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Title: Densidade mineral óssea e gravidade de doença em pacientes com doença inflamatória intestinal
Authors: Mendes, Carla Andrade Lima
???metadata.dc.contributor.advisor???: Lyra, André Castro
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Santana, Genoile Oliveira
Keywords: Densidade mineral óssea;Retocolite ulcerativa;Doença de Crohn;Doença inflamatória intestinal;Osteoporose
Issue Date: 18-Sep-2017
Abstract: Introdução: A doença inflamatória intestinal está associada com baixa densidade mineral óssea. Nosso objetivo foi avaliar a associação entre gravidade de doença e DMO em pacientes com DII. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de prevalência com grupo de comparação, realizado com pacientes com DII. Todos os pacientes e controles realizaram densitometria óssea. Nos pacientes com DII, foram analisados uso de medicações, internação, localização, extensão e fenótipo da doença, de acordo com classificação de Montreal. Atividade de doença foi avaliada de acordo com índices de Harvey Bradshaw e Lichtiger. Análise de correspondência múltipla foi utilizada para avaliar variáveis categóricas. Resultados: Foram estudados 68 pacientes com RCU, 60 com DC e 67 pessoas saudáveis. Dentre os pacientes com DC, a maioria teve diagnóstico com idade entre 17 e 40 anos. Doença ileocolônica e não estenosante-não penetrante foi a localização de doença e o comportamento mais frequentes. Em relação a RCU, a colite extensa foi a extensão da doença mais encontrada. Pacientes apresentaram mais osteopenia que os controles. Sexo masculino, doença perianal, doença penetrante e idade de diagnóstico > 40 anos estiveram associados com baixa DMO nos pacientes com DC. Uso de azatioprina e infliximabe foi associado com osteopenia. Nos pacientes com RCU, colite esquerda, uso de corticóides e internação estiveram associados com baixa DMO. Não houve associação entre atividade de doença e osteopenia ou osteoporose. Conclusion: Gravidade de doença parece estar associada com osteopenia em pacientes com DII. Devemos estar atentos a alguns fatores que podem estar relacionados com essa perda óssea como doença perianal, comportamento penetrante e uso de azatioprina e infliximabe em pacientes com DC e colite esquerda em pacientes com RCU.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24194
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