| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Barbosa, Felipe de Souza | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-11T16:38:00Z | - |
| dc.date.available | 2026-03-11T16:38:00Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-22 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44240 | - |
| dc.description.abstract | In recent decades, an increase in income and wealth inequality has been observed in several
countries. Besides compromising the well-being of individuals with lower incomes, increases
in income concentration weaken public institutions and democratic governance, compromising
a country’s economic performance. Motivated by the absence of consensus in the literature
regarding the impact of monetary policy on income inequality, this work estimates static and
dynamic panel models with data from several countries between 1990 and 2024, considering the
impact of monetary policy effectiveness on inequality. The results indicate that contractionary
monetary policies – characterized by the increase in interest rates – are associated with an
increase in income inequality. This result suggests that the increase in the cost of credit and
economic slowdown tend to disproportionately penalize the income and employment of the
poorest workers, while preserving or raising the yields of holders of savings and financial assets.
Onthe other hand, inflation volatility presented a negative correlation with inequality, suggesting
that price instability may reduce income concentration by eroding the real value of financial
assets held by the top of the distribution. The growth of money supply (M2) did not present
statistical significance, indicating net distributive neutrality of this aggregate. It is concluded
that, although macroeconomic stability is the priority of the monetary authority, fiscal policy
must act as a counterbalance mechanism to mitigate the distributive side effects of interest rates. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Política monetária | pt_BR |
| dc.subject | Desigualdade de renda | pt_BR |
| dc.subject | Estabilidade econômica | pt_BR |
| dc.title | Impactos da política monetária na distribuição de renda: uma análise com dados internacionais em painel | pt_BR |
| dc.title.alternative | Impact of monetary policy on income distribution: a panel data analysis with international data | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Tiryaki, Gisele Ferreira | - |
| dc.contributor.referee1 | Silva, Lucas Emanuel | - |
| dc.contributor.referee2 | Santos, André Luis Mota dos | - |
| dc.description.resumo | Nas últimas décadas, tem-se observado o aumento da desigualdade de renda e de riqueza em
vários países. Além de comprometer o bem-estar dos indivíduos com renda mais baixas, elevações na concentração de renda enfraquecem as instituições públicas e a governança democrática,
comprometendo o desempenho econômico de um país. Motivado pela ausência de consenso na
literatura sobre o impacto da política monetária sobre a desigualdade de renda, este trabalho
estima modelos em painel estático e dinâmico com dados de diversos países entre 1990 e 2024,
considerando o impacto da efetividade da política monetária sobre a desigualdade. Os resultados
indicam que políticas monetárias contracionistas– caracterizadas pela elevação das taxas de
juros– estão associadas ao aumento da desigualdade de renda. Esse resultado sugere que o
encarecimento do crédito e a desaceleração econômica tendem a penalizar desproporcionalmente
a renda e o emprego dos trabalhadores mais pobres, ao mesmo tempo em que preservam ou
elevam os rendimentos dos detentores de poupança e ativos financeiros. Por outro lado, a
volatilidade da inflação apresentou uma correlação negativa com a desigualdade, sugerindo
que a instabilidade de preços pode reduzir a concentração de renda ao erodir o valor real de
ativos financeiros detidos pelo topo da distribuição. O crescimento da oferta monetária (M2) não
apresentou significância estatística, indicando neutralidade distributiva líquida desse agregado.
Conclui-se que, embora a estabilidade macroeconômica seja a primazia da autoridade monetária,
a política fiscal deve atuar como mecanismo de contrabalanço para mitigar os efeitos colaterais
distributivos dos juros | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Economia | pt_BR |
| dc.type.degree | Bacharelado | pt_BR |
| dc.publisher.course | CIÊNCIAS ECONÔMICAS | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Ciências Econômicas (FCE)
|