DSpace

RI UFBA >
Instituto de Psicologia >
Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) >
Dissertações de Mestrado (PPGPSI) >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24383

Title: Cultura, afeto e narrativas: os caminhos semióticos da paternidade no contexto da separação conjugal
Authors: Machado, Paulo Maciel
???metadata.dc.contributor.advisor???: Bastos, Ana Cecília de Sousa Bittencourt
Keywords: Paternidade.;Separação Conjugal.;Significados.;Psicologia Cultural de Orientação Semiótica.;Cônjuges – Separação (Psicologia).;Psicologia – Cultura.
Issue Date: 24-Oct-2017
Abstract: Desde o final da década de 1990, a paternidade passou a ser alvo de interesses científicos e jurídicos. Muitos estudos foram feitos, buscando verificar possíveis consequências da presença/ausência do pai no desenvolvimento infantil; outros, investigaram o fenômeno do envolvimento paterno; pesquisas também foram feitas, descrevendo que com o passar do tempo, a forma de se exercer a paternidade teve significativas alterações. Diversas leis foram editadas sobre o tema (como a mais recente Lei 13.058/14, que dispõe sobre a aplicação da guarda compartilhada), concorrendo para a legitimação do pai enquanto um personagem com papel singular, portador de direitos e deveres. Outras investigações voltaram-se também para o comportamento paterno – tendo como fonte de dados as percepções de filhos e cônjuges a respeito desses pais. Nota-se entretanto que, no atual estado da arte, pouca atenção foi dedicada à subjetividade dos pais – buscando compreender como estes personagens, na atualidade, pensam, sentem e agem, enquanto pais. A presente investigação foi teoricamente referenciada na Psicologia Cultural de Orientação Semiótica e teve como objetivo explorar as possíveis formas de se construir significados sobre paternidade por pais que passaram pela transição pessoal da separação conjugal, em um momento histórico marcado por transições na forma de atribuir significados à experiência de ser homem e ser pai. Para isto, quatro pais, representantes de paternidades construídas em condições diversas – idade; tempo de separação; modalidade da guarda; coabitação com filhos; estado civil; classe social -, foram entrevistados, proporcionando a exploração qualitativa sobre o tema. A investigação obteve como resultados indicativos sobre quais roteiros sociais a coletividade tem disponibilizado para balizar a experiência afetiva de paternidade no contexto de separação conjugal, além de indicativos a respeito de quais recursos semióticos estão sendo utilizados pelos pais contemporâneos para significar as suas experiências enquanto “pais separados” – como a percebem, o que pensam, o que sentem e o que fazem.
Since the late 1990s, paternity has come to be the subject of scientific and legal interests. Many studies were done, seeking to verify possible consequences of the presence / absence of the father in the development of children; Others have investigated the phenomena of parental involvement; Researches were also made, describing that over time, the way of exercising paternity had significant changes. A number of laws have been issued on the subject (such as the latest Law 13.058 / 14, which provides for the application of shared custody), which contributes to the legitimacy of the father as a person with a singular role, bearer of rights and duties. Other investigations have also turned to paternal behavior - having as a source of data the perceptions of children and spouses about these parents. It is noteworthy, however, that in the current state of art, little attention was paid to the subjectivity of fathers – looking for understanding how these characters nowadays think, feel and act as parents. The present research was theoretically referenced in the Cultural Psychology of Semiotic Guidance and aimed to explore the possible ways of constructing meanings on paternity by fathers who underwent the personal transition of the conjugal separation, in a historical moment marked by transitions in the form of assigning meanings to the experience of being a man and being a father. For this, four parents, representatives of paternities built in diverse conditions - age; separation time; guardian mode; cohabitation with children; marital status; social class - were interviewed, providing qualitative exploration on the topic. The research obtained as indicative results on which social routes the community has made available to mark the affective experience of paternity in the context of conjugal separation, as well as indicatives as to what semiotic resources are being used by contemporary fathers to mean their experiences - how they perceive it, what they think, what they feel and what they do
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24383
ISSN: Dissertação
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado (PPGPSI)

Files in This Item:

File Description SizeFormat
Dissertação FINAL.pdf1.86 MBAdobe PDFView/Open
View Statistics

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

    Universidade Federal da Bahia

Contate-nos. Saiba mais sobre o RI/UFBA