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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44430
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorFerreira, Diogo dos Santos-
dc.date.accessioned2026-04-29T14:24:56Z-
dc.date.available2026-12-30-
dc.date.available2026-04-29T14:24:56Z-
dc.date.issued2025-07-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44430-
dc.description.abstractSnakebite is a public health problem affecting people in tropical countries around the world. In Brazil, this condition still victimizes many people, especially Black and Indigenous people. The objective of this study was to analyze and compare lethal snakebite rates between Black and White people in the state of Bahia. The lethality of snakebite among Black people (0.54%) is higher than among White people (0.49%). The chance of Black people dying as a result of delayed treatment of the accident (OR: 2.66; p = 0.004) is lower than among White people (OR: 6.58; p = 0.06), however, the relationship between delayed treatment and death is not statistically supported in White people, suggesting that this result does not reflect reality. The sex variable modified the effect of the relationship between TPA and outcome, where women (OR: 5.30; p < 0.001) have a greater chance of death than men (OR: 1.66; p = 0.25). In conclusion, Black people are at greater risk of death than white people, more specifically Black women have a greater risk of dying as a result of snakebite.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectOfidismopt_BR
dc.subjectSaúde Públicapt_BR
dc.subjectAcidente Ofidicopt_BR
dc.subjectPopulação Negrapt_BR
dc.subjectPopulação Brancapt_BR
dc.subject.otherSnakebitept_BR
dc.subject.otherPublic Healthpt_BR
dc.subject.otherSnakebite Accidentpt_BR
dc.subject.otherBlack Populationpt_BR
dc.subject.otherWhite Populationpt_BR
dc.titleO racismo como determinante para o ofidismo letal na Bahia: um estudo epidemiológico (2010 -2021).pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC-ISC)pt_BR
dc.publisher.initialsISC-UFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.contributor.advisor1Mise, Yukari Figueroa-
dc.contributor.advisor-co1Ramos, Dandara de Oliveira-
dc.contributor.referee1Costa, Federico-
dc.contributor.referee2Ramos, Dandara de Oliveira-
dc.contributor.referee3Silva, Rejâne Maria Lira da-
dc.contributor.referee4Mise, Yukari Figueroa-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0179564308307753pt_BR
dc.description.resumoO ofidismo é um problema de saúde pública que afeta pessoas de países tropicais ao redor do mundo. No Brasil, este agravo ainda vitimiza muitas pessoas, especialmente negras e indígenas. O objetivo deste trabalho foi analisar e comparar o ofidismo letal entre pessoas negras e brancas no estado da Bahia. A letalidade do ofidismo entre pessoas negras (0,54%) é maior do que em pessoas brancas (0,49%). A chance de as pessoas negras morrerem em decorrência do atraso do tratamento do acidente (OR: 2,66; p = 0,004) é menor do que as pessoas brancas (OR: 6,58; p = 0,06), porém a relação entre TPA e o óbito não é estatisticamente sustentada nos brancos, sugerindo que este resultado não tem aproximação com a realidade. A variável sexo modificou o efeito da relação entre TPA e evolução, onde as mulheres (OR: 5,30; p < 0,001) têm maior chance de evoluir com o óbito do que os homens (OR: 1,66; p = 0,25). Em conclusão, pessoas negras estão em maior risco de evoluir com o óbito do que as pessoas brancas, mais especificamente mulheres negras tem maior risco de morrer como resultado do acidente ofídico.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Saúde Coletiva - ISCpt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação de Mestrado Profissional (ISC)

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