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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43170
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Diana Lúcia Gonzaga da-
dc.date.accessioned2025-10-08T17:15:52Z-
dc.date.available2025-10-08T17:15:52Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationSILVA, Diana Lúcia Gonzaga da. Retorno à educação na região metropolitana de Salvador e efeitos espaciais salariais. Revista Econômica do Nordeste, [S. l.], v. 47, n. 4, p. 9–27, 2017. DOI: 10.61673/ren.2016.614pt_BR
dc.identifier.issn2357-9226pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43170-
dc.description.abstractThe objective of this study is to identify possible spatial effects in estimating the return to education in the Salvador Metropolitan Region. The literature in Labor Economics estimates the return to education based on observed and unobserved worker characteristics. Regional and Urban Economics has included location as a determinant of wages but disregarded the presence of spatial autocorrelation in wage distribution. Social interactions between individuals belonging to certain groups (spaces) may explain part of the wages. This article uses spatial econometrics to estimate an extended Mincerian wage equation. The study uses a sample of microdata from the 2010 Demographic Census for the weighted areas of the Salvador Metropolitan Region. The econometric specification uses the Spatial Autoregressive Model, and the estimation is performed using the Ordinary Least Squares method and the Generalized Method of Moments in two stages. The results showed a 5.6% return to education for individuals in the Salvador metropolitan region. This return remained unchanged after the spatial wage lag was included. The results showed a 1.4% wage gain from the wages of neighbors within the same weighted area. This result suggests that peer effects exist in individual wage determination.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation47pt_BR
dc.relation.ispartofRevista Econômica do Nordestept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEducação - Bahiapt_BR
dc.subjectSaláriopt_BR
dc.subjectEspaçopt_BR
dc.subjectEconomia do trabalhopt_BR
dc.subject.otherEducation - Bahiapt_BR
dc.subject.otherWagept_BR
dc.subject.otherSpacept_BR
dc.subject.otherLabor economypt_BR
dc.titleRetorno à educação na Região Metropolitana de Salvador e efeitos espaciais salariaispt_BR
dc.title.alternativeReturn to education in the Metropolitan Region of Salvador and spatial effects on wagespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.initialsBNBpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA DOS RECURSOS HUMANOSpt_BR
dc.citation.issue4pt_BR
dc.citation.spage9pt_BR
dc.citation.epage27pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.61673/ren.2016.614pt_BR
dc.description.resumoO objetivo deste estudo é identificar possíveis efeitos espaciais na estimação do retorno à educação na Região Metropolitana de Salvador. A literatura em Economia do Trabalho estima o retorno à educação a partir das características observadas e não observadas dos trabalhadores. A Economia Regional e Urbana incluiu a localização como um determinante salarial, mas desconsiderou a presença de autocorrelação espacial na distribuição de salários. Interações sociais entre indivíduos pertencentes a determinados grupos (espaços) podem explicar parte dos salários. Este artigo utiliza econometria espacial para estimar uma equação salarial minceriana ampliada. O estudo utiliza uma amostra de microdados do Censo Demográfico (2010), para as áreas de ponderação da região metropolitana de Salvador. A especificação econométrica adota o Spatial Autoregressive Model e a estimação é realizada com o método de Mínimos Quadrados Ordinários e o Generalized Method of Moments em dois estágios. Os resultados mostraram um retorno à educação de 5,6% para os indivíduos da região metropolitana de Salvador. Este retorno não se alterou após a inclusão da defasagem espacial salarial. Os resultados mostraram um ganho salarial de 1,4% oriundo dos salários dos vizinhos pertencentes à mesma área de ponderação. Este resultado sugeriu que existem Peer Effects na determinação salarial individual.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo Publicado em Periódico (FCE)

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