Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44124
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorMatos, Marlucy Queiros-
dc.date.accessioned2026-02-27T16:27:57Z-
dc.date.available2026-02-27T16:27:57Z-
dc.date.issued2025-12-15-
dc.identifier.citationMATOS, Marlucy Queiros. Agô N’ilê! O legado da vivência em terreiro de candomblé e as contribuições para a ampliação do conceito de família no PAIF. Orientadora: Valéria dos Santos Noronha. 123 f. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) - Programa de Pós Graduação em Serviço Social - PPGSS, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44124-
dc.description.abstractThis dissertation discusses the socio-anthropological contributions of life in a Candomblé terreiro (religious center) to broadening the concept of family within the Comprehensive Family Protection Service (PAIF), the cornerstone of Basic Social Protection in Social Assistance Policy. The central objective of the research was to understand how the organization of relationships within the Candomblé religious family can interact with the concept of family adopted by PAIF and contribute to the improvement of social assistance practices. To explore this theme, interviews were conducted with Candomblé practitioners, seeking the meanings and experiences of the concept of religious family within this Brazilian religion of African origin. The study starts from the concept of family adopted by the regulations of the National Social Assistance Policy and also by researchers in the Social Sciences, whose relationship is based not only on blood ties, but also on solidarity and coexistence. In this sense, the terreiro communities or "families of saints" were analyzed, taking as a reference anthropological and sociological studies on the subject, understanding these spaces as a potential field of action for the Basic Social Protection Policy, since, in addition to being family spaces, they eventually welcome people and families in situations of vulnerability and weakened bonds. The results indicate that the family of saints constitutes an expanded support network, based on affective bonds, ritual hierarchies, and collective care practices, configuring itself as a family experience that strengthens its members and offers relevant learning for social work with families in the PAIF (Family Support Program).pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectProteção social básicapt_BR
dc.subjectComunidades tradicionais de terreiropt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subject.otherBasic social protectionpt_BR
dc.subject.otherTraditional communities of terreiropt_BR
dc.subject.otherFamilypt_BR
dc.titleAGÔ N’ILÊ! O legado da vivência em terreiro de candomblé e as contribuições para a ampliação do conceito de família no PAIFpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Noronha, Valéria dos Santos-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5125-587Xpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0413138893323187pt_BR
dc.contributor.referee1Delgado, Josimara Aparecida-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8616147669479509pt_BR
dc.contributor.referee2Noronha, Valéria dos Santos-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-5125-587Xpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0413138893323187pt_BR
dc.contributor.referee3Penteado Junior, Wilson Rogério-
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-1753-7192pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4165914656561294pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0005-1206-6271pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4682964244915895pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação traz uma discussão das contribuições de caráter socioantropológico da vivência em terreiro de candomblé para a ampliação do conceito de família no Serviço de Proteção Integral às Famílias – PAIF, o pilar da Proteção Social Básica na Política de Assistência Social. O objetivo central da pesquisa foi compreender como a organização das relações no interior da família de santo pode dialogar com o conceito de família adotado pelo PAIF e contribuir para o aprimoramento das práticas socioassistenciais. Para a exploração do tema, foram adotadas entrevistas com adeptos do candomblé, buscando os significados e as experiências da concepção de família de santo para a religião brasileira de matriz africana. O estudo parte da concepção de família, adotada pelas normativas da Política Nacional de Assistência Social e também de pesquisadoras(es) das Ciências Sociais, cuja relação se dá não somente por relações consanguíneas, mas de solidariedade e convivência. Nesse sentido, as