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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43814
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorNolasco, Sandra Luiza Tolentino-
dc.date.accessioned2026-01-16T17:42:26Z-
dc.date.available2028-01-15-
dc.date.available2026-01-16T17:42:26Z-
dc.date.issued2025-11-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43814-
dc.description.abstractIntroduction: Leishmaniasis, an infectious disease caused by protozoa of the genus Leishmania, affects 98 countries and ranks among the six most relevant diseases due to its deforming potential, particularly in underdeveloped regions. Meglumine antimony (MA), the standard treatment since the 1940s, faces challenges such as toxicity, therapeutic resistance, and low adherence. Alternatives like miltefosine (MF) (approved in India for visceral leishmaniasis in 1998) and thermotherapy have emerged to expand access and reduce adverse effects. Objective: To evaluate whether the combination of MF and thermotherapy is non inferior to MF monotherapy or MA in treating cutaneous leishmaniasis, analyzing cure rates (D90 and D180), healing time, safety, and relapses. Methods: An open-label randomized clinical trial with 27 patients (12–60 years) diagnosed with cutaneous leishmaniasis via detection of L. braziliensis DNA or amastigote forms in histopathology, treated at the Corte de Pedra Reference Center, Bahia. Groups were: G1 (MA): 20 mg/kg/day, 20 days); G2 (MF): 2.5 mg/kg/day, 28 days); G3 (MF): 2.5 mg/kg/day, 21 days + 1 Thermomed® thermotherapy session at 50°C). Results: Treatment failure rates in G1, G2, and G3 were 43%, 30%, and 20%, respectively. Cure rates at day 90 (D90) were 43% (G1), 70% (G2), and 80% (G3), while at day 180 (D180) they reached 57% (G1), 90% (G2), and 80% (G3). Mean healing time was 97 days for G1, 90 days for G2, and 76 days for G3, with a statistically significant difference between G3 and G1 (p = 0.04). Side effects in miltefosine groups included vomiting (70% in G2 and 60% in G3), nausea (40% in G2 and 30% in G3), and diarrhea (20% in both). In G1, 57.1% reported arthralgia and 71.1% myalgia. Secondary infections occurred in 14.2% of G1 and 20% of G3. Conclusions:The combination of MF and thermotherapy demonstrated non inferior effectiveness compared to MF monotherapy and MA in treating cutaneous leishmaniasis. G3 showed higher cure rates and significantly shorter healing time.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectLeishmaniose cutâneapt_BR
dc.subjectTermoterapiapt_BR
dc.subjectAntimoniato de megluminapt_BR
dc.subjectMiltefosinapt_BR
dc.subject.otherCutâneous leishmaniasispt_BR
dc.subject.otherThermotherapypt_BR
dc.subject.otherMeglumine antimoniatept_BR
dc.subject.otherMiltefosinept_BR
dc.titleEficácia da miltefosina associada à termoterapia, comparada à miltefosina em monoterapia ou ao uso de antimoniato de meglumina no tratamento da leishmaniose cutânea: ensaio clínico randomizadopt_BR
dc.title.alternativeEfficacy of miltefosine combined with thermotherapy, compared to miltefosine monotherapy or the use of meglumine antimonate in the treatment of cutaneous leishmaniasis: randomized clinical trialpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPós-Graduação em Ciências da Saúde (POS_CIENCIAS_SAUDE) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.contributor.advisor1Machado, Paulo Roberto Lima-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7641162535517337pt_BR
dc.contributor.referee1Machado, Paulo Roberto Lima-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7641162535517337pt_BR
dc.contributor.referee2Souza, Fernanda Ventin Prates de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3718170297920374pt_BR
dc.contributor.referee3Bacellar, Maria Olivia Amado Ramos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0199786420638506pt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0000-4838-3715pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/1092237128961762pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A leishmaniose, doença infecciosa causada por protozoários do gênero Leishmania, afeta 98 países e está entre as seis enfermidades mais relevantes devido ao seu potencial deformante, principalmente em regiões em desenvolvimento. O antimoniato de meglumina (AM), tratamento parenteral padrão desde os anos 1940, enfrenta desafios como toxicidade, resistência terapêutica e baixa adesão. Alternativas como a miltefosina (MF), droga de uso oral, e a termoterapia surgem como opções para ampliar acesso, aumentar a taxa de cura e reduzir efeitos adversos. Objetivo: Avaliar se a combinação de MF e termoterapia é não inferior à monoterapia com MF ou ao AM no tratamento da leishmaniose cutânea, analisando taxa de cura (D90 e D180), tempo de cicatrização, segurança e recidiva. Métodos: Ensaio clínico randomizado aberto e controlado com 27 pacientes (12-60 anos) diagnosticados com LC por detecção de DNA de L. braziliensis ou formas amastigotas no exame histopatológico, atendidos no Centro de Referência em Corte de Pedra, Bahia. Os grupos foram: G1 (AM: 20 mg/kg/dia, 20 dias); G2 (MF: 2,5 mg/kg/dia, 28 dias); G3 (MF: 2,5 mg/kg/dia, 21 dias + 1 sessão de termoterapia Thermomed® a 50°C). Resultados: As taxas de falha terapêutica nos grupos G1, G2 e G3 foram 43%, 30% e 20%, respectivamente. As taxas de cura no dia 90 (D90) foram 43% (G1), 70% (G2) e 80% (G3), enquanto no dia 180 (D180) atingiram 57% (G1), 70% (G2) e 80% (G3). O tempo médio de cicatrização foi 97 dias para G1, 90 dias para G2 e 76 dias para G3, com diferença estatisticamente significativa entre G3 e G1 (p = 0,04). Quanto aos efeitos colaterais, vômito (70% em G2 e 60% em G3), náusea (40% em G2 e 30% em G3) e diarreia (20% em ambos) foram observados nos grupos que utilizaram MF. No grupo G1, 57,1% dos pacientes relataram artralgia e 71,1% mialgia. Infecções secundárias ocorreram em 14,2% dos pacientes do G1 e 20% do G3. Conclusões: A combinação de MF e termoterapia demonstrou eficácia não inferior à MF e ao AM no tratamento da Leishmaniose Cutânea. O G3 apresentou taxas de cura mais altas e um tempo de cicatrização significantemente menor.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Medicina da Bahiapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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Dissertação final Sandra Nolasco.pdf
  Until 2028-01-15
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