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Title: Avaliação morfométrica da faringe em indivíduos classe I e II esquelética pela tomografia computadorizada de feixe cônico
Authors: Cabral, Milena Barreto de Arruda
???metadata.dc.contributor.advisor???: Machado, Adelmir de Souza
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Rebello, Iêda Margarida Crusoé Rocha
Keywords: Faringe;Crânio - Anomalias;Tomografia computadorizada de feixe cônico
Issue Date: 20-Aug-2014
Abstract: Variações anatômicas craniofaciais e no espaço aéreo são fatores etiológicos importantes para a obstrução das vias aéreas superiores. Indivíduos com classe II esquelética, que possuem retrusão mandibular, apresentam menores dimensões do espaço aéreo, quando comparados a indivíduos com classe I esquelética. A forma da faringe também influencia o risco de obstrução das vias aéreas, uma vez que pacientes com Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) possuem faringe menos elíptica no sentido transverso em relação a pacientes saudáveis. Este estudo teve como objetivo comparar a forma da faringe de indivíduos saudáveis, com padrão esquelético de classe II, e indivíduos saudáveis com padrão esquelético de classe I, através de tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC). Para este estudo, foram utilizadas 42 imagens de TCFC crânio total de adultos saudáveis, sem a presença de distúrbios de ordem respiratória, que pertenciam ao acervo do curso de Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial da Faculdade de Odontologia da UFBA e que seguiram os critérios de inclusão e exclusão. As imagens foram avaliadas por um único examinador previamente treinado através do programa Dolphin Imaging® versão 11.5 Premium. Para a classificação quanto ao padrão esquelético, foi utilizado o valor do ângulo ANB, e para avaliar a forma da faringe, foi determinada a razão entre o diâmetro lateral (LT) e o anteroposterior (AP) da menor área no corte axial da orofaringe. Os resultados mostraram que o volume e a mínima área axial são maiores em indivíduos com padrão esquelético de classe I, com uma diferença mediana de 5.379 mm3 e 86,8 mm2 , respectivamente. A mínima área axial é menor à medida que o volume da orofaringe diminui, pois houve correlação direta entre as variáveis, com rho = 0,78. Apesar de os diâmetros lateral (LT) e anteroposterior (AP) também serem maiores em indivíduos classe I, 2 e 3 mm e 6,0 mm respectivamente, a razão entre eles (LT ̸ AP) não se mostrou diferente. Como conclusão, verificou-se que o volume e a mínima área axial da orofaringe, assim como os diâmetros anteroposterior (AP) e lateral (LT) na mínima área axial, são menores em indivíduos com padrão esquelético de classe II do que em indivíduos com padrão esquelético de classe I. Não houve diferença na razão LT ̸ AP entre os padrões esqueléticos estudados, o que mostra que a forma da orofaringe é semelhante em indivíduos saudáveis com padrões esqueléticos diferentes.
URI: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/15660
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