comunidades de terreiro ou “famílias de santo” foram analisadas, tomando como referência estudos antropológicos e sociológicos sobre o tema, entendendo esses espaços como campo de atuação em potencial para a Política de Proteção Social Básica, uma vez que além de serem espaços familiares, eventualmente acolhem pessoas e famílias em situações de vulnerabilidade e fragilização de vínculos. Os resultados indicam que a família de santo constitui uma rede ampliada de apoio, baseada em vínculos afetivos, hierarquias rituais e práticas coletivas de cuidado, configurando-se como uma experiência familiar que fortalece seus membros e oferece aprendizagens relevantes para o trabalho social com famílias no PAIF.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Psicologia e Serviço Socialpt_BR
dc.relation.referencesAKOTIRENE, Carla. O que é interseccionalidade. Coleção Feminismos Plurais. Coordenação Djamila Ribeiro. Belo Horizonte. Editora Letramento: Justificando, 2018. ALMEIDA, Angela Mendes de. Notas sobre a família no Brasil. In: Colcha de retalhos: In: Pensando a família no Brasil: da colônia à modernidade. Rio de Janeiro. Espaço e Tempo. UFRRJ, 1987. ALMEIDA, M. S. Das Irmandades Negras dos séculos XVII à XIX às políticas sociais contemporâneas: uma necessária reflexão sobre a invisibilidade do negro como sujeito histórico. In: Tunde Babawale, Akin Alao, Felix Ayoh'Omidire e Tony Onwumah.. (Org.). Teaching and Propagating African and Diaspora History and Culture.. 1ªed. Lagos, Nigeria.: Centre for Black and African Arts and Civilization (CBAAC), 2009, v. , p. 817-834. ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. Coleção Feminismos Plurais. Coordenação Djamila Ribeiro. Editora Jandaíra. 1ªed. 2019. AMARO, Sarita. A questão racial na assistência: um debate emergente. Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo, SP, nº 81, p. 58-81, mar, 2005. BARROS, Leonardo Patrício de. Racismo Religioso: uma outra face do racismo na formação social brasileira. Dissertação (Mestrado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Faculdade de Serviço Social. 2022. BASTIDE, Roger. O Candomblé da Bahia: rito Nagô. São Paulo: Companhia das Letras. 2001. Hooks, B. (2015). Mulheres negras: moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, (16), 193-210. Disponível em:<< https://www.researchgate.net/publication/276532717_Mulheres_negras_moldando_a _teoria_feminista/>>. Acesso em: mar 2025. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Orientações Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. 1. ed. – Brasília, 2009. . Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome/ Secretaria Nacional de Assitência Social. LOAS Anotada. Lei Orgânica de Assistência Social. Março de 2009. Disponível em https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/Loas Anotada.pdf. Acesso em 07 de outubro de 2024. . Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome/Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Cartilha SUAS sem racismo. Disponível em:https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/cartilhas/Cartilha _SUAS_Sem_Racismo_.pdf. Acesso em 19 de março de 2024. Orientações Técnicas sobre o PAIF - Volume 1: O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF, segundo a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. 1. ed. - Brasília, 2012. Orientações Técnicas sobre o PAIF - Volume 2: Trabalho Social com Famílias do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF. 1. ed. - Brasília, 2012. Política Nacional de Assistência Social – PNAS/2004; Norma Operacional Básica – NOB/Suas. Brasília: Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome – Secretaria Nacional de Assistência Social, Brasília, 2005. Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. Brasília: Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome – Secretaria Nacional de Assistência Social, Brasília. 2013. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/tipific acao.pdf CARVALHO, Caê Garcia. Entre práticas e representações: o bairro do Engenho Velho da Federação segundo candomblecistas (do Terreiro do Cobre) e evangélicos (da Igreja Universal). Dissertação de Mestrado. UFBA - Instituto de Geociências - Salvador, 2016, (228 f). COLLINS, Patricia Hill. Bem mais que ideias: Interseccionalidade como Teoria Social Crítica. Boitempo Editorial. 2022. CORREA, Mariza. Pensando a família patriarcal brasileira In: Antonio Augusto Arantes (et al.). Colcha de retalhos: estudos sobre a família no Brasil. 3ª edição. Campinas - SP. Editora UNICAMP. 1994. COSTA LIMA, Vivaldo da. A Família de Santo nos Candomblés Jeje-Nagôs da Bahia: um estudo de relações intragrupais. Salvador: 2003 [1977]. Corrupio. COUTO, Berenice Rojas et al. O Sistema Único de Assistência Social no Brasil: uma realidade em movimento. 