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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44394
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorJesus, Raija Cisneiros de-
dc.date.accessioned2026-04-16T20:02:11Z-
dc.date.available2026-04-16-
dc.date.available2026-04-16T20:02:11Z-
dc.date.issued2025-09-29-
dc.identifier.citationJESUS, Raija Cisneiros de. O efeito dos arenitos de praia no comportamento da linha de costa da praia de Arembepe, Camaçari, Litoral Norte do estado da Bahia. 2025. 96 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44394-
dc.description.abstractAlthough beachrocks are considered coastal protection agents, the different ways in which they are distributed longitudinally and transversely on the beach does not allow this statement to be generalized. This work aims to evaluate the effect of beachrocks on the behavior of the coastline of Arembepe (North Coast of Bahia, Brazil), since in this locality there are two or more generations of beachrocks, located either in the nearshore, or on the beach face or in both positions, making this place a laboratory for studies of the influence of beachrocks in different locational situations. The methodology of the work consisted of 13 campaigns to survey beach profiles based on the Emery’s Method (1961), in addition to the mapping of beachrocks and coastlines from 1976 and 2022. 21 transects were also plotted to measure the displacement of the coastline between these years and calculated the respective rates and errors. The profiles were located in different situations: i) in circulation cells limited at the ends by beachrocks (profiles 1 to 3), corresponding to the southwestern section of the study area; ii) in front of a sandstone body attached to the beach face and another on the nearshore, without and with the presence of a channel between them (profiles 4 and 5, respectively), pattern that occurs in the central part of the study area; iii) on two faces of an salient with a discontinuous sandstone present in the nearshore (profiles 6 and 7), corresponding to the northeastern portion of the study area. The analysis of beach profiles 1 to 3 contributed to the understanding of sedimentary dynamics, showing seasonal changes in the direction of longshore drift and demonstrating a transport for NE between April and September, and for SO between October and March. This dynamic can be extrapolated to other coastal stretches in the North Coast of Bahia, which also have NE-SW coastline orientation and are subjected to the same atmospheric conditions. In addition, the results allowed to identify the influence of beachrocks in long (Holocene), medium (about 50 years) and short term. In the long run the coastline of Arembepe, seen in plan, is stepped, which resulted from the successive formation of asymmetrical tombolos, which were gradually calcified. In the medium term, in the southwestern part of the studied area, where the beachrocks have only the role of closing a circulation cell (profiles 1 and 3), a progradation was observed in the last 46 years, possibly associated with changes in wave regime. On the other hand, the central part of the study area, where beachrocks are present both on the beach face and in the nearshore (profiles 4 and 5), is in equilibrium, showing that in 1976 the tombolos were already consolidated. In the northeast section, in turn, there is a situation of progradation and stability. This pattern can be attributed to discontinuous nearshore beachrocks, which produces a coastline with intercalations of salients and coves, with different behaviors. In the short term, it was observed a great sedimentary dynamics and variability of the position of the coastline in the southwest section, where the beachrocks present at the ends of the circulation cell allow a beach rotation throughout the year. In the central part, the presence of beachrocks on the beach face was responsible for a little seasonal variation in the beach profiles and little variability in the position of the shoreline, reinforcing the idea that the sandstones on the beach face hinder the sediment exchange on the beach. In the northeastern section, the variability of coastline position was intermediate to the other two sections. Finally, it is concluded that the protection provided by beachrocks was not homogeneous on the beach of Arembepe, depending on the different situations in which they are: closing circulation cells, attached to the beach face or presenting themselves discontinuously on the nearshore.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDeriva litorâneapt_BR
dc.subjectProgradação costeirapt_BR
dc.subjectArenitos de praiapt_BR
dc.subjectLinha de costapt_BR
dc.subjectTômbolospt_BR
dc.subject.otherLongshore driftpt_BR
dc.subject.otherCoastal progradationpt_BR
dc.subject.otherBeachrockspt_BR
dc.subject.otherShorelinept_BR
dc.subject.otherTombolospt_BR
dc.titleO efeito dos arenitos de praia no comportamento da linha de costa da praia de Arembepe, Camaçari, Litoral Norte do estado da Bahiapt_BR
dc.title.alternativeThe effect of beachrock on the shoreline behavior of Arembepe beach, Camaçari, North Coast of the state of Bahiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geografia (POSGEO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIASpt_BR
