| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Rubim, Linda Silva Oliveira | - |
| dc.contributor.author | Santos, Juracy Marques dos | - |
| dc.creator | Santos, Juracy Marques dos | - |
| dc.date.accessioned | 2013-05-10T20:59:01Z | - |
| dc.date.available | 2013-05-10T20:59:01Z | - |
| dc.date.issued | 2008 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10835 | - |
| dc.description | Rubim, Linda Silva Oliveira ver Rubim, Lindinalva Silva Oliveira | - |
| dc.description.abstract | Há um capítulo vazio sobre a história e identidade dos grupos indígenas do São Francisco, hoje cerca de 32 povos, distribuídas em mais de 38 territórios. O Povoamento do Vale Arcaico Franciscano, segundo dados de pesquisas arqueológicas (VERGNE, 2004), teve início há pelo menos nove mil anos atrás. Contudo, entre a pré-história e história dos grupos humanos dessa região, há um abismo de desconhecimento. Parte do que sabemos é decorrente da cultura material (artefatos líticos, cerâmicos, orgânicos – esqueletos, adornos, restos de fauna e flora -, pinturas e gravuras rupestres, etc), levantada em salvamentos feitos por vários/as pesquisadores/as nacionais e internacionais (MARTIN, 1996; ETCHEVARNE, 2002; PROUS, 1992; GUIDON, 2004; VERGNE, 2004; BELTRÃO, 2004; FERNANDES 2005; KESTERING, 2007), sobretudo nas áreas inundadas pelas grandes barragens. Mesmo as informações levantadas não são suficientes para resolver o impasse a respeito da continuidade/descontinuidade histórico-simbólico-cultural entre os grupos originários e os povos indígenas remanescentes” do Velho Chico. Esta pesquisa de caráter multidisciplinar ocupou-se de analisar a forma como os povos indígenas do São Francisco, particularmente o Povo Tuxá de Rodelas, estudo de caso da tese, pensam a cultura material levantada nos salvamentos arqueológicos das barragens (Sobradinho, Itaparica e Xingó) e a incorporam nos seus processos identitários contemporâneos. Os resultados nos permitem inferir que esses grupos não só reconhecem essa cultura material como pertencentes a seus ancestrais, como a incorporam nos seus processos de afirmação das identidades coletivas na contemporaneidade, num processo de eleição de códigos simbólicos, tradicionais/presentes, que consideram relevantes. Apesar da importante contribuição dos salvamentos arqueológicos, constata-se que parte significativa dessa memória do povo brasileiro se perdeu embaixo das águas represadas pelas Usinas Hidroelétricas, desde o Alto até o Baixo São Francisco. Cotidianamente também observarmos um flagrante desrespeito ao patrimônio histórico-arqueológico do povo do São Francisco, o que torna imperativo a urgente mobilização para preservar o pouco que resta dessa memória ribeirinha, hoje complexamente enlaçada às reivindicações de repatriamento pelos grupos indígenas “remanescentes”, resistentes. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA | pt_BR |
| dc.subject | Barragens | pt_BR |
| dc.subject | Etnicidade indígena | pt_BR |
| dc.subject | Cultura material e repatriamento | pt_BR |
| dc.subject | Barrages | pt_BR |
| dc.subject | Ethnie indigène | pt_BR |
| dc.subject | Culture matériel et rapatriement | pt_BR |
| dc.title | Cultura materia e etinicidade dos povos indigenas do São Francisco afetados por barragens: um estudo de caso dos Tuxá de Rodelas, Bahia, Brasil | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.description.localpub | Salvador | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (POSCULTURA)
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