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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/6025
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMarback, Eduardo Ferrari-
dc.contributor.authorCardoso, Camila Correa-
dc.contributor.authorMoitinho, Lívia Maria Nossa-
dc.contributor.authorMarback, Roberto Lorens-
dc.creatorMarback, Eduardo Ferrari-
dc.creatorCardoso, Camila Correa-
dc.creatorMoitinho, Lívia Maria Nossa-
dc.creatorMarback, Roberto Lorens-
dc.date.accessioned2012-05-31T14:41:35Z-
dc.date.available2012-05-31T14:41:35Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.issn0004-2749-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/6025-
dc.descriptionp.501-503pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Relatar a experiência com pilomatrixoma palpebral no Hospital Universitário Profº. Edgard Santos, em período de 30 anos. Métodos: Revisão no Registro do Laboratório de Patologia Ocular, de todos os casos de tumores palpebrais no período de 1974 a 2004. Após a identificação dos casos de pilomatrixoma, foram coletados dados referentes a gênero, idade, tempo de sintomatologia, aspecto, localização e suspeita diagnóstica inicial. As lâminas coradas pela hematoxilina e eosina foram revisadas. Resultados: Dentre os 621 casos de tumores palpebrais, quatro eram de pilomatrixoma (0,64%). Três pacientes eram do sexo masculino. A idade média foi de 25 anos, variando de 8 a 54. O tempo de sintomatologia médio foi de cinco meses, variando de 2 a 12. Em três casos a lesão localizava-se na pálpebra inferior. Em apenas um caso o diagnóstico clínico foi correto. Ao exame anatomopatológico, dois casos apresentavam pseudocápsula. O caso cuja sintomatologia foi mais prolongada exibia predominância de células do tipo fantasma. Reação tipo corpo estranho foi vista em todos os casos, calcificação em apenas um. Conclusões: Trata-se de tumor benigno bastante raro, acometendo principalmente jovens. Devido a sua raridade e pleomorfismo à apresentação, dificilmente o diagnóstico clínico é correto.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherConselho Brasileiro de Oftalmologiapt_BR
dc.sourcehttp://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492007000300019pt_BR
dc.subjectPilomatrixoma/diagnósticopt_BR
dc.subjectPilomatrixoma/patologiapt_BR
dc.subjectNeoplasias palpebraispt_BR
dc.subjectDiagnóstico diferencialpt_BR
dc.titleEstudo clínico-patológico do pilomatrixoma palpebral: experiência no hospital universitário Prof. Edgard Santospt_BR
dc.title.alternativeArq. Bras. Oftalmol.pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.localpubSão Paulopt_BR
dc.identifier.numberv. 70, n. 3pt_BR
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