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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42860
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLimaverde, Ingrid-
dc.date.accessioned2025-09-08T16:20:30Z-
dc.date.available2025-09-08T16:20:30Z-
dc.date.issued2025-07-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/42860-
dc.description.abstractThis dissertation explores the work of writer Maura Lopes Cançado, present in her two books Hospício é deus: diário I and O sofredor do ver, with the aim of reflecting on how her writing is constructed through the traces of confinement and in the artistic gestures that dismantle suffocating spaces. Based on the images produced by the author and the context of their creation — the asylum territory —, I seek to understand the contradictions that permeate her literary endeavor and place her work on the threshold between containment and freedom. This study also proposes reflections on the desire to write within a space of death, such as the asylum, grounded in the concept of desiring-machines by Deleuze and Guattari (2010), and investigates this process as an artistic gesture linked to women's writing, drawing from the considerations of Cixous (2022) and Lorde (2020). Finally, it analyzes three recurring images in Lopes Cançado’s work — the stone, the gaze, and the fall —, understood here as poetic strategies for dismantling the logic and structures of the cloister, supported by Pelbart’s (1993) notion of a world without a model. In this direction, the discussions developed here do not aim to find a single interpretation of the author's work, but are grounded in the deviation proposed by her own writing, as suggested by Felman’s (1978) idea of the literary thing.pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPESBpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMaura Lopes Cançadopt_BR
dc.subjectLoucurapt_BR
dc.subjectClausurapt_BR
dc.subjectEscrita de mulherespt_BR
dc.subjectLiberdadept_BR
dc.subject.otherMaura Lopes Cançadopt_BR
dc.subject.otherMadnesspt_BR
dc.subject.otherConfinementpt_BR
dc.subject.otherWomen’s writingpt_BR
dc.subject.otherFreedompt_BR
dc.titleDesocupada no tempo, não fixada: a criação além da clausura na produção de Maura Lopes Cançadopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Costa, Júlia Morena-
dc.contributor.referee1Castelo Branco, Lucia-
dc.contributor.referee2Laranjeira, Antonio Eduardo Soares-
dc.contributor.referee3Costa, Júlia Morena Silva da-
dc.creator.ID0009-0000-1140-9731pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7975465232440910pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação percorre a produção da escritora Maura Lopes Cançado, presente em seus dois livros Hospício é deus, diário I e O sofredor do ver, com o objetivo de refletir sobre os modos como sua obra se constrói nos rastros da clausura e também nos gestos artísticos de derrubada desses espaços de sufocamento. A partir das imagens produzidas pela autora e de seu contexto de criação — o território manicomial —, busco compreender as contradições que atravessam seu fazer literário e que situam sua produção em um limiar entre a contenção e a liberdade. O trabalho propõe, ainda, reflexões sobre o desejo de escrita em um espaço de morte, como o hospício, amparado pelo conceito de máquinas desejantes de Deleuze e Guattari (2010), e investiga esse processo como gesto artístico relacionado à escrita de mulheres, a partir das considerações de Cixous (2022), Lorde (2020). Por fim, analisa três imagens recorrentes na obra de Lopes Cançado — a pedra, o olhar e a queda —, compreendidas aqui como estratégias poéticas de desmonte das lógicas e estruturas do claustro, sustentada pela noção de mundo sem modelo, de Pelbart (1993). Nessa direção, as discussões aqui elaboradas não buscam encontrar uma interpretação única sobre a produção da escritora — incitada pela coisa literária de Felman (1978) — mas se firmam no desvio proposto por sua própria escrita.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGLITCULT)

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