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Title: Efetividade do tratamento supervisionado para a Tuberculose em cinco Unidades Federadas no Brasil.
Authors: Abreu, Ricardo Gadelha de
???metadata.dc.contributor.advisor???: Pereira, Susan Martins
Keywords: Municipalities priority;Tuberculosis;Abandono;Cura;DOTS;Municípios prioritários;Tuberculose;Saude publica;Directly-observed treatment (DOT);Cure;Abandonment
Issue Date: 2007
Publisher: Programa de pós-graduação em saúde coletiva
Abstract: OBJETIVO: Verificar a efetividade da estratégia DOTS para tuberculose e os percentuais de cura e de abandono em municípios brasileiros, além de comparar as coberturas do Programa Saúde da Família (PSF) e os percentuais de cura e de abandono nos municípios prioritários. MÉTODOS: Estudo ecológico exploratório de agregado espacial, em 114 municípios prioritários para tuberculose em 2004 e 109 em 2005 nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, utilizando-se dados da coorte de casos de tuberculose. RESULTADOS: Porto Alegre apresentou nos dois anos o menor percentual de Unidades de Saúde com Programa de Controle da Tuberculose e DOTS implantados e menor cobertura do Programa Saúde da Família, contudo não foi a capital com menores percentuais de cura no mesmo período. Da mesma forma, os municípios do Rio Grande do Sul foram os com menores coberturas DOTS, mas não necessariamente os com menores proporções de cura e de abandono quando comparados aos das outras Unidades Federadas do estudo. Cuiabá foi a capital com maiores coberturas DOTS, maiores percentuais de cura e menores de abandono. Nenhuma das capitais atingiu os 85% de cura e 5% de abandono preconizados pelo Ministério da Saúde. A mediana da cura entre os municípios selecionados no período variou em 2005, de 63,6% em Pernambuco a 81,7% no Amazonas, em 2004. O valor mediano da proporção de abandono variou de 5,7 em São Paulo, 2005 a 11,5% em Mato Grosso, 2004. As menores coberturas do Programa Saúde da Família foram no Rio Grande do Sul. CONCLUSÕES: Neste estudo, os maiores percentuais de cura e os menores de abandono não estão associados à estratégia DOTS.
Description: p. 1-38
URI: http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10361
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