| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Monteiro, Ewerton de Santana | - |
| dc.date.accessioned | 2023-04-18T09:01:19Z | - |
| dc.date.available | 2023-04-18T09:01:19Z | - |
| dc.date.issued | 2022-12-09 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36857 | - |
| dc.description.abstract | For some time, many works on police and military have been produced by the academy. And it
should not be different, since the participation of these agents in the public and political life of
the country has always been a constant, since the military and police are present in almost all
the important events of the political life of Brazil. Thus, more recently, between 2018 and 2022,
the military and police resumed their protagonism, and voluntarily or not, were elected and
helped to elect a legion of conservative and right-wing politicians, both in the executive and in
the federal and state legislatures and municipal. Against this ideological perspective,
predominantly widespread inside and outside corporations, which, in general, legitimize
recrudescent discourses and actions, a group of police officers “defenders of human rights”,
and who seek to restructure the current model of public security, passed also to compete in the
public debate on public security, criminal policy, police and politics. Pejoratively called
“watermelons” or “leftist police” by other conservative and right-wing police, military and
politicians, some joined a collective calling themselves: Antifascism Police. Thus, despite the
innumerable and diversified research on the police and the military, the spectrum on the left,
especially the police, involves new perspectives, even more so when it comes to the group in
question, as perhaps the work is among those that inaugurate the debate on the object
specifically. In this way, our starting question wanted to know how these police officers are
inserted and how they participate in the Antifascism Police Movement. The overall objective
was to understand which public debate the group intends to establish. Specifically, we also
wanted to understand if there are and what, if any, are the movement's ideological
contradictions; analyze the material conditions of existence; to know how insertion takes place
and to analyze how the anti-fascist narrative of its members is characterized. In the
methodology, we applied the qualitative approach, which had as a method the “content
analysis”, elaborated from the use of the “technique of in-depth qualitative interviews”. Thus,
this research tried to contribute to a process that demonstrates that, since ancient times, police
and military are and are politicized, and in the most diverse ways involved in politics. In
addition to aiming to contribute to the debate, and put into perspective, the categories of the
Military Left and the Police Left. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | CC0 1.0 Universal | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/ | * |
| dc.subject | Antifascismo | pt_BR |
| dc.subject | Fascismo | pt_BR |
| dc.subject | Polícia | pt_BR |
| dc.subject | Policiais - Política | pt_BR |
| dc.subject | Policiais - Política militar | pt_BR |
| dc.subject | Segurança pública | pt_BR |
| dc.subject | Política | pt_BR |
| dc.subject.other | Police | pt_BR |
| dc.subject.other | Antifascism | pt_BR |
| dc.subject.other | Policy | pt_BR |
| dc.subject.other | Fascism | pt_BR |
| dc.subject.other | Police - Military policy | pt_BR |
| dc.subject.other | Anti-fascism | pt_BR |
| dc.title | “Nem bandido, nem herói. Policial é trabalhador”: O movimento de Policiais Antifascismo e as polícias na política | pt_BR |
| dc.title.alternative | "Neither bandit nor hero. Policeman is a worker": The Anti-Fascism Police Movement and the Police in Politics | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Estudos, Pesquisas e Formação em Políticas e Gestão de Segurança Pública (PROGESP) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Carvalho Filho, Milton Júlio de | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8503345414115222 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Carvalho Filho, Milton Júlio de | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8503345414115222 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Barboza, Anderson Duarte | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/8661958923950364 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Arantes, Rafael de Aguiar | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/9187555671886787 | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/7888070307563460 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Há algum tempo muitos trabalhos sobre polícia e militares vêm sendo produzidos pela
academia. E não deveria ser diferente, já que a participação destes agentes na vida pública e
política do país sempre foi uma constante, pois, militares e policiais estão presentes em quase
todos os eventos importantes da vida política do Brasil. Assim, mais recentemente, entre os
anos de 2018 e 2022, militares e policiais retomaram o protagonismo, e voluntariamente ou
não, se elegeram e ajudaram a eleger uma legião de políticos conservadores e à direita, tanto no
executivo, quanto no legislativo federal, estadual e municipal. Na contramão dessa perspectiva
ideológica, predominantemente difundida dentro e fora das corporações, que, no geral,
legitimam discursos e ações repressivas recrudescidas, um grupo de policiais “defensores dos
direitos humanos”, e que buscam a reestruturação do atual modelo de segurança pública,
passaram também a disputar o debate público sobre segurança pública, política criminal, polícia
e política. Chamados pejorativamente por outros policiais, militares e políticos conservadores
e de direita de “melancias”, ou de “policiais esquerdistas”, alguns se associaram em um coletivo
autodenominando: Policiais Antifascismo. Assim, embora as inúmeras e diversificadas
pesquisas sobre polícia e militares, o espectro à esquerda, sobretudo policial, comporta novos
olhares, ainda mais se tratando do grupo em questão, pois talvez o trabalho esteja entre os que
inauguram o debate sobre o objeto especificamente. Deste modo, nossa pergunta de partida quis
saber como se dá a inserção e a forma de participação desses policiais no Movimento de
Policiais Antifascismo. O objetivo geral visou compreender qual debate público o grupo
pretende estabelece. Especificamente quisemos também compreender se há e quais são, caso
haja, as contradições ideológicas do movimento; analisar as condições materiais de existência;
conhecer como se dá a inserção e analisar como se caracteriza a narrativa antifascista de seus
integrantes. Na metodologia aplicamos a abordagem qualitativa, que teve como método a
“análise de conteúdo”, elaborada a partir do uso da “técnica de entrevistas qualitativas em
profundidade”. Assim, essa pesquisa intentou contribuir com processo que demonstra que,
desde outrora, policiais e militares são e estão politizados, e das mais diversas formas
envolvidos na política. Além de visar contribuir com o debate, e pôr em perspectiva, as
categorias da Esquerda Militar e da Esquerda Policial. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Direito | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação - Mestrado Profissional em Segurança Pública, Justiça e Cidadania (MPSPJC/PROGESP)
|