Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41230
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorGori, Ana Luiza de Castro Leite-
dc.date.accessioned2025-02-14T15:50:49Z-
dc.date.available2025-02-13-
dc.date.available2025-02-14T15:50:49Z-
dc.date.issued2024-06-06-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41230-
dc.description.abstractThis study is dignifying, it portrays black women in tap dance with respect, love and truth, including myself. Many, not to say most of them, faceless, nameless, historyless women, but in my research, I found their traces, their legacies, their living presences alongside mine. Tap dance is based on an African and diasporic cradle and is sedimented by matriarchy and related philosophies that will be discussed in this study, such as Afrikana Womanism (Weems, 2020), the construction of gender (Oyěwùmí, 2021), heterosexual white patriarchy and how these institutions permeate the experience of black women and their womanhood. This work reflects the indignation of my years of practicing tap dance, whose trajectory was forged in erasures, but which, as a primordial characteristic of black women, allowed me to follow the path that led me to prosper. Upon discovering in my research other black women doing this, I gained strength to use forms of writing based on fable (Hartman, 2022), debauchery, irony (Paixão and Santos, 2017), street smarts (Santos, 2020) and another thought of the future, Afrofuturism (Freitas, 2015 and Womack, 2013). The path chosen at the crossroads between Africa and Europe clearly found tap dance being formed in blackness, long before any encounter with other so-called contemporary peoples. Stories will be told because we will tell them, we will be the voices of a time that existed, exists and will exist. Black women, bathed in their knowledge, established, remained and maintained their feet in the best rhythm of their lives that today we call tap.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDança Tappt_BR
dc.subjectMulheres Negraspt_BR
dc.subjectHistória do Tappt_BR
dc.subjectSapateado Americanopt_BR
dc.subjectDança americana - História e críticapt_BR
dc.subjectSapateado - História e crítica.pt_BR
dc.subjectNegras na artept_BR
dc.subjectNegras na dançapt_BR
dc.subject.otherTap Dancept_BR
dc.subject.otherBlack Womenpt_BR
dc.subject.otherTap Historypt_BR
dc.subject.otherAmerican Art formpt_BR
dc.titleTap(a) na cara: mulheres negras na dança tap e suas histórias brilhantespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Ferraz, Fernando Marques Camargo-
dc.contributor.referee1Ferraz, Fernando Marques Camargo-
dc.contributor.referee2Conrado, Amélia Vitória de Souza-
dc.contributor.referee3Quirino, Kelly Tatiane-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3479534248385249pt_BR
dc.description.resumoEste estudo é dignificante, retrata com respeito, amor e verdade as mulheres negras na dança tap, incluindo eu mesma. Muitas, para não dizer em sua maioria mulheres sem rosto, sem nome, sem história, mas que, em busca, achei seus rastros, seus legados, suas presenças vivas junto à minha. A dança tap fundamentada em berço africano e diaspórico e sedimentada pelo matriarcado e filosofias relacionadas que serão discutidas neste estudo, como o Mulherismo Afrikana (Weems, 2020), a construção de gênero (Oyěwùmí, 2021), o patriarcado branco heterossexual e como essas instituições perpassam a vivência das mulheres negras e suas mulheridades. Este trabalho reflete a indignação de meus anos de prática da dança tap, cuja trajetória foi forjada em apagamentos, mas que, como característica primordial da mulher negra, eu soube trilhar o caminho que me levou a prosperar. Ao descobrir em minha pesquisa outras mulheres negras nesse fazer fui ganhando força para utilizar formas de escritas pautadas em fabulação (Hartman, 2022), deboche, ironia (Paixão e Santos, 2017), a malandragem (Santos, 2020) e um outro pensamento do que virá, o afrofuturismo (Freitas, 2015 e Womack, 2013). O caminho escolhido na encruzilhada entre África e Europa encontrou comprovadamente a dança tap sendo formada na negritude, muito antes de qualquer encontro com outros povos ditos contemporâneos. Histórias serão contadas pois nós as contaremos, nós seremos as vozes de um tempo que existiu, existe e existirá. As mulheres negras banhadas em seus saberes, constituíram, mantiveram e fincaram os seus pés no melhor ritmo das suas vidas que hoje chamamos tap.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Dissertação Ana Luiza de Castro.pdf5,71 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.