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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44287
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Eneida Virginia de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-03-24T19:31:11Z-
dc.date.available2026-03-24-
dc.date.available2026-03-24T19:31:11Z-
dc.date.issued2025-10-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44287-
dc.description.abstractIn the latter half of the nineteenth century and the early decades of the Republic, Brazilian elites appropriated and reworked European scientific theories to legitimize racial hierarchies, thereby sustaining the notion of Black people’s moral and civilizational inferiority. Given the large proportion of Afro-descendants in the country, social exclusion came to operate strategically through language, avoiding the explicit naming of race and instead shifting the focus to a social vocabulary of color. This thesis examines, in the context of Salvador between 1889 and 1910, how this vocabulary operated as a trope that naturalized racism beyond elite circles—emerging in physical and verbal confrontations, in records of misfortune marked by attenuated forms of empathy, and in other episodes of everyday life—primarily involving workers identified as mulattoes, browns, creoles, mestizos, and Africans. The study argues that a central mechanism of Brazilian racism lies in its refusal to name itself, sustaining practices of marginalization through ostensibly nonracial categories that nonetheless remain socially operative.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectVocabulário social da corpt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectCidadaniapt_BR
dc.subjectDignidadept_BR
dc.subjectPós-Aboliçãopt_BR
dc.subject.otherSocial vocabulary of colorpt_BR
dc.subject.otherRacismpt_BR
dc.subject.otherCitizenshippt_BR
dc.subject.otherDignitypt_BR
dc.subject.otherPost-Abolitionpt_BR
dc.titleArmadilhas da cor: raça, racismo e dignidade em Salvador no Pós-Abolição (1889-1910)pt_BR
dc.title.alternativeColor traps: race, racism and dignity in Post-Abolition Salvador (1889-1910)pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em História (PPGH) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS:pt_BR
dc.contributor.advisor1Mata, Iacy Maia-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2577158971348698pt_BR
dc.contributor.referee1Mata, Iacy Maia-
dc.contributor.referee2Sampaio, Gabriela dos Reis-
dc.contributor.referee3Guimarães, Antônio Sérgio Alfredo-
dc.contributor.referee4Domingues, Petrônio-
dc.contributor.referee5Souza, Robério Santos-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/6511754026294242pt_BR
dc.description.resumoNa segunda metade do século XIX e nas primeiras décadas republicanas, elites brasileiras ressignificaram discursos científicos europeus para sustentar hierarquias raciais, preservando aos negros a posição de inferioridade moral e civilizacional. Diante da alta proporção de afrodescendentes no país, a exclusão social passou a operar de modo estratégico pela linguagem, evitando nomear diretamente a raça e deslocando a marcação para o vocabulário social da cor. Esta tese analisa, no recorte de Salvador entre 1889 e 1910, como esse vocabulário funcionou como tropo de naturalização do racismo para além das elites, em conflitos físicos e verbais, registros de infortúnios de sensibilização relativizada, e outros episódios do cotidiano, envolvendo majoritariamente trabalhadores e trabalhadoras identificados como mulatos, pardos, crioulos, mestiços e africanos. O estudo demonstra que uma importante engrenagem do racismo à brasileira consiste em não ousar dizer seu nome, mantendo práticas de marginalização por meio de categorias aparentemente desracializadas, mas socialmente operantes.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGH)

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