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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44285
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCarolina, Karen-
dc.date.accessioned2026-03-24T19:25:40Z-
dc.date.available2026-04-01-
dc.date.available2026-03-24T19:25:40Z-
dc.date.issued2026-03-09-
dc.identifier.citationCarolina, K. (2026). Quem eu sou? Identidade em contextos de língua não-nativa. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia e Serviço Social, Universidade Federal da Bahia.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44285-
dc.description.abstractThis study investigated how individuals residing in non-native language contexts negotiate their identity, understood here as a semiotic effect of narrative processes aimed at organizing world experiences and achieving recognizability within a shared symbolic field. Grounded in semiotic-cultural psychology, this study analyzes the trajectories of four participants undergoing migratory processes who utilize a non-native language in their daily lives. This is a qualitative study based on a microgenetic analysis of narratives produced during individual comprehensive interviews. The results demonstrate that the migratory experience implies a reorganization of the conditions under which identity is constituted, shaping what is termed a process of proculturation. It was observed that the perceived symbolic insufficiency of the non-native language to express affective nuances generates tensions that reinforce identification with the native language and cultural context of origin, particularly with "being Brazilian." In this sense, the valorization of Brazilianness occurs in a situated manner, functioning as a strategy for the continuity of the self within the migratory context, while not necessarily maintaining the same function in the original context, thereby reinforcing the relational and dynamic nature of identity.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectProcessos de identificaçãopt_BR
dc.subjectLíngua não-nativapt_BR
dc.subjectNarrativapt_BR
dc.subjectImigraçãopt_BR
dc.subject.otherIdentitypt_BR
dc.subject.otherIdentification processespt_BR
dc.subject.otherNon-native languagept_BR
dc.subject.otherNarrativept_BR
dc.subject.otherImmigrationpt_BR
dc.titleQuem eu sou? Identidade em contextos de língua não-nativapt_BR
dc.title.alternativeWho am I? Identity in non-native language contextspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1Valsiner, Jaan-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8360-8860pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/3696471824927446pt_BR
dc.contributor.referee1Valsiner, Jaan-
dc.contributor.referee2Lordelo, Lia da Rocha-
dc.contributor.referee3Abreu, Marcio Nunes de-
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0008-0813-6857pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0207602889742067pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo investigou como indivíduos residentes em contextos de língua não-nativa negociam sua identidade, compreendida aqui como efeito semiótico dos processos narrativos para organizar as experiências no mundo e tornar-se reconhecível em um campo simbólico compartilhado. Fundamentado na psicologia semiótica-cultural, o trabalho analisa as trajetórias de quatro participantes que vivenciam processos migratórios e utilizam cotidianamente uma língua não-nativa. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, baseada na análise microgenética de narrativas produzidas em entrevistas compreensivas individuais. Os resultados demonstram que a experiência migratória implica a reorganização das condições sob as quais a identidade é constituída, configurando o que se denomina como processo de proculturação. Observou-se que a percepção de insuficiência simbólica da língua não-nativa para expressar nuances afetivas gera tensões que reforçam a identificação com a língua e o contexto de origem, especialmente com o “ser brasileiro”. Nesse sentido, a valorização da brasilidade ocorre de forma situada, funcionando como estratégia de continuidade de si no contexto migratório, mas não necessariamente mantendo a mesma função no contexto de origem, o que reforça o caráter relacional e dinâmico da identidade.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Psicologia e Serviço Socialpt_BR
dc.relation.referencesCarolina, K. (2026). Quem eu sou? Identidade em contextos de língua não-nativa. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia e Serviço Social, Universidade Federal da Bahia.pt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGPSI)

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