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Title: “Bandido bom é bandido morto”: as representações sociais dos policiais militares sobre os autores de delitos e o sistema de justiça criminal
Authors: Silva, Alexsandro de Oliveira e
???metadata.dc.contributor.advisor???: Almeida, Odilza Lines
Keywords: Policial Militar;Representações Sociais;Atividade Policial;Sistema de Justiça Criminal;Military Police;Social Representations;Police Activity;Criminal Justice System
Issue Date: 21-Jul-2019
Abstract: Esta pesquisa explora o modo como o policial militar do Estado da Bahia exerce sua atividade policial e como são influenciados nas decisões que tomam. Para responder a essas questões importantes buscamos direção na teoria das representações soci-ais, que é a modalidade de conhecimento particular que tem por função a elabora-ção de comportamentos e a comunicação entre indivíduos e são sustentadas tanto por conhecimentos oriundos da experiência cotidiana como pelas reapropriações de significados historicamente consolidados. As representações sociais têm como uma de suas finalidades tornar familiar algo não familiar, isto é, classificar, categorizar e nomear novos acontecimentos e ideias com as quais não tínhamos tido contato an-teriormente, possibilitando, assim, a compreensão e manipulação desses novos acontecimentos e ideias a partir de valores e teorias preexistentes e internalizados por nós e amplamente aceitas pela sociedade. Observar o cotidiano policial militar, caminhando pela teoria das representações sociais, fez desvendar situações pro-blemáticas para as quais há muito tempo não havia respostas, a exemplo da vigilân-cia predatória, mito das prisões, vidas descartáveis, gestão de ilegalismos e exalta-ção dos policiais que matam. Analisamos cada uma dessas categorias comparando com atuações, postagens e falas dos próprios policiais e concluímos que daí origi-nam os procedimentos que eles entendem como eficientes no combate ao crime.
This research explores how the military police of the State of Bahia carries out their police activity and how they are influenced in the decisions they make. In order to answer these important questions, we seek direction in the theory of social represen-tations, which is the particular modality of knowledge whose function is the elabora-tion of behaviors and communication between individuals and are supported both by knowledge derived from everyday experience and by reappropriations of historically consolidated meanings. Social representations have as one of their purposes to make familiar something unfamiliar, that is, to classify, categorize and name new events and ideas with which we had not previously had contact, thus enabling the understanding and manipulation of these new events and ideas to From values and theories pre-existing and internalized by us and widely accepted by society. Observ-ing the daily military police, walking through the theory of social representations, un-covered problematic situations for which there were long ago no answers, such as predatory surveillance, prison myths, disposable lives, management of illegal acts and exaltation of the policemen who kill. We analyze each of these categories by comparing them with the police officers' own actions, postings and statements of the police officers themselves and we conclude that they give rise to the procedures that they deem efficient in the fight against crime.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/30129
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