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Title: Funny Games: o cinema cru de Michael Haneke
Authors: Sampaio, Livia
???metadata.dc.contributor.advisor???: Gomes, Regina
Keywords: Funny Games (filme);Michael Haneke;Análise Fílmica;Recepção;Crueldade
Issue Date: 12-Jul-2017
Abstract: Esta pesquisa aborda as estratégias narrativas e estéticas articuladas no filme Funny Games (1997), do diretor austríaco Michael Haneke, a fim de causar determinadas sensações no espectador. Pretende-se identificar de que forma o estupor causado por este filme, considerado violento e cruel, ao invés de sentenciar o Haneke a um provável ostracismo, abriu as portas do disputado mercado internacional para seus filmes posteriores, com a peculiaridade de ter um remake norte-americano, feito pelo próprio diretor, dez anos depois. No primeiro momento serão analisados os elementos que dão forma ao filme. Para o estudo da narrativa será priorizado o trabalho de Paul Ricoeur. As abordagens de David Bordwell embasarão questões específicas da arte cinematográfica, tanto relacionadas com a narrativa quanto com o estilo. Em seguida, serão apresentados alguns dados sobre a recepção dos filmes de Michael Haneke para contextualizar a reação do espectador de Funny Games no universo fílmico do diretor. Por fim, será feita a análise deste filme, no âmbito de produção dos seus filmes austríacos, com o propósito de mostrar que as emoções convocadas por Funny Games são fruto das estratégias calculadas com precisão para impactar o público através de uma trama que coloca em evidência uma prática perturbadora: a crueldade. Como resultado, pretende-se demonstrar que a elaboração rigorosa de Haneke é a chave para manter e ampliar a visibilidade sobre seus filmes, que persistem nos temas indigestos.
This research addresses the narrative and aesthetic strategies in the film Funny Games (1997), by the Austrian director Michael Haneke, articulated with the purpose of causing certain sensations in the viewer. The aim is to identify how the stupor caused by this film, considered violent and cruel, instead of sentencing Haneke to a probable ostracism, opened the doors of the disputed international market for his later films, with the peculiarity of having an American remake, made by the director himself, ten years later. At first we will consider the elements that form the film. For the analysis of the narrative we will prioritise the work of Paul Ricoeur. The approaches of David Bordwell will support specific issues of the cinematic art, both related to the narrative as to the style. Then we introduce some data on the reception of Michael Haneke’s films, to contextualise the Funny Games viewer's reaction in the filmic universe of the director. Finally, we will analyse the film, in the context of the production of Haneke’s Austrian movies, with the purpose of showing that the emotions convened by Funny Games are the result of strategies precisely calculated to impact the public through a plot that highlights a disturbing practice: cruelty. With that, we intend to demonstrate that Haneke’s rigorous development is the key to maintaining and increasing the visibility of his movies, that persist with hard to digest, disturbing themes.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23551
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