women artists, such as Catharina Van Hemessen (1548), the first woman to do a
self-portrait, already facing the macho milieu of the arts, along with Sofonisba Anguissola
(1555) and Anna Waser (1691); Frida Kahlo, who imprinted her memories on her
self-portraits; Tarsila do Amaral with her famous Abaporu (1928). To discuss the erasure and
exploitation of women's bodies in the arts, I highlight Analívia Cordeiro with her video art,
M3X3 (1973), the first Brazilian woman to combine dance and digital art using a computer;
women in cinema, dance and photography such as Alice Guy-Blaché, Adélia Sampaio, Maya
Deren, Celina Portella, Danny Bittencourt and Francesca Woodman; as well as research artists
Daniela Guimarães, Dorotea Bastos, Ludmila Pimentel, Mirella Misi, Adriana Bittencourt
Machado and Ciane Fernandes. Concepts such as BodyImage (Pimentel; Bittencourt, 2019)
and (Bastos; Pimentel, 2021); Photochoreography (Mundim, 2021); Self-Photography
(Savioli, 2022), among others, will be discussed. Finally, I reveal how I finalize my images
using choreographic editing with overlapping effects and movement trails, and how the
relationship between dancer and camera takes place to create the images of the female
self-portrait. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Dança | pt_BR |
| dc.subject | Autorretrato feminino | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres no Cinema | pt_BR |
| dc.subject | Fotoperformance | pt_BR |
| dc.subject | Videodança | pt_BR |
| dc.subject | Arte e cinema | pt_BR |
| dc.subject | Arte e fotografia | pt_BR |
| dc.subject | Dança na arte | pt_BR |
| dc.subject | Performance (Arte) | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres no cinema | pt_BR |
| dc.subject | Autorretratos | pt_BR |
| dc.subject | Fotoperformance | pt_BR |
| dc.subject | Videodança | pt_BR |
| dc.subject.other | Dance | pt_BR |
| dc.subject.other | Female self-portrait | pt_BR |
| dc.subject.other | Women in Cinema | pt_BR |
| dc.subject.other | Photoperformance | pt_BR |
| dc.subject.other | Videodance | pt_BR |
| dc.title | A Câmera em mim: danças de mulheres que se autorretratam | pt_BR |
| dc.title.alternative | The camera within Me: dances of women who portray themselves | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | DANÇA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Misi, Mirella de Medeiros | - |
| dc.contributor.referee1 | Misi, Mirella de Medeiros | - |
| dc.contributor.referee2 | Pimentel, Ludmila Cecilina Martinez | - |
| dc.contributor.referee3 | Bastos, Dorotea Souza | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/9542180049705068 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A presente pesquisa propõe investigar mulheres que registram suas questões na relação entre
dançarina e câmera no autorretrato feminino. Partindo da pergunta, como acontece a criação
de imagens das mulheres que auto retratam suas individualidades na relação entre dançarina e
câmera? Justifico que a pesquisa se faz necessária pela importância de questionar a presença
feminina em mais registros acadêmicos e destacar mulheres no cenário artístico. O desejo
nessa trabalho surge do interesse de unir minhas duas áreas de formação, o Cinema e a Dança,
com estudo historiográfico, feminista, autobiográfico, guiado pela prática artística (Fernandes,
2014) e (Scialom; Fernandes, 2022) com trabalhos em fotoperformances e videodanças. O
capítulo que inicia o texto apresenta as primeiras imagens dançantes com as pinturas
rupestres. (Marques, 2013). Em seguida, revelo que os movimentos dançantes são construídos
a partir de uma conexão entre o corpo e a memória (Vianna, 2021). Exponho as pioneiras
artistas, como Catharina Van Hemessen (1548), primeira mulher que se autorretratou já
enfrentando o meio machista das Artes, juntamente com Sofonisba Anguissola (1555) e Anna
Waser (1691); Frida Kahlo, que imprimia suas memórias nos autorretratos; Tarsila do Amaral
com o célebre, Abaporu (1928). Para discutir o apagamento e a exploração aos corpos
femininos nas Artes, destaco Analívia Cordeiro com o videoarte, M3X3 (1973), primeira
brasileira a unir a dança com o digital fazendo uso do computador; Mulheres do Cinema, da
Dança e da Fotografia como, Alice Guy-Blaché, Adélia Sampaio, Maya Deren, Celina
Portella, Danny Bittencourt e Francesca Woodman; bem como, as artistas pesquisadoras,
Daniela Guimarães, Dorotea Bastos, Ludmila Pimentel, Mirella Misi, Adriana Bittencourt
Machado e Ciane Fernandes. Serão discutidos conceitos como CorpoImagem (Pimentel;
Bittencourt, 2019) e (Bastos; Pimentel, 2021); Fotocoreografia (Mundim, 2021);
Autofotografia (Savioli, 2022) dentre outros. Por fim, revelo como finalizo minhas imagens a
partir da edição coreográfica com efeitos de sobreposição e rastros de movimentos, e como se
dá a relação entre dançarina e câmera para criar as imagens do autorretrato feminino. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Dança | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGDANCA)
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