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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44465
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMonteiro, Gabriel Marinho Bahia-
dc.date.accessioned2026-05-07T18:42:38Z-
dc.date.available2026-12-30-
dc.date.available2026-05-07T18:42:38Z-
dc.date.issued2025-03-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44465-
dc.description.abstractIntroduction: Discrimination and the non-disclosure of sexual orientation or gender identity within the family context can influence decisions related to sexual health and the prevention of HIV and other sexually transmitted infections, especially among adolescent men who have sex with men (AMSM) and transgender women and travestis (ATrMT). Thus, this study aimed to analyze the association between discrimination and non-disclosure of sexual orientation or gender identity within the family context and the initiation of pre-exposure prophylaxis for HIV (PrEP) use among AMSM and ATrMT. Methodology: Baseline data from the PrEP1519 cohort were used, a demonstration study on the effectiveness of PrEP among AMSM and ATrMT aged 15 to 19 years, conducted in Salvador, São Paulo, and Belo Horizonte between 2019 and 2023. Latent Class Analysis (LCA) was used to identify patterns of discrimination and non-disclosure of sexual orientation or gender identity within the family context, based on three categorical indicators. Descriptive, bivariate, and multivariate analyses were performed using logistic regression to estimate adjusted odds ratios (aOR) for the association between the predictor variable "discrimination and non-disclosure of sexual orientation or gender identity," obtained through LCA, and the outcome variable "PrEP initiation." Results: A total of 1,309 participants were included in the study, the majority being AMSM (91.4%), aged 18 to 19 years (74.9%), Black (72.1%), attending high school (71.9%), living in São Paulo (49.6%), and residing with parents or other family members (81.9%). Regarding PrEP initiation, 79.5% of participants started PrEP within 30 days after the first consultation. LCA identified three patterns among participants: i) low discrimination (67.6%, n = 885), ii) high discrimination (22.4%, n = 293), and iii) family unawareness of sexual orientation or gender identity (10.0%, n = 131). Multivariate analysis indicated that non-disclosure of sexual orientation or gender identity within the family context was associated with a lower likelihood of initiating PrEP use (aOR: 0.54; 95% CI: 0.34-0.83), whereas high family discrimination showed no statistically significant association (aOR: 1.23; 95% CI: 0.85-1.78). Conclusion: The findings suggest that non-disclosure of sexual orientation or gender identity within the family context may hinder the initiation of PrEP use. Thus, the importance of structural interventions, community support networks, and alternative modalities, such as injectable PrEP, is highlighted to ensure greater accessibility and adherence to prophylaxis among adolescents who face barriers in disclosing their sexual orientation or gender identity within the family context.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectDiscriminaçãopt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectProfilaxia Pré-Exposiçãopt_BR
dc.subjectHomens que fazem sexo com homenspt_BR
dc.subjectMulheres Trans e Travestispt_BR
dc.subjectAdolescentespt_BR
dc.subjectAnálise de Classes Latentespt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subject.otherDiscriminationpt_BR
dc.subject.otherFamilypt_BR
dc.subject.otherPre-Exposure Prophylaxispt_BR
dc.subject.otherMen who have sex with menpt_BR
dc.subject.otherTrans Women and Transvestitespt_BR
dc.subject.otherAdolescentspt_BR
dc.subject.otherLatent Class Analysispt_BR
dc.subject.otherBrazilpt_BR
dc.titleDiscriminação, não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar e o início do uso da profilaxia pré-exposição oral ao HIV entre adolescentes.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC-ISC)pt_BR
dc.publisher.initialsISC-UFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.contributor.advisor1Sousa, Laio Magno Santos de-
dc.contributor.referee1Sousa, Laio Magno Santos de-
dc.contributor.referee2Dourado, Maria Inês Costa-
dc.contributor.referee3Ramos, Dandara de Oliveira-
dc.contributor.referee4Galvão, Nila Mara Smith-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7537052186106821pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A discriminação e a não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar pode influenciar decisões relacionadas à saúde sexual e prevenção ao HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis, especialmente entre adolescentes homens que fazem sexo com homens (AHSH) e travestis e mulheres trans (ATrMT). Desse modo, esse estudo buscou analisar a associação entre discriminação e não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar e o início do uso da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) entre AHSH e ATrMT. Metodologia: Utilizou-se dados da linha de base da coorte PrEP1519, um estudo demonstrativo da efetividade da PrEP entre AHSH e ATrMT, com idade de 15 a 19 anos, conduzido em Salvador, São Paulo e Belo Horizonte entre 2019 e 2023. A Análise de Classes Latentes (ACL) foi utilizada para identificar padrões de discriminação e não revelação da orientação sexual ou da identidade de gênero no contexto familiar, com base em três indicadores categóricos. Foi realizada análise descritiva, bivariada e multivariada com a aplicação de regressão logística para estimar odds ratios ajustadas (ORa) da associação entre a variável preditora “discriminação e não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero”, obtida pela ACL e a variável desfecho “início do uso da PrEP”. Resultados: Um total de 1.309 participantes foi incluído no estudo, a maioria era AHSH (91,4%), com idade de 18 a 19 anos (74,9%), negros (72,1%), cursando o ensino médio (71,9%), morando em São Paulo (49,6%) e residindo com os pais ou outros familiares (81,9%). Quanto ao início do uso de PrEP, 79,5% dos participantes iniciaram a PrEP em até 30 dias após a primeira consulta. A ACL identificou três padrões entre os participantes: i) baixa discriminação (67,6%, n = 885), ii) alta discriminação (22,4%, n = 293) e iii) desconhecimento da orientação sexual ou identidade de gênero pelos familiares (10,0%, n = 131). A análise multivariada indicou que a não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar esteve associada a uma menor chance de iniciar o uso da PrEP (ORa: 0,54; IC95%: 0,34-0,83), enquanto a alta discriminação familiar não revelou associação estatisticamente significante (ORa: 1,23; IC95%: 0,85-1,78). Conclusão: Os achados sugerem que a não revelação da orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar pode dificultar o início do uso da PrEP. Assim, destaca-se a importância de intervenções estruturais, redes de apoio comunitário e modalidades alternativas, como a PrEP injetável, para garantir maior acessibilidade e adesão à profilaxia entre aqueles adolescentes que enfrentam barreiras na revelação de sua orientação sexual ou identidade de gênero no contexto familiar.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Saúde Coletiva - ISCpt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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