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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44341
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLopes, Hyndra Gomes-
dc.date.accessioned2026-04-07T18:14:47Z-
dc.date.available2026-04-07T18:14:47Z-
dc.date.issued2026-03-02-
dc.identifier.citationLOPES, Hyndra Gomes. À Luz de Helena Ignez ou cada uma tem o seu jeito de dizer as coisas: antropologias, extratos, cinemas, acasos. 232f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44341-
dc.description.abstractHelena Ignez, the character Jarda Ícone, and Joy Is the Acid Test, a 2023 film, are the central themes of this research, which explores, within the interstices of anthropology and cinema, ways of producing knowledge. Based on conversations with Helena Ignez and people connected to her work, as well as the realization of the film exhibition À Luz de Helena - Helena Ignez no cinema brasileiro (In the Light of Helena - Helena Ignez in Brazilian Cinema), the dissertation connects how images, curatorial and creative practices can activate relationships, memories, temporalities, and contexts. Methodologically, my work articulates ethnographic writing and montage as an analytical principle, where extracts and coincidences are fundamental. Thus, cinema is not merely an object of research, but a relational field. The dissertation contributes to debates on the creation of anthropological fields, cinematic refuges, image-landscapes, authorship disputes, and performance. This research aims to reflect on the work of Helena Ignez in light of anthropological theory. Whether films, anthropologies, or ethnographies, each has its own way of expressing things.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMemóriaspt_BR
dc.subjectFilmes brasileirospt_BR
dc.subjectMontagempt_BR
dc.subjectVida e artept_BR
dc.subjectTemporalidadespt_BR
dc.subject.otherMemoriespt_BR
dc.subject.otherBrazilian filmspt_BR
dc.subject.otherEditingpt_BR
dc.subject.otherLife and artpt_BR
dc.subject.otherTemporalitiespt_BR
dc.titleÀ Luz de Helena Ignez ou cada uma tem o seu jeito de dizer as coisas: antropologias, extratos, cinemas, acasospt_BR
dc.title.alternativeIn the light of Helena Ignez or each one has their own way of expressing things: anthropologies, extracts, cinemas, coincidencespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Alencar, Roselene de Cássia de-
dc.contributor.advisor2Silva, Moisés Vieira de Andrade Lino e-
dc.contributor.referee1Alencar, Roselene de Cássia-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3997-1379pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5821754243746484pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Moisés Vieira de Andrade Lino e-
dc.contributor.referee3Ribeiro, Marcelo Rodrigues Souza-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-3675-6101pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttps://lattes.cnpq.br/1614542610299046pt_BR
dc.contributor.referee4Trad Netto, Tatiana-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0001-5348-1843pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/1775190548555767pt_BR
dc.description.resumoHelena Ignez, a personagem Jarda Ícone e A alegria é a prova dos nove, um filme de 2023, são os eixos desta pesquisa, que compreende, nos interstícios da antropologia e do cinema, formas de produzir conhecimentos. A partir de conversas com Helena Ignez e pessoas ligadas ao seu trabalho, além da realização da mostra cinematográfica À Luz de Helena - Helena Ignez no cinema brasileiro, a dissertação conecta de que modo imagens, práticas curatoriais e criativas podem ativar relações, memórias, temporalidades e contextos. Metodologicamente, meu trabalho articula a escrita etnográfica e a montagem como princípio analítico, em que os extratos e os acasos são fundamentais. Assim, o cinema não é apenas um objeto de pesquisa, mas um campo relacional. A dissertação contribui para debates de práticas de criação de campos antropológicos, refúgios cinematográficos, imagens-paisagens, disputas de autorias e performance. A presente pesquisa se propõe a refletir à luz de Helena Ignez com a teoria antropológica. Sejam filmes, antropologias ou etnografias, cada uma tem o seu jeito de dizer as coisas.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGA)

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