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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44399
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPinilla Castellanos, Maria Cristina-
dc.date.accessioned2026-04-20T14:04:16Z-
dc.date.available2026-04-20T14:04:16Z-
dc.date.issued2026-04-09-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44399-
dc.description.abstractPrematurity is the leading cause of morbidity and mortality in the first four weeks of a newborn's life, influenced by sociodemographic, healthcare, maternal, and territorial factors. In Bahia, the occurrence of premature births appears to be stable over time, and the determinants of this condition remain poorly understood. In this context, a cohort study of live births was conducted between 2012 and 2024, with the objective in research 1 of analyzing the temporal trend and identifying risk factors associated with prematurity. For the temporal trend analysis, the annual percentage change (APC) and the average period change (AAPC) were calculated using Jointpoint regression analysis. To assess the association of sociodemographic, healthcare, and maternal-fetus/child related variables, Poisson regression with robust variance was performed, considering prematurity (gestational age less than 37 weeks of gestation) as the outcome variable. In study 2, the objective was to analyze the spatial distribution and identify the spatial autocorrelation patterns of prematurity in the state of Bahia, from 2012 to 2024. To analyze the spatial association of prematurity, the Univariate Global Moran's I index and the Univariate Local Moran's I index (LISA) were used to identify the clusters. In article 1, the prematurity rate remained stationary during the period 2012-2024. During the same total period, an increasing trend in prematurity was observed for the following categories: low maternal education; having fewer than six prenatal appointments; being over 35 years old; having a cesarean delivery; and a history of one or more stillbirths. The factors associated with the occurrence of prematurity were: low maternal education; single marital status; fewer than six prenatal consultations; extremes of maternal age; cesarean delivery; one or more stillbirths; and male newborn sex. In article 02, prematurity rates showed a heterogeneous spatial distribution among the municipalities of Bahia. Positive spatial autocorrelation was identified in all analyzed periods, with a decrease in I in the analyzed periods. Additionally, LISA identified a High-High (HA) type cluster, indicating that municipalities with high prematurity rates are surrounded by municipalities also with high rates, persistent in the West and Southwest macro-regions of health in all analyzed periods. From the second three-year period onwards, the Northeast and South macro-regions began to integrate these clusters. On the other hand, the East macro-region presented low-low (LL) type clusters, corresponding to municipalities with low prematurity rates surrounded by municipalities with equally low rates, maintained throughout all analyzed periods. The findings of these studies update the panorama of prematurity in Bahia, identifying a stationary prematurity rate over time. Sociodemographic, healthcare, and maternal and fetal/child factors were associated with higher prematurity rates, and the spatial distribution of premature birth was heterogeneous among municipalities, with the identification of persistent AA-type clusters, highlighting territorial inequalities in the occurrence of premature birth. These results reinforce the need for local and targeted strategies that consider the social and maternal health determinants to reduce prematurity and its impacts in the state of Bahia.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrematuridadept_BR
dc.subjectFatores de Riscopt_BR
dc.subjectBahiapt_BR
dc.subject.otherPrematuritypt_BR
dc.subject.otherRisk Factorspt_BR
dc.subject.otherBahiapt_BR
dc.titlePrematuridade na Bahia: análise temporal, espacial e de fatores de risco associadospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC - IMS) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Moraes Bezerra, Vanessa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2270945221642794pt_BR
dc.contributor.advisor-co1de Souza Andrade, Amanda Cristina-
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3366-4423pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2405137871559865pt_BR
dc.contributor.referee1Moraes Bezerra, Vanessa-
dc.contributor.referee2Gomes Lima, Raquel Cristina-
dc.contributor.referee3da Silva Rocha, Daniela-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0006-0735-8891pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5556339542835962pt_BR
dc.description.resumoA prematuridade é a principal causa de morbimortalidade nas primeiras quatro semanas de vida do recém-nascido (RN), sendo influenciada por fatores sociodemográficos, assistenciais, maternos e territoriais. Na Bahia, a ocorrência dos nascimentos prematuros parece apresentar estabilidade ao longo do tempo, e os determinantes dessa condição ainda permanecem pouco esclarecidos. Nesse contexto, foi realizado um estudo de coorte de nascidos vivos entre 2012 a 2024, com o objetivo na pesquisa 1 de analisar a tendência temporal e identificar os fatores de risco associados à prematuridade. Para análise da tendência temporal foram calculadas a variação percentual anual (APC) e a variação média do período (AAPC) por meio de análise de regressão Jointpoint. Para avaliar a associação das variáveis sociodemográficos, assistenciais e relacionados à mãe e ao feto/criança, foi realizada regressão de Poisson com variância robusta, considerando como variável desfecho a prematuridade (idade gestacional inferior de 37 semanas de gestação). Na pesquisa 2, objetivou-se analisar a distribuição espacial e identificar os padrões de autocorrelação espacial da prematuridade no estado da Bahia, no período 2012 a 2024. Para analisar a associação espacial da prematuridade utilizou-se o índice de Moran Global Univariado (I) e o Índice de Moran Local Univariado (LISA) para identificar os clusters. No artigo 01, a taxa de prematuridade permaneceu estacionária no período de 2012-2024. No mesmo período total foi observada tendência crescente da prematuridade para as categorias de: baixa escolaridade materna; realizar menos de seis consultas pré-natais; idade acima de 35 anos; tipo de parto cesáreo e histórico de um ou mais filhos mortos. Os fatores associados a ocorrência de prematuridade foram: baixa escolaridade materna; estado civil sem companheiro; realizar menos de seis consultas pré-natais; extremos de idade materna; parto cesáreo; um ou mais filhos tidos mortos e sexo do recém-nascido masculino. No artigo 02, as taxas de prematuridade apresentaram uma distribuição espacial heterogênea entre os municípios da Bahia. Identificou-se autocorrelação espacial positiva em todos os períodos analisados, com uma diminuição no I nos períodos analisados. Adicionalmente, o LISA identificou cluster do tipo Alto-Alto (AA), indicando que municípios com altas taxas de prematuridade circundados por municípios também com altas taxas, persistentes nas macrorregiões de saúde Oeste e Sudoeste em todos os períodos analisados. A partir do segundo triênio, as macrorregiões do Nordeste e Sul passaram a integrar esses clusters. Por outro lado, a macrorregião Leste apresentou clusters do tipo baixo-baixo (BB), correspondentes a municípios com baixas taxas de prematuridade cercados por municípios igualmente com taxas baixas, mantidos ao longo de todos os períodos analisados. Os achados destes estudos atualizam o panorama da prematuridade na Bahia, identificando uma taxa de prematuridade estacionária ao longo do tempo. Fatores sociodemográficos, assistencial e maternos e do feto/criança foram associados a maiores taxas de prematuridade, e a distribuição espacial do nascimento prematuro heterógena entre os municípios, com identificação de clusters do tipo AA persistentes, evidenciando desigualdades territoriais na ocorrência do parto prematuro. Esses resultados reforçam a necessidade de estratégias locais e direcionadas, que considerem os determinantes sociais e de saúde materna, para a redução da prematuridade e seus impactos no estado da Bahia.pt_BR
dc.publisher.departmentEDUFBApt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGSC - IMS)

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