5ª edição. Editora Cortez. São Paulo. 2018 CRUZ, S. S. da. Serviço Social e a questão étnico-racial. Departamento de Serviço Social da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2017. ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado: trabalho relacionado com as investigações de L. H. Morgan. 16. ed. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil, 2002. FERREIRA, Gracyelle Costa. Assistência social, no enlace entre a cor e o gênero dos (as) que dela necessitam: análise sobre as relações étnico-raciais e degênero no Centro de Referência de Assistência Social - CRAS/ Gracyelle Costa Ferreira. – 2016. FLAKSMAN, Clara. “De sangue” e “de santo”: o parentesco no candomblé. Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional. Rio de Janeiro. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/mana/a/dvkqgJBHY9Y7b6TBVp9zbjR/?lang=pt (acesso em 28/10/2022) FONSECA, Claudia. Concepção de Família e Práticas de intervenção. Saúde e Sociedade, v.14, n.2, p. 50-59, maio-ago, 2005. https://doi.org/10.1590/S0104- 12902005000200006 . Quando cada caso NÃO é um caso: pesquisa etnográfica e educação. Revista Brasileira de Educação, m. 10, p.58-78, jan-abr, 1999. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/rbedu/n10/n10a05.pdf. Acesso em: mar de 2025. Gil, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. - 4. ed. - São Paulo:Atlas, 2002. . Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo. Atlas. 1987. GRUPO OFA. Oluwa Mi - Orixá Oxagiyan. Álbum Obatalá - uma homenagem a Mãe Carmen. Salvador. Gravadora Deckdisc. 2019. 56 minutos. IENDRICK, Diogo Coutinho. A casa de candomblé: família e negociações de domesticidade. Revista Discente do Programa de Pós-graduação em Ciência da Religião da UFJF - Sacrilegens. Juiz de Fora, v. 16, n. 1, p. 148-161, jan-jun/2019. JANCZURA, Rosane. Risco ou vulnerabilidade social? Textos e Contextos (Porto Alegre), v. 11, n. 2, p 301-308, ago/dez. 2012 KOGA, D. Aproximações sobre o conceito de território e sua relação com a universalidade das políticas sociais. Serviço Social em Revista, [S. l.], v. 16, n. 1, p. 30–42, 2013. DOI: 10.5433/1679-4842.2013v16n1p30. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/17972. Acesso em: 16 mar. 2024. LIMA, V. da C. O conceito de “Nação” nos candomblés da Bahia. Afro-Ásia, Salvador, n. 12, 1976. DOI: 10.9771/aa.v0i12.20774. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/20774. Acesso em: 19 set. 2025. LINDO, Paula Vanessa de Faria. Uma crítica geográfica ao conceito de território na PNAS dois pontos por um diálogo entre geografia e serviço social. Presidente Prudente, 2015LUCCA, Laura. O conceito de família nos clássicos da sociologia brasileira. TCC. Universidade de Santa Maria. RS. 2023 MAESTRINER, Maria Luiza. O Estado entre a filantropia e a assistência social. 4ª edição. São Paulo. Cortez, 2011. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O Desafio da Pesquisa Social. In: MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2013. MATOS, Marlucy; DO CARMO, Aline. A interseccionalidade como ferramenta teórico-metodológica para o trabalho social com famílias das comunidades tradicionais de Ilha de Maré, em Salvador-BA. In: V Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social: desafios contemporâneos; VI Seminário Nacional de Território e Gestão de Políticas Sociais, 2024, Londrina. V Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social: desafios contemporâneos; VI Seminário Nacional de Território e Gestão de Políticas Sociais, 2024. MIOTO, Regina Célia Tamaso. Família e Políticas Sociais in: Elaine Rossitti Behring [et al]. Política Social no capitalismo: tendências contemporâneas. 2ª edição. São Paulo. Cortez. 2009 NASCIMENTO, W. Sobre os candomblés como modo de vida: Imagens filosóficas entre Áfricas e Brasis. Ensaios Filosóficos. Volume XIII. Agosto. 2016. NEDER, Gizlene. Ajustando o foco das lentes: um novo olhar sobre a organização das famílias no Brasil. In: Silvio Manoug Kaloustian (org). Família brasileira: a base de tudo. 10ª ed. Sâo Paulo. Cortez. Brasília - DF. UNICEF, 2011. NOGUEIRA, Sidney. Intolerância religiosa. Coleção Feminismos Plurais. Coordenação Djamila Ribeiro. Editora Jandaíra. São Paulo. 2020. PARÉS, Luis Nicolau. A formação do Candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia. Campinas: Editora da Unicamp. 2006. PRADO, Guilherme do Val Toledo; MORAIS, Jacqueline de Fátima dos Santos. Inventário – organizando os achados de uma pesquisa. EntreVer, Florianópolis, v. 01, n.01, p. 137-154, 2011. Disponível em: http://incubadora.periodicos.ufsc.br/index. php/EntreVer/article/view/1205/1448sociais, In: Tempo Social, Revista de sociologia da USP, v. 26, n. 1,jun./2014, p. 61-73 PRANDI, Reginaldo. De africano a afro-brasileiro: etnia, identidade, religião. Revista USP. São Paulo, nº 46, p. 53-65, junho - agosto. 