| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Iara Brandão de | - |
| dc.contributor.author | Sousa, Ramile Gomes Uzeda | - |
| dc.creator | Sousa, Ramile Gomes Uzeda | - |
| dc.date.accessioned | 2021-03-09T01:19:43Z | - |
| dc.date.available | 2021-03-09T01:19:43Z | - |
| dc.date.issued | 2018 | - |
| dc.date.submitted | 2018-08-28 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32975 | - |
| dc.description.abstract | Este trabalho estudou o comportamento da percolação de óleo bruto, água de
produção e efluente tratado da água de produção, em solos naturais arenosos, sendo,
tanto os líquidos como os solos, provenientes de áreas de exploração de petróleo nos
estados do Rio Grande do Norte e Ceará (UO-RNCE). As amostras de solo foram
coletadas em sete diferentes áreas do campo de petróleo, e as utilizadas neste
trabalho são designadas como: 1A, 1B, 3A, 4A, 4B, 6A e 7A. Foi feita a percolação de
água de produção (AP) nos solos 1A, 3A, 4A, 4B, 6A e 7A; de efluente tratado (ET)
no solo 6A e de óleo bruto no solo 1B. Os ensaios de laboratório permitiram a obtenção
das curvas de retenção (drenagem e umedecimento), permeabilidade saturada, e dos
parâmetros de transporte: fator de retardo (Rd), coeficiente de dispersão
hidrodinâmica (Dh) e coeficiente de dispersividade longitudinal (αL). As curvas de
retenção no ramo de drenagem foram determinadas por ensaios de vaporização e
técnica de tensiometria. As curvas de retenção no ramo de umedecimento foram
obtidas durante o regime transiente, em colunas de percolação, utilizando um par de
sensores (umidade e sucção). Quanto aos parâmetros de transporte, foram obtidos
por meio dos ensaios em colunas em amostras indeformadas dos solos, onde também
se avaliou o fluxo de hidrocarbonetos, medido por meio do parâmetro HTP. Essa
medida foi substituída pela medida da condutividade elétrica, após ser demonstrado,
experimentalmente, que esses dois parâmetros foram correlacionados. Na percolação
da água de produção (AP) e do efluente tratado (ET), as curvas de chegada foram
ajustadas com modelo analítico, encontrando-se os resultados à seguir. O fator de
retardo (Rd) ficou próximo de 1,0 nas seis amostras (1A, 3A, 4A, 4B, 6A e 7A), devido
à baixa interação dos solutos com a matriz porosa. Os valores do coeficiente de
dispersividade longitudinal (αL), de 1 a 22 cm; do coeficiente de dispersão
hidrodinâmica (Dh), de 10-3 a 10-2 cm²/s; e do número de Peclet, de 0,16 a 76,30,
indicaram mecanismos de transporte advectivo e dispersivo na percolação dos fluidos
de interesse (AP e ET). A percolação do óleo bruto nas três amostras da área 1B
apresentou limitações na execução, tendo-se avaliado apenas a profundidade de
penetração (de 5 a 17 cm), com períodos distintos de percolação (de 8 dias a um ano) | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | FAPESB | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Solos arenosos | pt_BR |
| dc.subject | Parâmetros de transporte | pt_BR |
| dc.subject | Curva de chegada | pt_BR |
| dc.subject | Hidrocarbonetos de petróleo | pt_BR |
| dc.title | Estudo em colunas da percolação de óleo bruto, água de produção e efluente tratado de petróleo em solos naturais do Rio Grande do Norte e do Ceará | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.referees | Oliveira, Iara Brandão de | - |
| dc.contributor.referees | Machado, Sandro Lemos | - |
| dc.contributor.referees | Futai, Marcos Massao | - |
| dc.publisher.departament | Escola Politécnica | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Engenharia Civil | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPEC)
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