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Title: Freqüência de cardiopatia grave definida pela fração de ejeção e seus correlatos associados em portadores de miocardiopatias diversas.
Authors: Melo, Mateus Soares Moreira Majdalani de
???metadata.dc.contributor.advisor???: Matta, José Alberto Martins da
Keywords: Cardiopatia grave;Fração de ejeção;Miocardiopatia;Doença de Chagas;Disfunção ventricular esquerda
Issue Date: 18-Sep-2014
Abstract: O Brasil prevê benefícios para os portadores de doenças graves. A cardiopatia grave foi definida pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) ao produzir em 2006, a II Diretriz Brasileira de Cardiopatia Grave. A conceituação vale-se de dois preceitos: tipo da doença de base e acometimento funcional. Em determinadas condições pode-se configurar a cardiopatia grave através da fração de ejeção do ventrículo esquerdo menor que 35%. Objetivos: Determinar a frequencia de cardiopatia grave e seus correlatos e apresentar uma nova abordagem para a serie clinica estudada. Metodologia: Trata-se de um estudo de corte transversal baseado em uma análise de 806 prontuários não selecionados na Clinica de Miocardiopatias e Insuficiência Cardíaca do Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos no período de 13/09/2002 a 13/06/2008. Como critério de inclusão, os prontuários deveriam possuir dados do ecocardiograma, o que resultou em 629 prontuarios. Resultados: Houve um numero proporcional de homens e mulheres na população, prevalecendo aqueles de etnia não branca. A maior parte da população apresentação edema em MMII, dispneia aos esforços, era hipertensa e estava em uso de digoxina. Discussão: O presente estudo analisou comparativamente os diversos dados clínicos dos pacientes e percebeu uma relação entre esses achados e a cardiopatia grave, enquanto a etiologia da doença mais frequente, a chagásica, foi considerada fator predisponente para a cardiopatia grave. Conclusão: Quase metade da população tem critérios para a cardiopatia grave, sendo homens, hipertensos, dispneicos e em uso de digoxina os mais prevalentes. A doença é frequente no ambulatório e o medico deve ajudar o paciente em conseguir seus direitos.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/16103
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