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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41626
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Título: Estas Mulheres Série de Reportagens sobre a Prostituição na Ladeira da Montanha
Autor(es): Silva, Eliane Costa
Primeiro Orientador: Miranda, Nadja
Resumo: Este trabalho foi gestado durante os quatros anos da graduação. As idéias de temas e formatos para sua realização começaram a ser cogitadas em dezembro de 1999, quando, ainda caloura, assisti a defesa de uma monografia, de um livro-reportagem e de um vídeo poema de gaveta no auditório da Facom no Canela. Naquele momento, nenhuma das formas ali apresentadas cabiam nas minhas habilidades e comecei então a buscar conhecimentos para realizar o que então se chamava Projeto Experimental. Durante algum tempo a monografia era a forma escolhida, porém esta idéia foi se afastando a partir do contato com as técnicas do jornalismo. O fascínio pela reportagem brotou já no primeiro semestre, na disciplina Comunicação Jornalística, onde o professor Emiliano José ensinou como se constrói um lead. Confesso que o aproveitamento não foi dos melhores, mas, perceber as minhas dificuldades foi um ótimo ponto de partida. Dois semestres depois, entrei na Oficina de Jornalismo Impresso I, ali o objetivo não era só escrever um lead, e sim, uma matéria inteira. Os tropeços inicias foram inevitáveis, mas os equívocos de formas de apuração e de construção dos textos foram sendo superadas com o aumento da prática, propiciada pelo acompanhamento de todo o trabalho de planejamento e edição de dois números do Jornal Laboratório, nos quais pude até escrever um editorial. Neste aprendizado o professor Elias Machado Gonçalves teve fundamental importância. Foi através de suas orientações que descobri que podia ser uma boa jornalista. O convite para fazer o Jornal da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência-SBPC no semestre seguinte deu-me o incentivo que faltava para realização de um produto jornalístico como trabalho final. Nesta época eu já fazia parte, como bolsista de iniciação científica, do grupo de pesquisa: A Evolução Conceitual da Regulamentação da Televisão no Brasil, coordenada pelo professor e então vice-reitor Othom Jambeiro. A aproximação com o estudo acadêmico através das discussões no grupo de pesquisa, a construção de textos e participação em seminários e congressos, gerou novas oportunidades de acúmulo de conhecimentos, fazendo surgir um novo campo de interesse: a pesquisa cientifica. Os conflitos entre a pesquisa teórica e a prática jornalística começaram a aparecer na construção dos textos e foi potencializada pela falta de oportunidade de fazer matérias jornalísticas durante o curso, em que escrevi muito mais textos científicos. Por isso, aprimorei o hábito da leitura e da busca constante de informações complementares sobre qualquer tema estudado, o que foi muito útil no desenvolvimento deste trabalho. A partir do quarto semestre, com a aproximação da elaboração do projeto de conclusão, busquei aproveitar cada oportunidade para acumular conhecimentos sobre diversos assuntos e decidir em qual me deter. Porém, com o tempo, interesses específicos foram surgindo e acabei, sem perceber, direcionando minhas atenções e leituras para a causa feminina, suas lutas e vitórias. A certeza de que este era um caminho viável veio com a observação do aumento na cobertura da imprensa sobre a importância da mulher na sociedade e as conversas constantes com a professora Lindinalva Rubim. Linda, que já havia me ensinado a ter um olhar especializado sobre a mídia na disciplina Comunicação e Atualidade, muito me incentivou nas pesquisas desta área. Seus conselhos e dicas de leitura muito contribuíram para construção de um olhar diferenciado sobre o tema. O interesse era por causas gerais, embora a luta de categorias específicas de mulheres me chamasse muito à atenção. Com o tempo e a necessidade de fazer recortes no tema para facilitar a abordagem do assunto, optei por falar de mulheres, que geralmente não são citadas por outras mulheres: as prostitutas. A opção tomou ares de decisão graças à interferência de outra professora: Nadja Miranda, que conheci durante a Oficina de Assessoria de Comunicação. Nadja passou então, a ser a orientadora e principal incentivadora deste trabalho. Sem as suas orientações e a liberdade oferecida na construção das reportagens, este trabalho não seria o mesmo. Foi dela a solução para vários conflitos e dificuldades que encontrei durante as visitas à Ladeira da Montanha e no momento de escrever os textos.
Palavras-chave: prostituição
ladeira da montanha
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO
Idioma: por
País: Brasil
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Sigla da Instituição: UFBA
metadata.dc.publisher.department: Faculdade de Comunicação
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41626
Data do documento: Nov-2003
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Jornalismo (FACOM)

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