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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44464
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorTeixeira, Everly Caroline da Cruz-
dc.date.accessioned2026-05-07T18:42:04Z-
dc.date.available2026-12-30-
dc.date.available2026-05-07T18:42:04Z-
dc.date.issued2025-06-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44464-
dc.description.abstractThis dissertation analyzed inequalities in maternal deaths in Brazil between 2012 and 2023 through an intersectional approach focused on the social markers of race/skin color, educational attainment, and age group. Maternal mortality, recognized as a serious violation of human rights, was discussed as an expression of the multiple layers of exclusion that structurally affect Black women and other marginalized populations. Grounded in the theoretical framework of reproductive justice and intersectionality, the study used secondary data from the Mortality Information System (SIM) and the Live Birth Information System (SINASC), analyzed using cross-classification methods. The findings revealed that Black women (pretas and pardas) accounted for 66.7% of maternal deaths during the period studied, with the highest Maternal Mortality Ratios (MMR) observed among young Black adolescents with inadequate education (394.7 per 100,000 live births). The overlapping of racial, generational, and socioeconomic inequalities demonstrated that maternal death in Brazil is selective and reflects institutional omission toward the lives of specific populations. The intersectional analysis revealed how racism, sexism, and class oppression jointly determine preventable maternal deaths, exposing a persistent pattern of reproductive injustice. The study concludes that public policies committed to equity and social justice must recognize and address the intersectional vulnerabilities that structure the risk of maternal death in the country.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectMortalidade Maternapt_BR
dc.subjectInterseccionalidadept_BR
dc.subjectJustiça Reprodutivapt_BR
dc.subjectRacismo Estruturalpt_BR
dc.subjectDesigualdades em Saúdept_BR
dc.subject.otherMaternal Mortalitypt_BR
dc.subject.otherIntersectionalitypt_BR
dc.subject.otherReproductive Justicept_BR
dc.subject.otherStructural Racismpt_BR
dc.subject.otherHealth Inequalitiespt_BR
dc.titleAnálise interseccional das desigualdades nos óbitos maternos no Brasil: 2012 a 2023.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC-ISC)pt_BR
dc.publisher.initialsISC-UFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.contributor.advisor1Ramos, Dandara de Oliveira-
dc.contributor.advisor-co1Góes, Emanuelle Freitas-
dc.contributor.referee1Ramos, Dandara de Oliveira-
dc.contributor.referee2Góes, Emanuelle Freitas-
dc.contributor.referee3Alves, Flávia Jôse Oliveira-
dc.contributor.referee4Nery, Joilda Silva-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5622176472738749pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação analisou as desigualdades nos óbitos maternos no Brasil entre 2012 e 2023, por meio de uma abordagem interseccional, com foco nos marcadores sociais de raça/cor, escolaridade e faixa etária. A mortalidade materna, reconhecida como uma grave violação de direitos humanos, foi discutida como expressão das múltiplas camadas de exclusão que incidem de forma estruturante sobre mulheres negras e outras populações vulnerabilizadas. Ancorada no referencial da justiça reprodutiva e na interseccionalidade, a pesquisa utilizou dados secundários do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), analisados por meio de classificação cruzada. A dissertação revelou que mulheres negras (pretas e pardas) representaram 66,7% dos óbitos maternos no período, sendo as maiores Razões de Mortalidade Materna (RMM) observadas entre adolescentes pretas com escolaridade inadequada (394,7 por 100 mil nascidos vivos). A sobreposição de desigualdades raciais, geracionais e socioeconômicas demonstrou que a morte materna no Brasil é seletiva e revela a omissão institucional frente à vida de determinadas populações. A análise interseccional evidenciou como o racismo, o sexismo e o classismo operam de forma combinada na determinação das mortes evitáveis, revelando um padrão persistente de injustiça reprodutiva. Conclui-se que políticas públicas comprometidas com a equidade e a justiça social exigem o reconhecimento das vulnerabilidades interseccionais que estruturam o risco de morte materna no país.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Saúde Coletiva - ISCpt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (ISC)

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