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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/17727
metadata.dc.type: Artigo de Periódico
Título : Frequência de disfunção sexual em mulheres com doenças reumáticas
Otros títulos : Brazilian Journal of Rheumatology
Autor : Ferreira, Clarissa de Castro
Mota, Licia Maria Henrique da
Oliveira, Ana Cristina Vanderley
Carvalho, Jozélio Freire de
Lima, Rodrigo Aires Corrêa
Simaan, Cezar Kozak
Rabelo, Francieli de Sousa
Sarmento, José Abrantes
Oliveira, Rafaela Braga de
Santos Neto, Leopoldo Luiz dos
metadata.dc.creator: Ferreira, Clarissa de Castro
Mota, Licia Maria Henrique da
Oliveira, Ana Cristina Vanderley
Carvalho, Jozélio Freire de
Lima, Rodrigo Aires Corrêa
Simaan, Cezar Kozak
Rabelo, Francieli de Sousa
Sarmento, José Abrantes
Oliveira, Rafaela Braga de
Santos Neto, Leopoldo Luiz dos
Resumen : Objetivo Pesquisar a prevalência de disfunção sexual em mulheres com as seguintes doenças reumáticas: lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, esclerose sistêmica, síndrome antifosfolípide e fibromialgia acompanhados no Ambulatório de Reumatologia do Hospital Universitário de Brasília e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Métodos Utilizou-se o índice de função sexual feminina (Female Sexual Function Index – FSFI), questionário que contém 19 itens que avaliam 6 domínios: desejo sexual, excitação sexual, lubrificação vaginal, orgasmo, satisfação sexual e dor. Resultados Foram avaliadas 163 pacientes. A média de idade foi de 40,4 anos. A prevalência de disfunção sexual foi de 18,4%, porém 24,2% das pacientes não apresentaram atividade sexual nas últimas 4 semanas. Entre os subgrupos, as pacientes com fibromialgia e esclerose sistêmica foram as com maior índice de disfunção sexual (33%). Se excluirmos as pacientes sem atividade sexual, a taxa de disfunção sobe para 24,2%. Conclusão A prevalência de disfunção sexual encontrada neste estudo foi menor em relação à literatura. Entretanto, 24,2% das pacientes entrevistadas negaram atividade sexual nas últimas 4 semanas, o que pode ter contribuído para o baixo índice de disfunção sexual.
Palabras clave : Sexualidade
Disfunção sexual
Doenças reumáticas
Qualidade de vida
Comportamento sexual
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
URI : http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17727
Fecha de publicación : 2013
Aparece en las colecciones: Artigo Publicado em Periódico (Faculdade de Medicina)

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