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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41305
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAragão, Marcela Gomes-
dc.date.accessioned2025-02-20T13:32:13Z-
dc.date.available2025-02-20T13:32:13Z-
dc.date.issued2023-08-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41305-
dc.description.abstractThe research-creation proposed in this dissertation aims to investigate, narrate, and discuss experiences of performative programs conceived by the author and partner individuals between 2019 and 2022, influenced by intersecting relationships between gender, race, and class. The choice to denominate this study as research-creation is intended to avoid hierarchizing theoretical and practical processes, while simultaneously invoking and advocating the notion that these processes occur together and intrinsically. The research problem consists of the following inquiry: how to occupy and disrupt spaces of power through the creation and reflection on performative programs that emerge from a feminist thought aligned with anti-racist, anti-sexist, and anti-homophobic politics? The focus on the gender debate is proposed based on authors who align themselves with an intersectional perspective: Lorde (2019), Figueiredo (2020), Bilge and Collins (2021). In turn, the concept of the investigated performative program arises from the understanding of researcher Eleonora Fabião (2013), who proposes the performative program as the creation of a situation, problem, or political experimentation. Distinct methodologies are combined to navigate this research-creation: coreocartography by Dolores Galindo and Daniele Miliolli (2017); and cartography by Virgínia Kastrup and Eduardo Passos (2013) and by Suely Rolnik (2014). The tests and analysis of the performative programs presented here constitute a cartography of experiences that were traversed both by the author individually and in collaboration with other women.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCartografiapt_BR
dc.subjectInterseccionalidadept_BR
dc.subjectFeminismospt_BR
dc.subjectPrograma performativopt_BR
dc.subject.otherCartographypt_BR
dc.subject.otherIntersectionalitypt_BR
dc.subject.otherFeminismpt_BR
dc.subject.otherPerformative programpt_BR
dc.title33 bombas em cima de nós: cartografando programas performativos por uma perspectiva feminista interseccionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDANÇApt_BR
dc.contributor.advisor1Guimarães, Daniela Bemfica-
dc.contributor.referee1Guimarães, Daniela Bemfica-
dc.contributor.referee2Aquino, Rita Ferreira de-
dc.contributor.referee3Conceição, Nirlyn Karina Seijas Castillo-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3450601667875424pt_BR
dc.description.resumoA pesquisa-criação proposta nesta dissertação objetiva investigar, narrar e discutir experiências de programas performativos idealizados pela autora e pessoas parceiras entre 2019 e 2022, afetados por relações interseccionais entre gênero, raça e classe. A escolha por denominar este estudo de pesquisa-criação se dá com o intuito de não hierarquizar os processos teóricos e práticos, ao mesmo tempo que é convocada e defendida a noção de que esses processos acontecem juntos e intrinsecamente. O problema de pesquisa consiste na seguinte indagação: como ocupar e friccionar espaços de poder a partir da criação e da reflexão sobre programas performativos que surgem de um pensamento feminista aliado a políticas antirracistas, antissexistas e anti-homofóbicas? O direcionamento do debate sobre gênero é proposto a partir das autoras que se aliam a uma perspectiva interseccional: Lorde (2019), Figueiredo (2020), Bilge e Collins (2021). Por sua vez, o conceito de programa performativo investigado se dá a partir do entendimento da pesquisadora Eleonora Fabião (2013), que propõe programa performativo como a criação de uma situação, problema, experimentação política. Metodologias distintas são combinadas para navegar nesta pesquisa-criação: a coreocartografia, por Dolores Galindo e Daniele Miliolli (2017); e a cartografia por Virgínia Kastrup e Eduardo Passos (2013) e por Suely Rolnik (2014). As testagens e análises dos programas performativos, aqui apresentados, são uma cartografia de experiências que foram atravessadas tanto pela autora individualmente, como na guerrilha com outras mulheres.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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