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Title: AUSTEN 3.0: ADAPTAÇÃO E TRANSMIDIAÇÃO NA AUSTENMANIA CONTEMPORÂNEA
Authors: Santos, Gisele Moreira
???metadata.dc.contributor.advisor???: Souza, Carla Dameane Pereira de
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Salvadori, Juliana Cristina
Keywords: Adaptação;transmidiação;Austenmania;Literatura Inglesa;Romance
Issue Date: 13-Mar-2020
Abstract: A presente dissertação trata das relações da transmidiação com a Austenmania contemporânea, entendida aqui como resultado da constante presença de adaptações de obras da escritora inglesa Jane Austen (1775 – 1817) para o cinema, TV e internet que se reinventam dialogando com uma gama de gêneros e público. Jane Austen cujos romances completos Razão e Sensibilidade (1811) Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), A Abadia de Northanger (1818) e Persuasão (1818) ecoam na cultura pop, firmou se um nome de relevância dentro da literatura inglesa por tornar se um marco na consolidação da tradição do romance feminino. A partir deste, apontamos o contexto no qual a escrita de Austen se formou, ilustrando o surgimento do romance como um gênero de importante relevância na Inglaterra, que se tornou popular principalmente ao público leitor feminino. Com o tempo, as mulheres da época passaram a utilizar o romance para escrever suas próprias narrativas sob seus pontos de vista mesmo sendo silenciadas pelas convenções da sociedade patriarcal como apontam Woolf (2014), Showalter (1977) e Grundy (1997). Delineamos aqui como a Austenmania surgiu com a consolidação de Jane Austen como um clássico, seu culto pelos fãs, e a relação desta com as novas mídias para as quais suas obras têm sido adaptadas. Tendo como recorte as adaptações das obras de Austen lançadas a partir dos anos 90 até a década presente, tornando Austen – textos e vida – recorrente nas produções mass-media, apresentamos brevemente como as ondas de Austenmania foram se delineando através das décadas e como estas seguiram convergindo entre as mídias. Questionamos, dialogando com o conceito de cultura da convergência (JENKINS, 2008), as razões que fazem os romances de Austen serem relevantes para a contemporaneidade e a capacidade que encontramos na sua escrita de fornecer materiais que sirvam de construto para a transmidiação. Por meio das novas mídias, potencializa as possibilidades de leitura e interação do público com os objetos aqui escolhidos para ilustrar essas relações; a web série The Lizzie Bennet Diaries (GREEEN, SU, 2012) e o romance Orgulho e Preconceito (AUSTEN, 1813).
This dissertation deals with the relations of transmedia with contemporary Austenmania, understood here as a result of the constant presence of adaptations of the works of the English writer Jane Austen (1775 - 1817) for cinema, TV and internet that reinvent themselves dialoguing, with a various range of genres and public. Jane Austen whose complete novels Sense and Sensitivity (1811) Pride and Prejudice (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), Northanger Abbey (1818) and Persuasion (1818) keep echoing in pop culture is a great name of relevance within the English literature for becoming a landmark in the consolidation of the feminine romance tradition. From then, we point the context in which the writing of Austen was formed illustrating the growth of the novel like a genre of important relevance in England, which became popular mainly to the female readership. Over time, women of the time began to use the novel to write their own narratives from their point of view, even though they were silenced by the conventions of patriarchal society as Woolf (2014), Showalter (1977) and Grundy (1997) point out. After setting the context, we outline here how Austenmania emerged with the consolidation of Jane Austen as a classic, her cult for the fans, and her relationship with the new media for which her works have been adapted. Taking the adaptations of Austen’s novels launched from the 90’s until the present decade, making Austen - texts and life - recurrent in mass - media productions. We briefly present how the Austenmania waves were depicted over the decades and how they continued to converge with the new media. We question, in dialogue with the concept of culture of convergence (JENKINS, 2008) the reasons that make Austen's novels relevant to contemporaneity, and the capacity we find in her writing to provide materials that serve as a construct for the transmedia. Through the new media, they empower the possibilities of reading and interaction between the public and the objects chosen here to illustrate these relations: the web series The Lizzie Bennet Diaries (GREEEN, SU, 2012) and the novel Pride and Prejudice (AUSTEN, 1813).
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31661
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