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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43404
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorFranco, Ana Lacombe Junqueira-
dc.date.accessioned2025-11-05T18:07:44Z-
dc.date.available2025-11-05T18:07:44Z-
dc.date.issued2025-06-18-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43404-
dc.description.abstractThis work arises from the need to converge and open horizons for when the act of dancing overflows the body–mind paradigm established since coloniality (Europe, 17th to 19th centuries). Who dances when I dance? is the question that casts the body(-that-dances) as the problem of this research. Based on and through my experiences in dance, and in dialogue with themes raised by the Japanese dancer Hijikata Tatsumi (1928–1986), this question guides the development of critical and creative reflection on the research object: the inseparable intertwining of dance, body, and politics. Dançapolítica: a cry from the body towards death thus seeks to expose and question the foundational pillars of the colonial–capitalistic paradigm inherent in the body of the I(-that-dances). This is the figure in which the research object converges. It is therefore central, as it represents the exercise of political power within myself. Synonymous with the I think, therefore I am, it is a modus operandi whose sensory experience is conditioned by its rational mind — Reason. Essential authors for understanding this paradigm are Denise Ferreira da Silva, Marilena Chauí, Gilles Deleuze, André Lepecki (when presenting the ontology of dance tied to the mode of its structure), and Christine Greiner (in presenting characteristics of the body–mind logic). The emergence of the figure of the I(-that-dances) occurs through writing itself: a somatic–performative writing, embodied and situated in the context of Practice as Research [PaR]. The body’s cry is for the I(-that-dances) to once again trust its more-than-human reality. Thus, death is not a final sentence, but a condition for its process of becoming what it is — its paradoxical experience of life-and-death. Carried out through its solar experience represented in the Bakongo Cosmogram, Dikenga Dia Kongo, as presented by Fu-Kiau, the I(-that-dances) learns/unlearns itself as cosmic, recognizing that the void constitutes it. Authors such as Bunseki Fu-Kiau, Christine Greiner, Michiko Okano, and Mario Novello are key to this discussion. Liberating sensitivity from rational conditioning was a task made possible through the “confluence” of African cosmology (with Fu-Kiau and Katiúscia Pontes); Afro-diasporic philosophies (with Leda Maria Martins and Muniz Sodré); Indigenous thought (with the Brazilian Ailton Krenak and the Mexican Don Juan); and, finally, European philosophy, with Gilles Deleuze who, converging with Don Juan, contributes with his concepts of becoming and sensation.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDançapolíticapt_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.subjectCorpopt_BR
dc.subjectHijikatapt_BR
dc.subjectCosmologiapt_BR
dc.subject.otherDançapolíticapt_BR
dc.subject.otherDancept_BR
dc.subject.otherPoliticspt_BR
dc.subject.otherBodypt_BR
dc.subject.otherHijikatapt_BR
dc.subject.otherCosmologypt_BR
dc.titleDançapolítica: um grito do corpo para a mortept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDANÇApt_BR
dc.contributor.advisor1Rocha, Lucas Valentim-
dc.contributor.referee1Rocha, Lucas Valentim-
dc.contributor.referee2Assis, Thiago Santos de-
dc.contributor.referee3Tourinho, Ligia Losada-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9781345080015584pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho surge da necessidade de confluir e abrir horizontes para quando o ato de dançar extravasa o paradigma corpo-mente constituído desde a colonialidade (Europa, séculos XVII a XIX). Quem dança quando danço? é a pergunta que lança o corpo(-quedança) como problema desta pesquisa. A partir e através das minhas experiências em dança e em diálogo com temáticas levantadas pelo dançarino japonês Hijikata Tatsumi (1928-1986), essa questão orienta o desenvolvimento da reflexão crítica e criativa sobre o objeto da pesquisa, a relação entre dança, corpo e política no seu entrelaçamento inseparável. Dançapolitica: um grito do corpo para a morte procura, assim, expor e pôr em xeque os pilares de sustentação do paradigma colonial-capitalístico inerente ao corpo do Eu(-que-dança). Essa é a figura na qual o objeto de pesquisa se converge. Por isso, central, já que é o exercício do poder político em mim. Sinônimo do Eu(penso, logo existo), ele é um modus operanti que tem condicionada sua experiência sensível à sua mente racional, a Razão. Autores imprescindíveis para entender esse paradigma são Denise Ferreira da Silva, Marilena Chauí, Gilles Deleuze, André Lepeck quando apresenta a ontologia da dança atrelada ao modo de sua estrutura, e Christine Greiner, ao apresentar características da lógica corpo-mente. A emergência da figura do Eu(-quedança) se dá através da própria escrita: uma escrita somático-performátiva, corporalizada e inserida no contexto da Prática como Pesquisa [PaP]. O grito do corpo é para que Eu(- que-dança) volte a confiar na sua realidade mais-que-humana. Assim morrer não é uma sentença final, mas condição para seu processo de tornar-se no que se é, sua experiência paradoxal de vida-e-morte. Realizada por meio da sua experiencia solar retratada no Cosmograma Bakongo, Dikenga Dia Kongo, apresentado por Fu-Kiau, o Eu(-que-dança) apre(e)nde-se cósmico e que o vazio lhe constitui. Autores como Bunseki Fu-Kiau, Christine Greiner, Michiko Okano e Mario Novello. Libertar a sensibilidade da condicionalidade racional foi uma tarefa possível graças à “confluência” da cosmologia africana, com Fu-Kiau e Katiúscia Pontes; das filosofias afro-diaspórica, com Leda Maria Martins e Muniz Sodré; indígena, com o brasileiro Ailton Krenak e o mexicano Don Juan; e, por fim, européia, com Gilles Deleuze que, convergindo com Don Juan, contribui com seu conceito de devir e sensação.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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