| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Mendes, Jéssica Alana Lopes | - |
| dc.date.accessioned | 2024-10-03T13:14:55Z | - |
| dc.date.available | 2024-10-03T13:14:55Z | - |
| dc.date.issued | 2023-12-19 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40292 | - |
| dc.description.abstract | The object of study of this dissertation is the dances performed in the years 2021, 2022 and 2023 in two indigenous mobilizations: Acampamento Terra Livre (ATL) and Marcha das Mulheres Indígenas (MMI). The main objective is to analyze the dances of indigenous bodies as a power of life in co-existence in the face of coloniality and understand movement as an ancestral and collective heritage for the continuity of their corpas-territories, in the face of relationships established between indigenous dance, body, cognition and confronting state policies. To this end, a methodological approach is used that combines bibliographic review and field research (via the application of semi-structured interviews with indigenous bodies participating in the mobilizations that constitute the research corpus). Regarding the bibliographic review, the following authors stand out: Helena Katz (2005); Christine Greiner (2005); Eliane Potiguara (2018); Geni Nuñez (2019); Sandra Benites (2018); William McNeill (1995); Ailton Krenak (2022, 2020); and Davi Kopenawa (2015). In addition to those mentioned, the compilation of Indigenous Literature articles, 0rganized by Trudruá Dorrico (2020), is also essential for research. The hypothesis raised here considers
dance as a political and cognitive act of struggle, as it activates muscular and ancestral links capable of promoting kinesthetic ordering and, therefore, strengthening bodies in ways of grouping together and collectively resisting. To resist, the ability to be resilient, to live in a spiral and in continuous movement with the collective, is emphasized here. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Danças indígenas | pt_BR |
| dc.subject | Cognição | pt_BR |
| dc.subject | Luta | pt_BR |
| dc.subject | Teoria Corpomídia | pt_BR |
| dc.subject.other | Indigenous dances | pt_BR |
| dc.subject.other | Cognition | pt_BR |
| dc.subject.other | Fight | pt_BR |
| dc.subject.other | Corpomedia Theory | pt_BR |
| dc.title | Dançagrafias de corpas indígenas em luta: acampamento terra livre e marcha das mulheres indígenas | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Dança (PPGDANCA) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | DANÇA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Silva, Márcia Virgínia Mignac da | - |
| dc.contributor.referee1 | Silva, Márcia Virgínia Mignac da | - |
| dc.contributor.referee2 | Moura, Gilsamara | - |
| dc.contributor.referee3 | Ribeiro, Ruth Silva Torralba | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5202782968882140 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A presente dissertação tem como objeto de estudo as danças realizadas nos anos de 2021, 2022 e 2023 em duas mobilizações indígenas: Acampamento Terra Livre (ATL) e Marcha das Mulheres Indígenas (MMI). O objetivo principal é analisar as danças das corpas indígenas, como potência de vida em
co-existência diante da colonialidade. Assim como, compreender a movência enquanto herança ancestral e coletiva, para a continuidade de suas corpas-territórios, diante de relações estabelecidas entre dança indígena, corpo, cognição e enfrentamento às políticas de estado. Para tal, utiliza-se uma abordagem metodológica que combina revisão bibliográfica e pesquisa de campo (via aplicação de entrevistas semi-estruturadas com as corpas indígenas participantes das mobilizações que constituem o corpus da
pesquisa). No tocante à revisão bibliográfica, destaca-se os seguintes autores: Helena Katz (2005); Christine Greiner (2005); Eliane Potiguara (2018); Geni Nuñez (2019); Sandra Benites (2018); William Mcneill (1995); Ailton Krenak (2022, 2020); e Davi Kopenawa (2015). Além dos citados, o compilado de
artigos Literatura Indígena, organizado por Trudruá Dorrico (2020), também é imprescindível para a pesquisa. A hipótese que aqui se levanta, considera a dança como um ato político e cognitivo de luta, na medida em que aciona elos musculares e ancestrais capazes de promover um ordenamento cinestésico e,
portanto, o fortalecimento das corpas em modos de agruparem-se e resistirem coletivamente. Para resistir, enfatiza-se aqui a capacidade de estar em resiliência, de viver em espiral e em movimento contínuo junto ao coletivo. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Dança | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGDANCA)
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