dc.contributor.advisor1Guimarães, Junia Kacenelenbogen-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3452-0122pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8465194661831345pt_BR
dc.contributor.referee1Guimarães, Junia Kacenelenbogen-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3452-0122pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8465194661831345pt_BR
dc.contributor.referee2Ferreira Junior, Antonio Vicente-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-6721-4076pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2684415669557794pt_BR
dc.contributor.referee3Dominguez, José Maria Landim-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-9519-4316pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0345959348124698pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0000-7859-9912pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4151797276917330pt_BR
dc.description.resumoEmbora em geral os arenitos de praia sejam considerados agentes de proteção costeira, as diferentes formas com que eles se distribuem longitudinalmente e transversalmente na praia não permite generalizar essa afirmação. Este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito dos arenitos de praia no comportamento da linha de costa de Arembepe (Litoral Norte da Bahia), uma vez que nesta localidade existem duas ou mais gerações de arenitos, localizados ora na antepraia, ora na face de praia ou em ambas as posições, fazendo deste local um laboratório para estudos da influência dos arenitos em diferentes situações locacionais. A metodologia do trabalho consistiu na realização de 13 campanhas para levantamento de perfis de praia com base no Método das Balizas de Emery (1961), além do mapeamento dos arenitos e das linhas de costa de 1976 e 2022. Também foram traçados 21 transectos para mensuração do deslocamento da linha de costa entre esses anos e cálculo das respectivas taxas e erros. Os perfis foram localizados em diferentes situações: i) em células de circulação limitadas nas extremidades por arenitos (perfis 1 a 3), correspondendo ao trecho sudoeste da área de estudo; ii) na frente de um corpo arenítico anexado à face de praia e outro na antepraia, sem e com a presença de um canal entre eles (perfis 4 e 5, respectivamente), padrão que ocorre na parte central da área de estudo; iii) em duas faces de uma saliência com um arenito descontínuo presente na antepraia (perfis 6 e 7), correspondendo ao trecho nordeste da área de estudo. A análise dos perfis de praia 1 a 3 contribuiu para a compreensão da dinâmica sedimentar, evidenciando mudanças sazonais no sentido da deriva litorânea e, demonstrando um transporte para NE entre abril e setembro, e para SO entre outubro e março. Essa dinâmica pode ser extrapolada para outros trechos costeiros no Litoral Norte da Bahia, que também têm orientação de linha de costa NESO, e estão submetidas as mesmas condições atmosféricas. Além disso, os resultados permitiram identificar a influência dos arenitos em longo (Holoceno), médio (cerca de 50 anos) e curto prazo. Em longo prazo, a linha de costa de Arembepe, que vista em planta, é escalonada, aparentemente resultou da formação sucessiva de tômbolos assimétricos, que gradativamente foram calcificados. Em médio prazo, no trecho sudoeste da área estudada, onde os arenitos de praia têm o papel apenas de fechar uma célula de circulação (perfis 1 e 3), observou-se uma progradação nos últimos 46 anos, que se acentua na extremidade nordeste da célula, possivelmente associadas a mudanças no regime de ondas. Por outro lado, a parte central da área de estudo, onde estão presentes arenitos tanto na face de praia como na antepraia (perfis 4 e 5), está em equilíbrio, demonstrando que em 1976 os tômbolos aí presentes já estavam consolidados. No trecho nordeste, por sua vez, encontra-se situação de progradação e estabilidade. Esse padrão pode ser atribuído ao fato de neste trecho os arenitos de antepraia encontrarem-se descontínuos, gerando uma linha de costa com saliências intercaladas por enseadas, o que explicaria um padrão menos homogêneo no comportamento da linha de costa. Em curto prazo, observou-se uma grande dinâmica sedimentar e variabilidade de posição de linha de costa no trecho sudoeste, onde os arenitos presentes nas extremidades da célula de circulação permitiram a sua formação, proporcionando uma rotação de praia ao longo do ano. Por sua vez, na parte central a presença de arenitos na face de praia foi responsável pela pouca variação sazonal nos perfis de praia e pouca variabilidade na posição da linha de costa, reforçando a ideia de que os arenitos na face de praia prejudicam as trocas de sedimentos na praia. No trecho nordeste, a variabilidade de posição de linha de costa foi intermediária aos outros dois trechos. Conclui-se, por fim, que a proteção fornecida pelos arenitos de praia não foi homogênea na praia de Arembepe, dependendo das diferentes situações em que se encontram: fechando células de circulação, anexados à face de praia ou apresentando-se de forma descontínua na antepraia.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (POSGEO)

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