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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42976
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Jéssica Scheer-
dc.date.accessioned2025-09-19T18:12:13Z-
dc.date.available2025-09-15-
dc.date.available2025-09-19T18:12:13Z-
dc.date.issued2025-07-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42976-
dc.description.abstractLa tesis investiga cómo se articula discursivamente la blanquitud en las retrataciones públicas de personas acusadas de racismo en Brasil, utilizando el Análisis del Discurso Materialista como herramienta teórico-metodológica. El trabajo parte de la premisa de que internet, especialmente las redes sociales, se ha convertido en un espacio de denuncia y acusación de violencias raciales, culminando en procesos de “cancelamiento” de figuras públicas leídas como blancas. La investigación se propone analizar cómo estas figuras movilizan la (in)culpabilidad blanca en sus pedidos de disculpas, a partir de cuatro casos específicos: una cineasta del sur de Brasil, una influencer digital, la empresa Carrefour tras el asesinato de João Alberto y la cantante Wanessa Camargo. Para ello, se movilizan conceptos como Sujeto, Formación Discursiva e Interdiscurso (Pêcheux), además de nociones de culpa provenientes del psicoanálisis, del cristianismo y del derecho penal. El análisis evidencia que, en estas retrataciones, hay un desplazamiento del destinatario: la culpa no se dirige a las víctimas reales —cuerpos negros— sino a un “Otro” abstracto y genérico, revelando contradicciones que producen el efecto de que la blanquitud tendría dificultad o estaría constitutivamente imposibilitada de asumir responsabilidades. De este modo, el discurso de disculpas refuerza el mantenimiento del lugar de ignorancia performada y la imagen de la blanquitud como eterno aprendiz. La investigación también destaca la necesidad de romper con las lecturas normativas de la blanquitud, buscando, a partir de teorías negras y de una perspectiva crítica, mapear las contradicciones del discurso blanco y las jerarquías raciales que este sostiene. El estudio invita a reflexionar sobre las articulaciones entre lenguaje, corporalidad y poder, contribuyendo a la desnaturalización del privilegio blanco en Brasil.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAnálise do Discurso Materialistapt_BR
dc.subjectBranquitudept_BR
dc.subjectCulpapt_BR
dc.subjectRetrataçãopt_BR
dc.subject.otherMaterialist Discourse Analysispt_BR
dc.subject.otherWhitenesspt_BR
dc.subject.otherGuiltpt_BR
dc.subject.otherRetractionpt_BR
dc.title“Eu até tenho amigos que são”: a discursividade da (des)culpa branca em textos de retratação racista(s)pt_BR
dc.title.alternative«Hasta tengo amigos que lo son»: la discursividad de la (des)culpa blanca en textos de retracción racista(s)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Luiz Felipe Andrade-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4732734539276154pt_BR
dc.contributor.referee1Paixão, Cassiane de Freitas-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9836646117494150pt_BR
dc.contributor.referee2Machado, Isadora Lima-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3110624682904059pt_BR
dc.contributor.referee3Silva, Luiz Felipe Andrade-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4732734539276154pt_BR
dc.creator.ID0009-0002-2534-2587pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9572930507768453pt_BR
dc.description.resumoA dissertação investiga como a branquitude se articula discursivamente nas retratações públicas de pessoas acusadas de racismo no Brasil, utilizando a Análise do Discurso Materialista como ferramenta teórico-metodológica. O trabalho parte da premissa de que a internet, especialmente as redes sociais, tornou-se um espaço de denúncia e acusação de violências raciais, culminando em processos de “cancelamento” de figuras públicas lidas como brancas. A pesquisa se propõe a analisar como essas figuras mobilizam a (des)culpa branca em seus pedidos de desculpas, a partir de quatro casos específicos: uma cineasta gaúcha, uma influenciadora digital, o Carrefour após o assassinato de João Alberto e a cantora Wanessa Camargo. Para tanto, mobilizam-se conceitos como Sujeito, Formação Discursiva e Interdiscurso (Pêcheux), além de noções de culpa oriundas da psicanálise, do cristianismo e do direito penal. A análise evidencia que, nessas retratações, há um deslocamento do destinatário: a culpa não se dirige às vítimas reais — corpos negros — mas a um “Outro” abstrato e genérico, revelando contradições que produzem o efeito de que a branquitude teria dificuldade em ou seria constitutivamente impossibilitada de assumir responsabilidades. Desse modo, o discurso de desculpas reforça a manutenção do lugar de ignorância performada e a imagem da branquitude como eterno aprendiz. A pesquisa também destaca a necessidade de romper com as leituras normativas da branquitude, buscando, a partir de teorias negras e de uma perspectiva crítica, mapear as contradições do discurso branco e as hierarquias raciais que ele sustenta. O estudo convida a refletir sobre as articulações entre linguagem, corporeidade e poder, contribuindo para a desnaturalização do privilégio branco no Brasil.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGLINC)

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