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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40480
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLima, Sheila Karine Melo-
dc.date.accessioned2024-10-22T14:31:27Z-
dc.date.available2024-10-22T14:31:27Z-
dc.date.issued2023-11-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/40480-
dc.description.abstractIt is known that a patchwork shell is made of several different scraps, of different colors, different textures, and these fabrics still have stories that they passed through in different ways, at different times, stories that intersected, that made other stories and in a given moment, in a place, in a project, the needle and thread appeared, and we began to collect these scraps, and to believe that from those scraps a quilt with several paths would “emerge”. The sewing of this patchwork quilt took place slowly, slowly, basting from the “Aldeia Mangue” project, this thread came to sew the quilt little by little in different ways, forming several paths connecting present and past, until reaching “Preta Sinhá Preto Sinhô: Sewn Paths of an Ancestral Gaze”. The present study aims to expose the trajectory of creation of the choreographic process, “Preta Sinhá, Preto Sinhô”, revealing ways to understand and investigate how the black dancing body connects, searches and awakens to identity and ancestral relationships of African origin. “Preta Sinhá, Preto Sinhô” deals with ancestries and identities in the processes of creation in dance. from a counter-colonial perspective, stimulated by self-identification and political and social recognition of what it means to be black, based on the body experienced socially, culturally, historically and artistically. in experiences lived with Afro-diasporic dances, inherited from ancestral African culture. This is research on/in movement with an identity and singular character that makes it possible to revisit collective practices of cultural production, based on the self-knowledge proposed in the shape of the choreographic process. The work stands in defense of Afro-diasporic arts, as a political and pedagogical strategy, regarding identity and ancestry. The methodology used is guided by the studies of writing by Evaristo (2020), where the concept of writing corroborates writing, where I place myself in the condition of narrator and experience of my own life story, built from ancestral family memories; in addition to observing how these studies were carried out based on the methodology proposed by Bianca Bazzo Rodrigues (2016).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectAncestralidade diaspóricapt_BR
dc.subjectPreta Sinhápt_BR
dc.subjectPreto Sinhôpt_BR
dc.subject.otherDancept_BR
dc.subject.otherIdentitypt_BR
dc.subject.otherAncestry diasporicpt_BR
dc.subject.otherPreta sinhápt_BR
dc.subject.otherPreto sinhôpt_BR
dc.titlePreta Sinhá Preto Sinhô: caminhos costurados de um olhar ancestralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA)pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDançapt_BR
dc.contributor.advisor1Paixão, Maria de Lurdes Barros da-
dc.contributor.referee1Paixão, Maria de Lurdes Barros da-
dc.contributor.referee2Conrado, Amélia Vitória de Souza-
dc.contributor.referee3Agg, Katia-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6417342387273324pt_BR
dc.description.resumoÉ sabido que uma colcha de retalhos é feita de várias partes diferentes, de cores diferentes, texturas diferentes, e esses tecidos ainda tem histórias que passaram de formas diferentes, em tempos diferentes, histórias que se cruzaram, que fizeram outras histórias e num dado momento, em um determinado lugar, em um determinado projeto, surge a linha e a agulha, começamos, então a catar os retalhos, e a acreditar que a partir deles “insurge” uma colcha com vários caminhos. A costura dessa colcha de retalhos foi se dando devagarzinho, alinhavando a partir do projeto “Aldeia Mangue”. Essa linha veio costurando a colcha, pouco a pouco, de várias formas, formando vários caminhos, ligando presente e passado, até chegar à pesquisa, Preta Sinhá, Preto Sinhô: Caminhos Costurados de um Olhar Ancestral. O presente estudo se propõe a expor a trajetória de criação do processo coreográfico “Preta Sinhá, Preto Sinhô”, revelando caminhos para compreender e investigar como o corpo negro dançante se conecta, procura e desperta com/para as relações identitárias e ancestrais de origem africana. “Preta sinhá, Preto Sinhô” trata das ancestralidades e identidades nos processos de criação em dança, dentro de uma perspectiva contra colonial, estimulada pela auto identificação e reconhecimento político e social do que é ser negra, a partir do corpo vivido socialmente, culturalmente, historicamente e artisticamente em experiências vivenciadas junto às danças afrodiaspóricas, herdadas da cultura ancestral africana. Trata-se de uma pesquisa de/em movimento com caráter identitário e singular que possibilita revisitar as práticas coletivas de produção cultural, sobretudo, a partir do autoconhecimento proposto no feitio do processo coreográfico. O trabalho se coloca em defesa das artes afrodiaspóricas, como estratégia política e pedagógica da identidade e da ancestralidade. A metodologia utilizada se orienta pelos estudos sobre “Escrevivências” de Conceição Evaristo (2020), onde tal conceito corrobora para a escrita, através da qual me coloco como narradora e experimentadora de minha própria história de vida, construída de memórias ancestrais familiares, assim como pela observação de como esses estudos se deram a partir da metodologia proposta por Bianca Bazzo Rodrigues (2016).pt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Dançapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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