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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/30728
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSetenta, Jussara-
dc.contributor.authorCosta, Liana-
dc.creatorCosta, Liana-
dc.date.accessioned2019-10-10T15:17:48Z-
dc.date.available2019-10-10T15:17:48Z-
dc.date.issued2019-
dc.date.submitted2019-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/30728-
dc.description.abstractEsse estudo surge com o interesse de refletir sobre o fazer coletivo em processos de criação na dança contemporânea. Para isso investigou-se o procedimento de lideranças móveis que prevê o revezamento entre os propositores dos laboratórios de corpo e movimento, em busca da organização de uma dramaturgia – que se propõe a criar algum sentido de integridade – feita de forma compartilhada entre os dançarinos-criadores. Apresento experiências práticas de dois agrupamentos artísticos de Recife, em diálogo com conceitos de alguns autores da área da filosofia e da dança, fazendo uma ponte da prática com teorias contemporâneas sobre processos de criação, modos de organização, produção de subjetividades e dramaturgia na dança. Nas ideias de Sueli Rolnik (2006, 2013, 2015 e 2018), Felix Guattari (1995 e 2013) e Gilles Deleuze(1995), esse estudo compreende a subjetividade como campo importante para se discutir experiências dos sujeitos de maneira não individualista e privada, mas como uma possibilidade de pensá-la como processos de singularização numa reconfiguração constante a partir dos vetores e contextos que as atravessam. Ou seja, a organização da subjetividade como algo coletivo, público. A pesquisa traz reflexões de Marianne Kerkhoven(2016), Ana Pais (2010) e André Lepecki (2010 e 2016) investindo numa discussão contemporânea de construção da dramaturgia em processo, que se configura no curso do próprio fazer, se alinhando com questões da performatividade na dança (Setenta, 2008). Lepecki (2010) complexifica essa discussão de dramaturgia abrindo a possibilidade para uma autonomia da obra, como sendo ela norteadora das escolhas dramatúrgicas. Ao debater sobre práticas compartilhadas para criação dramatúrgica, num entendimento de subjetividades como produção coletiva, a dissertação traz uma contribuição para o campo da dança valorizando espaços para a multiplicidade, para a descolonização de saberes e para um pensamento de fronteira (Mignolo,2008).pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectProcessos de criaçãopt_BR
dc.subjectProdução de subjetividadespt_BR
dc.subjectProcessos de singularizaçãopt_BR
dc.subjectDramaturgia em processo,pt_BR
dc.subjectMultiplicidade na dançapt_BR
dc.titleDramaturgia compartilhada: lideranças móveis como procedimento em processos de criação em dança contemporâneapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesMachado, Adriana-
dc.contributor.refereesRosa, Thaís-
dc.publisher.departamentEscola de Dançapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós - Graduação em Dançapt_BR
dc.publisher.initialsPPGDANÇApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqDANÇApt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGDANCA)

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