2000. RABELO, Miriam C. M. Enredos, feituras e modos de cuidado: dimensões da vida e da convivência no candomblé. Salvador. EDUFBA, 2014.RAICHELIS, Raquel. Esfera Pública e Conselhos de Assistência Social: caminhos para a construção democrática. 6ª edição. São Paulo. Cortez. 2011. RAMOS, Luciano. Gênero, violências e religiosidade. In: Violências Baseadas em Gênero na Assistência Social. Instituto PROMUNDO/Banco Mundial/SEMPRE. 2021. Disponível em: https://promundo.org.br/recursos/violencias-baseadas-em-genero-naassistencia-social/?lang=portugues REIS, J. J. Magia jeje na Bahia: a invasão do Calundu do Pasto da Cachoeira, 1785. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 8, n. 16, p. 57-82, mar./ago., 1988. Disponível em: https://issuu.com/uranoandrade/docs/magia_jeje_na_bahia_- _a_invas_o_do_calundo_do_past. Acesso em 18 de março de 2024 SALVADOR. Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa de Salvador. Lei 9.451 de 27 de junho de 2019. Disponível em: https://www.cms.ba.gov.br/estatuto-igualdaderacial-combateintolerancia#:~:text=Lei%20n%C2%BA%209.451%2F2019%20institui,%C3%A0s%2 0demais%20formas%20de%20intoler%C3%A2ncia. Acesso em : março de 2025. SANTOS, B. de S. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. In: SANTOS, B. S.; MENESES, M. P. Epistemologias do Sul São Paulo: Cortez, 2010. SANTOS, Jocélio Teles. Mapeamento dos terreiros de Salvador. Centro de Estudos Afro Orientais - CEAO/UFBA. Salvador. 2008. 164p. SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4ª edição. Editora da USP. São Paulo. 2006. . “Território e Dinheiro”. In: Território e Territórios. Niterói: Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO-UFF/AGB, 2002 SAMARA, Eni de Mesquita. Tendências atuais da história da família no Brasil. In Pensando a família no Brasil; da colônia à modernidade. Angela Mendes de Almeida et al. Rio de Janeiro. Espaço e Tempo. UFRJ, 1987. SANTANA JÚNIOR, Humberto Manoel de; SILVEIRA, Aline da Fonseca de Sá e. Famílias negras: heranças transportadas, territórios reinventados. Revista Mosaico, volume 16 número 25, 2024. SARDENBERG, Cecília M. B. E a família como vai? Reflexões sobre mudanças nos padrões de família e no papel da mulher. Bahia: Análise & Dados, Salvador: SEI/SEPLANTEC, Vol. 7, No. 2, setembro 1997, pp:5-15. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/6879 SARTI, Cynthia. Famílias enredadas. In: Política Social, Família e Juventudes - uma questão de direitos. 3ª edição. São Paulo. Cortez, 2007.SILVEIRA, Renato da. O candomblé da Barroquinha: processo de constituição do primeiro terreiro baiano de keto. Salvador. Maianga. 2006. SIMÕES, Pedro. Assistentes Sociais e Religião. Um estudo Brasil/Inglaterra. Editora Cortez. São Paulo. 2005. SITCOVSKY, Marcelo. As particularidades da expansão da Assistência Social no Brasil. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 94, p. 108–127, out./dez. 2008. SLENES, Robert W. Na senzala, uma flor. Esperanças e recordações na formação da família escrava. 2ª edição. Campinas - SP. Editora UNICAMP. 2011 SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 71-99, jul./dez. 1995. SPOSATI, A. O. A menina Loas: um processo de construção da assistência social. São Paulo: Cortez, 2004. . et al. A assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras: uma questão em análise. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2010. TORRES, Iraildes Caldas. As primeiras-damas e a assistência social: relação de gênero e poder. São Paulo: Cortez, 2002. ULYANA, S.D.A.; ANDRADE, J. G. F. Avanços e Desafios da Política de Assistência Social no Brasil Pós-Constituição Federal de 1988. In: V Congresso Internacional de Política Social E Serviço Social: Desafios Contemporâneos; Vi Seminário Nacional de Território E Gestão De Políticas Sociais; V Congresso de Direito à Cidade e Justiça Ambiental, 2024, Londrina. Publicação ANAIS dos Trabalhos Aprovados 2024 - Política Social, Seguridade Social e Proteção Social, 2024. p. e3593 WERNECK, Jurema. Racismo Institucional uma abordagem conceitual. Geledés Instituto da Mulher Negra. Rio de Janeiro. 2016. Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2016/04/FINAL-WEB-RacismoInstitucional-uma-abordagem-conceitual.pdfpt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGSS)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Dissertacao_de_Marlucy_Queiros_Matos_PPGSS_2026 versão final (2).pdf1,59 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.