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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41045
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAndrade, Carlos Augusto de-
dc.date.accessioned2025-01-31T02:34:29Z-
dc.date.available2025-01-30-
dc.date.available2025-01-31T02:34:29Z-
dc.date.issued2024-06-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41045-
dc.description.abstractThis work examines ways of perceiving times and bodies violated by colonization – synonymous with possession - of this territory to be called Brazil. From the perspective of Pero Vaz de Caminha's Carta de Achamento, it unfolds the demonization of Brazilian bodies as a procedural process, and is permanent in today's dancing bodies. It externalizes the problem: Would the concept of Demonizing Inversion be distinguishable in Pero Vaz de Caminha's Letter to investigate colonizing images of time and bodies rooted in contemporary Brazilian dancers? Firstly, the colonization of spiral time (MARTINS, 2021) by the chronological time axiom for the "past that does not pass", which would culminate in the Brazilian proposition of colonized and colonizer. Secondly, the colonization of the body by the image (MACHADO, 2012), body † cross and its demonizing inversion (CLARK, 2006). In the following bibliographical review, using a post-positivist research method (FERNANDES, 2013), we will explore the relational possibilities of possession, either by agreeing (BENTO, 2022) with its violent system, or by dialoguing with the demons engendered, for a reflexive unraveling of the bodies that dance, by conjecturing them as time (CARDOSO, 2013), by making-saying (SETENTA, 2008) of themselves, in recognition of their Brazilian historicity.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectCarta de Achamento de Pero Vaz de Caminhapt_BR
dc.subjectColonização – Possessãopt_BR
dc.subjectInversão demonizantept_BR
dc.subjectModos de Percepçãopt_BR
dc.subjectDança - Filosofiapt_BR
dc.subjectImagem corporal na artept_BR
dc.subjectDescolonização na artept_BR
dc.subjectPercepçãopt_BR
dc.subject.otherDancept_BR
dc.subject.otherPero Vaz de Caminha's Letter of Discoverypt_BR
dc.subject.otherColonization – Possessionpt_BR
dc.subject.otherDemonizing Inversionpt_BR
dc.subject.otherModes of Perceptionpt_BR
dc.titleDançando com demônios: cartas aos colonizados e colonizadores corpos dançantes brasileirospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDANÇApt_BR
dc.contributor.advisor1Machado, Adriana Bittencourt-
dc.contributor.referee1Machado, Adriana Bittencourt-
dc.contributor.referee2Silva, Márcia Virgínia Mignac da-
dc.contributor.referee3Dias, Kenia E Silva-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8619286108531983pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho perscruta modos de percepção de tempos e corpos violentados pela colonização – sinonímia a possessão –, deste território a ser chamado Brasil. Perspectivado pela Carta de Achamento de Pero Vaz de Caminha desdobrando-a como procedimental a demonização dos corpos brasileiros, e se permanente aos corpos dançantes da atualidade. Exterioriza o problema: O conceito de Inversão Demonizante seria distinguível na Carta de Pero Vaz de Caminha para investigarmos imagens colonizadoras do tempo e dos corpos arraigados aos dançantes brasileiros da contemporaneidade? De intuito observar, analisar criticamente e imaginar por aproximações as violências colonizadoras, primeiramente, a colonização do tempo espiralar (MARTINS, 2021) pelo tempo cronológico axioma para “passado que não passa”, que culminaria ao brasileiro a proposição de colonizado e colonizador. Em segundo, a colonização do corpo pela imagem (MACHADO, 2012), corpo † cruz e sua inversão (CLARK, 2006) demonizante. Doravante revisão bibliográfica, utilizando método pós-positivista (FERNANDES, 2013) de pesquisa, esquadrinharemos possibilidades relacionais a possessão, seja pelo pactuar (BENTO, 2022) com sua sistemática violenta, seja pelo dialogar com os demônios engendrados, para um desenlaçar reflexivo aos corpos que dançam, ao conjecturá-los como tempo (CARDOSO, 2013), ao fazer-dizer (SETENTA, 2008) de si, em reconhecimento de sua historicidade brasileira.pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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